quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

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Plástico feito com frutose desintegra-se com a luz

Plástico feito com frutose desintegra-se com a luz
Foto © North Dakota State University - Equipa responsável pela criação do novo plástico desintegrável

Pode ser uma solução para acabar com grande parte do lixo que entope os mares e as lixeiras do mundo. Investigadores norte-americanos criaram um novo tipo de plástico, à base de frutose, que se desintegra quando exposto a um tipo específico de luz transformando-se em moléculas que podem ser reutilizadas.

A investigação da North Dakota State University, publicada esta semana na revista científica Angewandthe Chemie, utilizou blocos de construção de moléculas, a partir de frutose, que são transformadas em polímeros para gerar um tipo de plástico mais sustentável.

Os cientistas envolvidos centraram-se no estudo da biomassa, ao utilizar frutose, que se encontra geralmente na fruta, e sementes oleaginosas provenientes de culturas agrícolas, de onde extraíram celulose, lignina e sacarose.

A biomassa utilizada resultou numa solução de moléculas posteriormente convertidas num polímero, que por sua vez deu origem ao plástico.

Este tipo de plástico, quando exposto a luz ultravioleta a 350 nanómetros (comprimento de onda) durante três horas, desintegra-se, fazendo com que seja transformado novamente nos blocos de construção de moléculas solúveis, forma que assume inicialmente.

“A nossa estratégia tem potencial para construir novos materiais a partir de biomassa, que são degradáveis através da luz depois da sua utilização”, afirmou Sivaguru Jayaraman, investigadora na UDN.

O plástico convencional pode demorar centenas de anos a deteriorar-se e, ao fazê-lo, liberta químicos para o meio ambiente e cria toxinas no ar quando queimado, tendo-se tornado num problema global ao nível da gestão dos resíduos sólidos.

“Esta abordagem (...) oferece um enorme potencial científico para eventuais produtos que podem diminuir a dependência dos combustíveis fósseis e diminuir a quantidade de matérias-primas necessárias”, explica Dean Webester, investigador e professor da UDN, em comunicado da universidade.

A durabilidade e resistência do novo tipo de plástico ainda tem de ser submetidos a mais estudos, antes de se considerar a sua comercialização, sendo que nos próximos dois anos a equipa vai estudar a forma como pode ser utilizado em automóveis e dispositivos eletrónicos.

Clique AQUI para aceder ao comunicado completo.
 
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Sibéria: Cadela espera há um ano por dono que faleceu

Sibéria: Cadela espera há um ano por dono que faleceu
Masha, uma cadela rafeira com pelo cor de mel, não abandona o hospital onde o seu dono morreu, há mais de um ano. Os funcionários e doentes daquele hospital, na Sibéria, acabaram por adotar o animal, a quem oferecem carinho e comida.
 
Masha já é famosa no Hospital Number One, em Koltsovo, onde já tem uma cama para dormir e alimento diário. Apesar do conforto, a cadela mantém uma expressão desgostosa, provavelmente por não conseguir encontrar o seu dono, pelo que os elementos do hospital estão agora a tentar que Masha seja adotada por uma nova família.

"Podemos ver nos seus olhos como está triste – não têm o brilho habitual que se vê no olhar dos cães. Consegue-se perceber a tristeza, tal como acontece com as pessoas”, explicou o médico Vladimir Bespalov ao jornal The Siberian Times.

"Não há mais nada que possamos fazer por ela mas esperamos que em breve a Masha encontre um novo dono em quem confie”, acrescentou.

Masha deslocou-se à receção do hospital todos os dias, após o seu dono dar entrada naquela unidade há dois anos atras. A cadela foi a única companhia do idoso durante o tempo em que esteve internado, sendo que apos a ‘visita’ Masha corria até casa, a alguns quilómetros de distância, para proteger a residência dos donos, regressando ao hospital no dia seguinte.

O homem acabou por falecer, há cerca de um ano, mas Masha não desiste de esperar por ele. Um das enfermeiras conta que, recentemente, uma família tentou adotar a cadela, mas Masha fugiu o voltou para o hospital.
 
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Siemens tem 40 vagas de emprego em Portugal

Siemens tem 40 vagas de emprego em Portugal
A Siemens Portugal tem cerca de 40 vagas de emprego para preencher no país, nas áreas de Gestão, Recursos Humanos, Engenharia, Comercial e Informática.

A gigante industrial, presente em Portugal há cerca de 105 anos, abriu perto de 40 novos postos de trabalho no país, alguns com preferência para profissionais denacionalidade angolana.

Depois do anúncio feito o mês passado por Manuel Schmidt, responsável financeiro da Siemens Portugal, ao Diário Económico, que previa a criação de 300 postos até ao final do ano em Portugal, a multinacional revelou a abertura de perto de quatro dezenas de oportunidades de emprego.

Cerca de metade das vagas disponíveis são para a área de Gestão, privilegiando-se os conhecimentos de várias línguas, entre elas inglês, alemão, húngaro, checo, polaco e italiano.

A multinacional procura também profissionais para as área da Engenharia Eletrotécnica, Informática, Comercial e Assistência e oferece vários estágios profissionais.

Clique AQUI para conhecer as vagas disponíveis.
 
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