segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Karaté: Português sagra-se hexacampeão mundial

Karaté: Português sagra-se hexacampeão mundial
O atleta português Nuno Dias sagrou-se, pela sexta vez, campeão do mundo de karaté shukokai na categoria de pesos pesados durante uma competição que terminou na sexta-feira em Sun City, na África do Sul.
 
Nuno Dias conquistou o seu sexto título mundial depois de vencer todos os combates disputados durante a prova que decorreu entre 21 e 25 de Julho e de derrotar, na final, o inglês A. Daniels por 7-2.
 
No final da competição, Nuno Dias disse estar "muito orgulhoso" deste feito e admitiu que "não foi fácil" chegar, uma vez mais, à posição de campeão do mundo. Ainda assim, prometeu que o empenho irá continuar.
 
"Vou continuar a trabalhar para defender as cores nacionais. Trabalho e dedicação são o segredo para conseguir títulos e, se puder, vou tentar a sétima medalha de ouro", garantiu o atleta, citado pelo jornal desportivo Record.
 
Recorde-se que o lutador português venceu o seu primeiro campeonato do mundo em 1998, revalidando o triunfo em 2000, 2002, 2004, 2012 e, uma vez mais, em 2014.
 
Além de competir profissionalmente, Nuno Dias, atleta do Clube Nacional de Ginástica da Parede, desempenha também, atualmente, funções como instrutor de Dojo Samurai na Rinchoa


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Energia: Restos de comida abastecem supermercado a 100%

Energia: Restos de comida abastecem supermercado a 100%
No Reino Unido já há um supermercado que é totalmente alimentado por energia elétrica produzida a partir de restos de comida. A solução inovadora, 100% sustentável, está a ser implementada num estabelecimento comercial da marca Sainsbury's na região de Cannock, em Inglaterra, e permite evitar por completo o envio de resíduos operacionais para os aterros.
 
Em comunicado, a Sainsbury's revela que o funcionamento elétrico do supermercado com recurso total à energia gerada com a transformação do desperdício alimentar da própria loja, por intermédio de um método denominado "digestão anaeróbica", resulta de uma parceria com a empresa britânica Biffa, especialista no tratamento de resíduos.
 
Segundo a companhia, os excedentes que não são doados a bancos alimentares (quando ainda se encontram em perfeitas condições para consumo humano) ou destinados à alimentação de animais são transportados num camião até às instalações da Biffa, onde são convertidos em gás biometano usado, depois, para gerar eletricidade que alimenta diretamente o supermercado.
 
"Na Sainsbury's, não enviamos quaisquer resíduos para os aterros sanitários e estamos constantemente à procura de novas formas de reutilizar e reciclar", afirma Paul Crewe, responsável de sustentabilidade da marca, citado pelo jornal inglês The Guardian.
 
"Portanto, estamos muito contentes por sermos os primeiros a utilizar este tipo de tecnologia, permitindo que o nosso supermercado em Cannock possa ser abastecido inteiramente a partir dos resíduos alimentares que produzimos", conclui o responsável.
 
Atualmente, a Sainsbury's é a cadeia de supermercados do Reino Unido que mais utiliza a digestão anaeróbica, produzindo eletricidade suficiente para iluminar 2.500 casas por ano. Porém, mesmo quando este método não é implementado, a empresa assegura que todos os resíduos são reciclados ou transformados em combustível. 

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Transplantes: Descoberta lusa pode aumentar sucesso

Transplantes: Descoberta lusa pode aumentar sucesso
Um grupo de investigadores portugueses acaba de dar conta da identificação de uma proteína em células estaminais da medula óssea e do cordão umbilical que poderá contribuir para aumentar o sucesso de transplantes em doentes com leucemia ou linfomas.
 
A molécula, denominada RET, pertence ao tipo de proteínas que são ativadas por outras que atuam nos neurónios, as células do sistema nervoso. Porém, só agora foi identificada a sua expressão nas células estaminais (capazes de gerar qualquer tecido) da medula e do cordão umbilical.
 
Em declarações à Lusa, Henrique Veiga-Fernandes, coordenador da equipa do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, responsável pela descoberta, explicou que a proteína RET, detetada à superfície das células estaminais, funciona como um interruptor.
 
Quando esta espécie de interruptor está ligada, faz com que as células funcionem muito melhor, "permitindo uma eficácia terapêutica superior à utilização das células com os métodos convencionais", afirmou Veiga-Fernandes.
 
De acordo com o cientista português, as células passam, deste modo, a serem capazes de "resistir, de forma muito eficaz, a agressões celulares que acontecem durante a transplantação", uma resistência observada através de experiências laboratoriais com ratinhos.
 
No âmbito dos testes, cujos resultados foram publicados este domingo na prestigiada revista científica internacional Nature, a proteína RET foi manipulada geneticamente, tendo os investigadores transplantado com sucesso células do cordão umbilical humano, com mais ou menos expressão da proteína, nos modelos animais.
 
O próximo passo da equipa de investigadores portugueses será agora estudar, em doentes humanos, a sobrevivência, a expansão e a transplantação do mesmo tipo de células estaminais.
 
A transplantação de células estaminais é usada no tratamento de leucemias, linfomas e doenças hereditárias do sistema imunitário, mas nem sempre com êxito devido ao seu número limitado.
 
Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês). 


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Invenção portuguesa impede chuchas de se sujarem

Invenção portuguesa impede chuchas de se sujarem
É o sonho de muitos pais: uma equipa de jovens portugueses inventaram um adaptador universal que impede as chuchas de se sujarem quando chegam ao chão. A invenção mereceu aos alunos da Escola Profissional Magestil um prémio europeu.

Segundo o site oficial do adaptador 4Baby, o produto é único no mundo e foi desenvolvido em parceria com uma equipa do Instituto Superior Técnico. O adaptador tem duas abas que, através de um mecanismo de mola, impede o contacto com o chão e protege assim a tetina e a transmissão de bactérias. 

O 4Baby é universal (podendo ser adaptável a qualquer chucha), está disponível em três cores (azul, rosa e neutro) e é seguro já que a colocação e remoção do adaptador só é possível com a força de um adulto.

O adaptador concebido por cinco alunos da escola Magestil e conquistou o prémio "Remarkable Customer Service Award", na competição JA-YE Europe Company Programme, que terminou na quinta-feira passada, em Tallinn, na Estónia.

Equipas de 38 países em competição

À final da competição chegaram equipas de 38 países, que agregavam um total de 300 alunos. Ao longo do ano letivo mais de 250 mil alunos de toda a Europa participaram no projeto criando “mini-empresas”, com a ajuda de professores e voluntários de empresas locais.

O objetivo desta competição é aproximar jovens entre os 15 e os 25 anos da realidade empresarial, permitindo-lhes conhecer melhor alguns conceitos e princípios de economia.

Visite AQUI o Facebook da 4Baby.

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Mulher fica de lingerie na rua para evitar que o seu carro seja multado/rebocado(com video)

Doente terminal preparou o funeral e afinal era um erro no diagnóstico

Quando soube que tinha um “cancro terminal” há dois anos, Denise Clark começou a despedir-se dos seus dois filhos. Ela preparou o seu próprio funeral, escreveu cartas de despedida para os seus filhos e familiares e gastou cerca de 10.000€ num tratamento alternativo para a doença numa clínica na Espanha.
A expectativa de Denise era que o tratamento pudesse prolongar o seu tempo de vida com os filhos, porém a cada dia ela ia sentindo-se cada vez melhor e decidiu ir fazer um novo check-up.
Para a surpresa (e felicidade) de Denise, ela descobriu que o diagnóstico de cancro no colo do útero estava completamente errado e o que ela tinha, na verdade, eram danos no local causado pela intensa radiação à qual foi submetida com a quimioterapia, no início do tratamento da suposta doença.
Em entrevista ao “Daily Mail”, Denise contou sobre a angústia que vivera desde 2010, quando soube do diagnóstico devastador.
“Eu preparei o meu próprio funeral, escrevi cartas de despedida para os meus filhos. Eu estava arrasada. Ouvir que tudo não passou de um ‘engano’ foi maravilhoso, mas ninguém me vai dar os dois anos que eu perdi”.
O diagnóstico erróneo fez com que Denise contraísse dívidas para pagar o tratamento, se separasse do marido e ainda “arranjou” uma insuficiência renal aguda.
Denise está a processar o hospital Aberdeen Royal Infirmary, em Aberdeen (Reino Unido). Ela pede agora uma elevada  indemnização, segundo o “Daily Mail”. O hospital ainda não se pronunciou sobre o caso.
“Tudo o que eu quero agora é ver os meus filhos crescerem”, comentou.




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domingo, 27 de Julho de 2014

Entre 230 deputados só 33 nunca faltaram



Os microfones desligaram-se, sexta-feira, no plenário da Assembleia da República, mas nem todos os 230 deputados já estão de férias. O ritmo abrandou, apesar de ainda haver comissões e grupos de trabalho.
 
foto Infografia JN
Entre 230 deputados só 33 nunca faltaram
 
A imagem de deputados sentados no hemiciclo, quietos ou a mexer no computador pode levar a más interpretações dos eleitores, mas não há nada pior do que ver o Parlamento com cadeiras vazias. Há que dizer, porém, que muitas delas traduzem ausências em trabalho político. E que os deputados também adoecem.
Na terceira sessão da XII legislatura iniciada a 15 de setembro de 2013 e que terminou sexta-feira, com a aprovação dos cortes salariais na Função Pública, entre os 230 deputados, que agora entram num ritmo mais leve até ir de férias de plenário até 17 de setembro, houve 33 que nunca faltaram. Destaquemos , entre eles, Nuno Serra, Laura Esperança e Carlos Santos Silva (PSD), Ana Paula Vitorino e Idália Serrão (PS), João Oliveira (PCP), Pedro Filipe Soares (BE) e Heloísa Apolónia (PEV), que é a campeã nas intervenções.
Em 105 sessões, duas extraordinárias e uma solene, os 33 parlamentares "da assiduidade" desdobraram-se em comissões parlamentares, grupos de trabalho, requerimentos, recomendações e intervenções. "É injusta a imagem que alguns eleitores têm dos deputados. Há dias com muitas horas. Faço parte da comissão de inquérito que trata do caso dos submarinos [sobre aquisição de equipamentos militares] e é um exemplo disso. Pensar em jantar a horas é quase sempre impossível . E voltamos a reunir em finais de agosto", diz Nuno Serra, 41 anos, consultor, eleito pelo PSD e pelo círculo de Santarém, membro de três comissões. Para Nuno Serra "estar no plenário é um dever como é um dever trabalhar para quem nos elege".
"Honrar eleitores"
Ana Paula Vitorino, 52 anos, engenheira civil, eleita pelo PS e pelo Porto, ex-secretária de Estado dos Transportes de José Sócrates, sorri quando lhe falamos de nunca ter faltado nesta sessão legislativa. "É minha obrigação estar em plenário. E se não estou a intervir, uso o computador para fazer outras coisas. Estou em três comissões e integro grupos de trabalho, sou deputada por que me elegeram e tenho de honrar os eleitores", frisa, considerando que começa a ser necessário acabar com a "má imagem dos políticos".
A verdade é que o Parlamento tem "top mais" em quase tudo: os mais ausentes (Glória Araújo, do PS, por licença de maternidade), os mais viajados (Mendes Bota, do PSD), os sempre calados. Aqui, registe-se o caso de 14 (nove do PSD e cinco do PS). Sérgio Sousa Pinto, que estava entre os menos interventivos, quebrou o silêncio no último plenário, numa acesa discussão que envolveu Luís Montenegro, do PSD, e Assunção Esteves, presidente da Assembleia, sobre o que é um ponto de ordem em linguagem regimental.
Entre os líderes parlamentares, Nuno Magalhães, do CDS-PP, é o mais ausente (seis faltas) e António José Seguro, secretário-geral do PS, tem registo de 11 faltas , sendo três por doença. Note-se que devido às eleições autárquicas e europeias houve mudança de caras nesta sessão legislativa.


jn.pt



Canoistas ficam presos no dorso de uma baleia(com video)