quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Austrália: Homem cego e surdo aprende a fotografar

Suecos criam loiça que não precisa de ser lavada

Suecos criam loiça que não precisa de ser lavada
Se tem pratos acumulados no lava-loiça, esta poderá ser a solução ideal para si. Um estúdio sueco criou um conjunto de taças e pratos de cozinha feitos de celulose revestida com uma cobertura hidrofóbica que repele a comida.
 
As peças foram criadas pelo estúdio Tomorrow Machine, em parceria com a empresa de investigação Innventia, e não precisam de ver a cor do detergente, mantendo-se sempre limpas – o que poupa trabalho, água, e evita a poluição das águas. 

Além disso, são peças biodegradáveis uma vez que são produzidas num material feito à base de celulose. A pasta de celulose criada pela Innventia é aquecida e depois colocadas em moldes, tornando-se tão rígida como uma peça de cerâmica. Contudo, "é mais leve e não se parte”, explica a designer Hanna Billqvist, do estúdio Tomorrow Machine, ao site Dezeen.

O revestimento foi desenvolvido pelo KTH Royal Institute of Technology e simula a textura de uma folha de lótus para tornar as superfícies superhidrofóbicas.

A designer explica que este revestimento ainda está em fase de desenvolvimento pelo que, por enquanto, os protótipos da Tomorrow Machine ainda não estão prontos para serem comercializados.

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UE aprova novo tratamento para esclerose múltipla

UE aprova novo tratamento para esclerose múltipla
O tratamento reduz surtos, progressão da incapacidade e lesões cerebrais

A Comissão Europeia (CE) autorizou, em Julho, a comercialização do medicamento PLEGRIDY no tratamento de adultos com esclerose múltipla por surto-remissão (EMSR), a forma mais comum da doença.
 
O PLEGRIDY é o único interferão peguilado (proteína) aprovado para a utilização na EMSR e reduz vários parâmetros de atividade da doença, incluindo número de surtos, lesões cerebrais e progressão da incapacidade.

Esta aprovação baseia-se nos resultados de um dos maiores e principais estudos conduzidos com interferão beta, o ADVANCE , que envolveu mais de 1.500 doentes com EMSR. O tratamento é administrado de duas em duas semanas com um novo auto-injetor pronto a usar.

No ensaio clínico ADVANCE, o novo tratamento reduziu significativamente a taxa anualizada de surtos (TAS) ao final de um ano em cerca de 36 por cento quando comparado com placebo. Os resultados de dois anos de ADVANCE confirmam que a sua eficácia robusta é mantida além do controlo com placebo no primeiro ano de estudo.

Em comunicado de imprensa enviado ao Boas Notícias, João de Sá, neurologista do Hospital de Santa Maria, diz que se trata de “uma formulação distinta de interferão beta 1-a, que vai seguramente revolucionar a terapêutica de primeira linha da esclerose múltipla evoluindo por surto-remissão.”

O especialista acrescenta ainda que este tratamento oferece “um perfil de eficácia e segurança bem conhecidos e uma formulação que permite ser administrada duas vezes por mês, o que representa indiscutivelmente uma opção terapêutica extremamente cómoda para os doentes com esta doença que poderão ver assim muito melhorada a sua qualidade de vida.”

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Tampão inovador protege contra VIH

Tampão inovador protege contra VIH
Em breve, a proteção contra o vírus VIH poderá vir na forma de um simples tampão de tecido que se dissolve no organismo e que basta introduzir alguns minutos antes da relação sexual.
 
Uma equipa de bio engenheiros da Universidade de Washington (EUA) desenvolveu um novo método que fornece ao organismo um medicamento que, em poucos minutos, deixa as mulheres protegidas contra o VIH.
 
Neste momento, nos EUA, já são administrados, como forma de prevenção, antirretrovirais a pessoas com comportamentos de risco. Está também a ser testada, naquele país, a administração de cremes ou de medicamento em forma de gel. Contudo, estas duas opções (creme e gel) não têm obtido resultados satisfatórios nos testes.
 
Para serem eficazes, os tratamento tópicos usados para prevenir o VIH têm de ser administrados em doses elevadas, antes da relação sexual. O problema é que as mulheres raramente aplicam o creme ou gel na quantidade necessária.
 
Por isso, a equipa da UW criou um tecido de fibras suaves que está embebido com altas doses de Maraviroc, um medicamento utilizado na prevenção e no tratamento da doença. Cerca de 30 por cento do tecido está embebido com o tratamento, enquanto no caso do gel e dos cremes a substância representa apenas 03% da composição.
 
O tecido pode depois ser moldado na forma de um tampão que se insere facilmente na vagina. De acordo com o comunicado de imprensa da Universidade, estas fibras demoram apenas seis minutos a dissolver-se e a libertar o Maraviroc.
 
“Esta solução pode oferecer às mulheres uma forma mais eficaz e discreta de se protegerem da infeção por VIH”, diz no comunicado Cameron Ball, a investigadora principal do estudo cujos resultados foram publicados na edição de Agosto do jornal Antimicrobial Agents and Chemotherapy.

Clique AQUI para aceder ao comunicado da Universidade de Washington.


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Cão foi eleito "mayor" numa pequena cidade dos EUA

Os habitantes de uma pequena cidade do Minnesota, nos Estados Unidos, elegeram como autarca um cão. Duke tem sete anos e "ganhou por larga margem".
 
foto YouTube
Cão foi eleito "mayor" numa pequena cidade dos EUA
Duke foi eleito "mayor"
 
Duke foi eleito "mayor" por 12 habitantes da cidade de Cormorant, após cinco semanas de "campanha". O outro adversário era Richard Sherbrook, dono de uma loja, e teve metade dos votos.
O novo "autarca" tem sete anos e faz a comunidade sentir-se mais segura, o que inclui impedir que os condutores excedam o limite de velocidade.
"Ganhou por larga margem e agora não sabe como lidar com tanta publicidade", disse uma residente, Tricia Maloney, à WDAY6.




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Teste sanguíneo poderá detetar 13 tipos de cancro

Teste sanguíneo poderá detetar 13 tipos de cancro
Em breve, uma simples análise ao sangue poderá ser suficiente para detetar os 13 tipos de cancro mais comuns. A investigação japonesa promete criar “o primeiro sistema de deteção de alta precisão do mundo”.
 
O grupo de investigadores aspira ter disponível o novo sistema num prazo de cinco anos, de acordo com um comunicado conjunto destas instituições, citado pela agência Efe.

A equipa de investigação conta com membros do Centro Nacional de Cancro (CNC) do Japão, do Centro de Desenvolvimento de Novas Tecnologias e Indústrias (NEDO), bem como elementos de universidades e sete empresas.

O objetivo é diagnosticar cancros de estômago, esófago, pulmão, fígado, trato biliar, pâncreas, cólon, ovários, próstata, bexiga urinária e peito, assim como o sarcoma e o tumor glial.

O método está baseado na detecção do micro ARN (ácido ribonucleico) no sangue, cuja presença se considera um indicador do desenvolvimento de cancro.

Atualmente são conhecidos cerca de 2.500 micro ARN presentes no sangue e outros fluidos corporais do ser humano, e todos eles podem servir de medidores para diferentes tipos de cancro, segundo o consórcio.

O projeto tem um orçamento de 7.900 milhões de ienes (57 milhões de euros), financiados pelo NEDO, uma organização de investigação e pesquisa científica independente.

Os investigadores começarão a analisar amostras de sangue e tecidos cutâneos de cerca de 65.000 pessoas para afinar o equipamento de deteção.

Tratar-se-ia do "primeiro sistema de diagnóstico de alta precisão do mundo" para o cancro, segundo afirma na nota o presidente do CNC, Tomomitsu Hotta, que assinalou que o método "permitiria aumentar a esperança de vida" dos pacientes.

Simultaneamente, o NEDO trabalhará no desenvolvimento de um sistema semelhante para o alzheimer, diz ainda o comunicado do consórcio de investigadores.

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Decoração: Portuguesas conquistam prémio mundial

Decoração: Portuguesas conquistam prémio mundial
© Spaceroom Design

A empresa Spaceroom, de Mariana Esteves Serra e Rita Valadão Gomes, acaba de conquistar um dos mais importantes prémios internacionais da área do Design, o A’Design Award & Competition, na categoria de "Interior spaces in exhibition”.
 
Este ano, concorreram aos prémios 12.536 projetos em 105 categorias de 208 países. O A’Design Award & Competition é um dos maiores concursos internacionais da área e destaca os melhores trabalhos em Arquitetura e Design. 
 
Os prémios foram entregues numa cerimónia que decorreu dia 09 de Agosto na cidade de Como, em Itália. A Spaceroom foi reconhecida na categoria "interior spaces in exhibition" com o projeto de arquitetura e design de interiores White Timeless em Talatona, Angola.


White Timeless é um apartamento triplex familiar em Angola. O cliente pretendia uma casa totalmente branca.
 
Mariana e Rita apostaram numa decoração minimalista, baseada na simplicidade das formas, com apontamentos de materiais quentes como a madeira. Criaram uma atmosfera suave, onde a luz natural e a sensação de espaço predominam.
 
“O objetivo para esta casa era uma decoração eterna e acreditamos que o resultado seja eternamente belo. Criámos um projeto atual, com peças deste século (XXI) mas nunca ignorando os grandes designers que o século XX nos deu. Estes continuam a ser para nós uma enorme fonte de inspiração”, revela a equipa da Spaceroom num comunicado de imprensa enviado ao Boas Notícias.
 
Para as designers o desenvolvimento de cada trabalho obriga a critérios rigorosos de escolha de materiais, cores, texturas. “Todos os projetos assinados pelo atelier Spaceroom são feitos de pormenores”, sublinham.

Clique AQUI para ver mais fotos do apartamento na página dos prémios.




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Idosa de 99 anos costura um vestido por dia para África

Idosa de 99 anos costura um vestido por dia para África
Lillian Weber tem uma máquina de costura que nunca ganha pó. Atualmente com 99 anos, esta avó norte-americana começou, há dois anos, a costurar diariamente vestidos que depois são enviados para países africanos.

Até hoje Lillian já costurou 840 vestidos, sendo que todos os dias costura uma peça nova. O objetivo de Lillian, segundo contou ao canal WQUAD8, é atingir a meta de 1.000 vestidos em Maio de 2015, altura em que celebra 100 anos.

Lillian começa a trabalhar nos vestidos de manhã, faz um intervalo para o almoço, e à tarde termina os pormenores finais. Em cada vestido, Lillian faz questão de acrescentar algum detalhe especial, para os tornar únicos.

"Aprendi a fazê-los e pensei ‘porque não dar-lhes algum uso?’”, conta a idosa, acrescentando que tem necessidade de “estar ocupada”. Quando completar o vestido número 1.000, se conseguir, Lillian espera continuar a costurar.

Os vestidos são enviados para a associação “Little Dresses for Africa”, com sede no Estado de Michigan, que depois os encaminha para orfanatos e escolas em África.

A fundadora da associação, Rachel O’Neill, afirma que a associação já entregou mais de 2.5 milhões de vestidos, desde que foi fundada. A associação conta com várias voluntárias, em diferentes cidades dos EUA, que costuram os vestidos. 


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