segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

Cientistas dançam contra Alzheimer, cancro e diabetes(com video)

Aparelho 'engana' o cérebro e torna injeções indolores

Aparelho 'engana' o cérebro e torna injeções indolores
Ninguém gosta de levar injeções. Agora, um novo dispositovo promete acabar com estes momentos dolorosos aplicando pressão e vibração no local onde a agulha é inserida o que faz com o cérebro seja "enganado" e não emita sinais de dor. O dispositivo foi apresentado, na semana passada, num encontro da Sociedade Norte-Americana de Anestesistas.
 
Os investigadores testaram o engenho em 21 adultos através do uso de diferentes níveis de pressão, vibração e arrefecimento ou aquecimento na pele.

A perceção de dor foi menor quando o local onde a agulha foi inserida sofreu, previamente, uma determinada pressão ou vibração, durante cerca de 20 segundos.
 
O conceito provém da "distração", ou seja, do controlo da sensação de dor, na qual essas sensações - pressão, vibração e temperatura - "fecham" o acesso do cérebro que controla o registo da dor, explica Wiiliam McKay, autor do estudo e professor de anestesiologia na Universidade de Saskatchewan, Canadá.
 

 
O líder da investigação salienta ainda, em comunicado, que 1 em 10 pessoas tem fobia a agulhas pelo que esta técnica poderá facilitar o processo de vacinação e promover a doação de sangue.

O método criado por William McKay pode ser utilizado em casos de tratamento por via intravenosa, doação de sangue ou administração de vacinas.
 
Clique AQUI para ler o comunicado completo.

boasnoticias.pt

Cientistas criam intestino com células estaminais(com video)

Cientista luso 'ensina' corpo a responder ao HIV

Cientista luso 'ensina' corpo a responder ao HIV
O português Fernando Garcês Ferreira liderou uma equipa de investigação que conseguiu perceber como é que certas pessoas infetadas pelo HIV desenvolvem anticorpos para enfrentar o vírus. O estudo da equipa - que propõe uma vacina "feita à medida" para as diferentes fases de resistência do organismo - está publicado na revista científica Cell.
 
O investigador do "The Scripps Research Institute" (TSRI), nos EUA, e a sua equipa propõem uma vacina feita à medida para que se possa "guiar o desenvolvimento do anticorpo numa determinada direção", diz Fernando Garcês Ferreira em declarações à agência Lusa.
 
"Conseguimos determinar todos os passos de uma família de anticorpos, desde o início até à forma em que é mais eficiente contra o vírus, e conseguimos fazer o mapeamento das zonas do vírus que são importantes para o desenvolvimento destes anticorpos", explica o cientista português.
 
O objetivo do estudo passa por "ensinar" o sistema imunitário de pessoas saudáveis, não infetadas pelo HIV, a produzirem anticorpos para que, na eventualidade de uma infeção,  o corpo possa receber uma resposta rápida e eficiente ao contágio.
 
"Todos temos a possibilidade de desenvolver esses anticorpos, mas é preciso guiar o sistema imunitário a desenvolver esses anticorpos, por isso, provavelmente, temos de dar ao organismos diferentes vacinas", defende Fernando Garces Ferreira.

Um vírus muito sofisticado
 
"Até agora, quando o anticorpo maduro se une ao vírus, desenhamos a parte viral e é essa parte que injetamos no organismo e vamos ver se o sistema imunitário consegue reproduzir a criação desse mesmo anticorpo", explica.
 
O que falhava era que, até esse ponto final, "há muitos outros processos desenvolvidos" que, se não forem tidos em conta, impedem que se chegue ao anticorpo final, capaz de enfrentar o HIV, um vírus "muito sofisticado".
 
A família de anticorpos objeto do estudo foi descoberta há alguns anos num doente com HIV e chegou-se à conclusão que 10 a 15% dos doentes, passados alguns anos, desenvolvem anticorpos "extremamente potentes" na neutralização do vírus.
 
O problema é que esses anticorpos "já chegam tarde porque o vírus já está instalado e uma vez o HIV instalado no nosso corpo é impossível removê-lo", referiu Fernando Garces Ferreira

boasnoticias.pt

Portuguesa cria andarilho inteligente motorizado

Portuguesa cria andarilho inteligente motorizado
© Universidade do Minho

Uma investigadora portuguesa criou um andarilho motorizado inteligente capaz de auxiliar, em segurança, tanto a locomoção como a terapia de reabilitação física. O projeto foi desenvolvido por Maria Manuel Martins no âmbito do seu doutoramento em Engenharia Biomédica na Universidade do Minho.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias, a cientista explica que a estabilidade do equipamento (conseguida através de um design próprio e da inteligência artificial), que garante ao utilizador menor probabilidade de incidentes, é um elemento de diferenciação face a outros andarilhos.
 
"O aparelho permite maior segurança, mesmo nos casos mais difíceis em que, por falta de soluções estáveis, os pacientes acabam por ser indicados para cadeiras de rodas", assegura Maria Manuel Martins, destacando que este andarilho pode ser utilizado pelos indivíduos que dele necessitem de diversas formas.
 
Com efeito, o uso do andarilho motorizado pode ser feito em modo manual, com total controlo do utilizador ou com controlo à distância por outro (por exemplo, monitorizado e conduzido por um fisioterapeuta).

Além disso, o equipamento pode também ser usado em modo pré-programado ou autónomo (com metas pré-estabelecidas, ajustando-se o percurso para que se desvie de eventuais obstáculos) e ainda em modo misto, quando é guiado pelo próprio utilizador mas emite alarmes que avisam sobre obstáculos, afastamento corporal ou outros riscos.

 
De acordo com a criadora, "esta flexibilidade de utilização gera uma fácil adaptação por parte de quem o utiliza, que, normalmente, são as pessoas com níveis de confiança baixos". Graças a esta caraterística, o equipamento "ajusta-se muito bem às diferentes necessidades e limitações físicas e cognitivas dos pacientes". 
 
Outra potencialidade do andarilho é a possibilidade de realizar o apoio ao diagnóstico através da quantificação e análise da marcha, isto é, por intermédio de um sistema de sensores que recolhem dados posturais e gestuais que, sendo registados, permitem estabelecer padrões para posteriores avaliações médicas e terapêuticas.
 
O equipamento já está tecnologicamente desenvolvido e está praticamente concluíndo, estando a decorrer, atualmente, a fase de validação do mesmo nos serviços de Ortopedia e de Reabilitação do Hospital de Braga. 
 
O projeto conta ainda com a parceria de uma empresa de produtos ortopédicos e hospitalares com sede em Guimarães

boasnoticias.pt

Copo 'inteligente' identifica e regista aquilo que bebe(com video)

Publicidade com nudez causa, num dia, 517 acidentes de trânsito em Moscovo

Um carro de propaganda foi apreendido pelas autoridades da Rússia por estar a circular com um anúncio polémico pelas ruas de Moscovo. O anúncio fixado na carroçaria de uma carrinha tinha a imagem de uns seios nus com a inscrição “Eles atraem”.
A campanha feita pela AdvTruck.ru queria, justamente, mostrar a eficiência desse tipo de anúncio, visto por condutores da enorme frota russa. O problema é que ao longo do dia, nada menos do que 517 acidentes foram causados em Moscovo por causa do anúncio.
Os condutores distraiam-se e batiam na traseira de outros carros, causando um verdadeiro caos para a o orgão que regula o tráfego moscovita bem como para as empresas de seguros. A polícia notificou a AdvTruck e apreendeu o carro.
A empresa de publicidade comprometeu-se a indemnizar as vítimas, mas pelo menos comprovou que a publicidade ambulante é mesmo eficiente.
publicidade nudez


arcodavelha.eu

Colombiano vira “Homem-Diabo” após 11 anos de modificações corporais