sábado, 20 de dezembro de 2014

Sigma - Nobody To Love (Official Video) HD

Futebolista alemão apanhado sem carta de condução: 540 mil euros de multa!

Marco Reus, médio do Borussia Dortmund, foi castigado com uma multa milionária na Alemanha, depois de ter sido apanhado a conduzir sem carta de condução.
Segundo informa o jornal «Bild», o alemão vai ter de pagar 540 mil euros depois de mais uma irregularidade no trânsito, algo, de resto, frequente. Aliás, estava sem título de condução porque este lhe havia sido retirado anteriormente.
Nos últimos três anos, Reus, de 25 anos, tinha sido apanhado cinco vezes em excesso de velocidade, para além de outras multas por desrespeito a regras de trânsito.
«Aprendi a lição e não volta a acontecer. Fui ingénuo e admito que o que fiz foi estúpido», reconheceu o jogador.

arcodavelha.eu

Homem gasta mais de 120.000€ para ficar parecido com Kim Kardashian

Fotos: Reprodução/Twitter(@jordanjamesLV12) e Instagram(@kimkardashian)
Fotos: Reprodução/Twitter(@jordanjamesLV12) e Instagram(@kimkardashian)
Jordan James Parke tem uma obsessão: Kim Kardashian. E o morador de Manchester (Inglaterra) não mediu esforços para tentar “parecer-se” com a cantora modelo, socialite, atriz, empresária, produtora executiva e reality star americana.
Mas a tarefa não está a sair barata. Até agora Jordan James já gastou 150.000 dólares (cerca de 122.000€) em cirurgias e roupas de marca.
O inglês de 23 anos passou por 50 procedimentos estéticos, incluindo preenchimento labial, tatuagem de sobrancelhas, injeções de Botox, remoção de pelos e um tratamento conhecido como “vampire facial”, adotado por Kim e que consiste em tirar sangue do corpo e injetá-lo em várias partes do rosto.
Jordan James Parke está quase parecido com Kim. Ou não...
Jordan James Parke está quase parecido com Kim. Ou não…
“Eu amo tudo que tem a ver com a Kim. Ela é a mulher mais bonita que já existiu. A sua pele é perfeita, o seu cabelo, tudo nela”, afirmou o “sósia” ao tabloide “Sun”.
“Sou viciado em preenchimento labial. Quanto maior, melhor. Nunca me senti melhor comigo mesmo”, acrescentou o jovem.
O próximo passo será uma cirurgia plástica no nariz.
“Quando ouço falar de um novo procedimento eu tenho que experimentá-lo”, disse ele.

arcodavelha.eu

Passageiro abre porta de emergência de avião para entrar ‘ar fresco’

Um homem que estava pela primeira vez num avião abriu uma porta de emergência da aeronave “à procura de ar fresco”.
Por sorte, o avião ainda estava em terra a preparar-se para a descolagem no aeroporto de Hangzhou (China). O homem foi “contido” pelos comissários de bordo, mas o estrago já havia sido feito: o escorrega insuflável havia sido acionado também (automaticamente).
Pouco depois o avião da Xiamen Airlines descolou sem outros incidentes rumo a Chengdu (China), de acordo com o “Daily Mirror”. O caso ocorreu a 8 de dezembro.
Os passageiros aproveitaram a cena inusitada para fotografar e postar imagens nas redes sociais da internet.
Um internauta escreveu: “Ele disse aos comissários que só queria um pouco de ar fresco”.
“Foi a primeira vez que vi um passageiro a abrir uma porta de emergência”, disse outra testemunha a bordo.

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Mötley Crüe - Without You (Official Music Video)

EUA: Casal luso já acolheu mais de 400 crianças

EUA: Casal luso já acolheu mais de 400 crianças
Nos últimos 19 anos, um casal de portugueses residente nos EUA já foi família de acolhimento de mais de 400 crianças e jovens. Atualmente, Maria e Carlos Carreiro, cuidam, na sua casa, em New Bedford, no estado de Massachusetts, de dois bebés, de quatro e 15 meses, e de dois jovens de 15 e 17 anos.
 
Tudo começou em 1995, quando Maria Carreiro, uma açoriana de 53 anos, perdeu o trabalho numa fábrica e recebeu um conselho de uma amiga que acabou por mudar a sua vida. "Ela disse-me que, como tinha uma casa grande e gostava muito de crianças, devia tentar ser família de acolhimento, que havia sempre muita procura", recorda, em entrevista à agência Lusa.
 
Embora já tivesse dois filhos, a imigrante portuguesa decidiu experimentar e "correu tudo muito bem". "Há sempre dificuldades, claro, porque são crianças com problemas, que vêm de famílias onde há maus tratos, problemas psicológicos ou histórias com droga e álcool", conta.
 
Desde então, Maria e o marido já acolheram mais de 400 crianças. Na sua casa, recebem tanto bebés com dias de vida, vindos diretamente do hospital, como jovens com idade até 18 anos - alguns ficam apenas umas semanas e outros permanecem na casa da família portuguesa por um período que pode ir até três anos.
 
Por cada criança acolhida, o Estado oferece ao casal uma diária, um seguro de saúde e novas roupas a cada três meses. "Quem faz uma panela de sopa para dois, faz para seis ou sete. O que o Estado dá cobre o mínimo das despesas. O mais difícil é a parte emocional, mas com amor tudo se consegue".
 
Maria garante que não precisou de fazer obras em casa - graças aos seis quartos já existentes - e assegura que a tarefa não é tão difícil como pode parecer. "Os bebés são mais fáceis de tratar", admite a açoriana, justificando que "apesar de precisarem de mais cuidados, não chegam com os traumas que alguns dos mais velhos têm".
 
Dizer adeus é, habitualmente, muito mais desafiante. "É muito difícil devolver estas crianças, porque ganhamos sentimentos por elas, mas temos de por sempre na nossa mente que não são nossos filhos e que apenas os temos temporariamente", realça.

Casal adotou duas das crianças que acolheu
 
"O objectivo das assistentes sociais é sempre devolver as crianças aos pais. Dão-lhes um ano ou dois para se tentarem recuperar. Se eles não conseguem, tentam depois que alguém na família alargada fique com eles e, só então, se não o conseguirem, me perguntam se os quero adotar", esclarece Maria, que além dos dois filhos já adotou duas crianças.
 
De acordo com o site do Departamento de Serviços Sociais de Massachusetts, o número de famílias de acolhimento está a diminuir e os agregados familiares que falem português são dos mais procurados.
 
Maria Carreiro e o marido acolhem, sobretudo, crianças oriundas de famílias americanas e hispanas, mas também já receberam crianças de famílias portuguesas", o que ajuda porque falam a mesma língua e estão habituadas à comida".
 
Neste momento, sete mil crianças estão ao cuidado do estado em Massachusetts. As famílias de acolhimento são vistas como uma alternativa às instituições sociais, onde as crianças encontram um ambiente mais semelhante a uma casa de família.
 
"Estamos aqui para tentar dar aquilo que eles não tiveram em casa, como amor e estabilidade. Alguns são muito pequenos, nunca se vão lembrar de nós, mas outros ficam com estas memórias para sempre", diz Maria. 
Prova disso foi uma visita que recebeu recentemente e que fez valer a pena todos os esforços de quase duas décadas.

"Abri a porta e encontrei um homem feito. Disse-me que tinha vivido connosco durante dois anos quando tinha 11 e que agora estava na Marinha. Tinha vindo fazer uma visita apenas para agradecer", lembra a portuguesa.
 
boasnoticias.pt

Idosos: Redes sociais ajudam a combater a solidão

Idosos: Redes sociais ajudam a combater a solidão
Ensinar os idosos a utilizar as redes sociais pode melhorar as suas capacidades cognitivas e autoconfiança e ter um impacto positivo na saúde mental e no bem-estar, contribuindo, também, para reduzir a sensação de solidão, concluiu um novo estudo britânico financiado pela União Europeia.
 
O projeto de investigação, com duração de dois anos, foi conduzido pela Universidade de Exeter, em Inglaterra, e envolveu 76 séniores com idades entre os 60 e os 95 anos em situação vulnerável e que se encontravam a receber cuidados prestados por uma instituição inglesa, a Somerset Care.
 
Os participantes foram, aleatoriamente, divididos em dois grupos. Metade dos voluntários recebeu treino informático e à outra metade continuaram a ser prestados os cuidados habituais. Aos elementos do primeiro grupo foi cedido um computador com ecrã tátil e teclado e uma ligação à Internet, que mantiveram durante 12 meses (que incluíram um período inicial de formação).
 
Os investigadores, coordenados por Thomas Morton, do departamento de Psicologia da Universidade de Exeter, constataram que os que aprenderam a utilizar o computador e a Internet se tornaram mais positivos e ganharam maior interesse pelo mundo da informática ao longo do tempo, demonstrando um gosto especial pela utilização do 'Skype' e do e-mail para contactar amigos e familiares.
 
Além disso, o projeto, denominado Ages 2.0, provou que a utilização da Internet e das redes sociais é uma ferramenta eficaz para a promoção de um envelhecimento ativo e para o combate ao isolamento, já que os idosos que foram treinados passaram a evidenciar maior autoconfiança, uma vida social mais intensa e um maior sentido de identidade pessoal, bem como melhores capacidades cognitivas.
 
A experiência traduziu-se, portanto,  numa melhoria geral ao nível da saúde mental e do bem-estar. "Os humanos são animais sociais e não é surpreendente que nos sintamos melhor quando temos a capacidade de nos relacionarmos com os outros", afirma Morton, em comunicado.
 
De acordo com o especialista, o que é surpreendente é "a importância das relações sociais para a saúde física e cognitiva", já que "as pessoas que estão socialmente isoladas ou se sentem sós são mais vulneráveis à doença e ao declínio".

Tecnologia pode beneficiar saúde e bem-estar dos séniores
 
"Este estudo prova que a tecnologia pode ser uma ferramenta útil para aumentar as relações sociais e que apoiar a comunidade idosa, ensinando-a a usar esta ferramenta eficazmente, pode ter benefícios importantes para a sua saúde e bem-estar", acrescenta o psicólogo.
 
Para Margaret Keohone, uma das idosas envolvidas no estudo, citada pela Universidade de Exeter, "esta formação informática muda a vida das pessoas e abre os seus mundos, revigorando a mente".
 
"Esta experiência] proporciona-nos uma forma completamente diferente de reconhecer o nosso valor durante o envelhecimento", confessa a voluntária, que admite que se encontrava a "escorregar em direção a um ritmo de vida lento" e pouco estimulante.
 
Os investigadores esperam, agora, que as conclusões do projeto Ages 2.0, que também já foram reproduzidas em Itália, ajudem a construir novas políticas em termos de inclusão digital.

Clique AQUI para saber mais sobre o projeto no seu site oficial (em inglês
 
boasnoticias.pt

Cinco dicas para reduzir o risco de demência

Cinco dicas para reduzir o risco de demência
Um estudo feito pela Age UK, uma instituição britânica que promove a qualidade de vida dos idosos, revela cinco fatores que podem ajudar a reduzir o risco de demência em quase 40%.

De acordo com a mesma fonte, vários estudos confirmam que cerca de 76% da diminuição da atividade do cérebro é resultado, sobretudo, de um estilo de vida errado, sobretudo, embora haja fatores ambientais que também influenciam, como o nível de ensino.

Esta organização financiou um projeto da Universidade de Edinburgo, intitulada 'Disconnected Mind', para saber de que forma é que o cérebro se altera com a idade. A investigação concluiu que existem diversas medidas que podem ser adoptadas para retardar os efeitos da demência.

Aqui fica a lista destes cinco principais fatores que podem ajudar a ter um cérebro ativo por mais tempo:

Fazer exercício regulamente: praticar durante 30 minutos, entre três a cinco vezes por semana, aeróbica, exercícios de resistência ou de equilíbrio ajuda a retardar a demência, mas também a evitar o desenvolvimento da doença de Alzheimer

Ter uma alimentação saudável: é outra das medidas apontadas pelo estudo como uma das melhores para prevenir o desgaste do cérebro

Não fumar e beber com moderação: estas medidas, para além de prevenirem a demência, são também eficazes para reduzir o risco de Alzheimer.

De acordo com a investigação, o número de casos desta doença em fumadores é signficativamente maior do que naqueles que evitam o cigarro. As conclusões apontam também que beber demais está diretamente ligado à demência, uma vez que ajuda a diminuir o tecido do cérebro, especialmente nas partes ligadas à memória e ao processamento e interpretação da informação visual

Evitar o consumo de doces: não só provocam diabetes, como também é uma das principais causas da redução da atividade do cérebro

Controlar a pressão arterial e a obesidade: A pressão arterial elevada e o excesso de peso são outras situações apontadas pelo estudo como principais causas do desenvolvimento de demência

Um grande estudo feito há mais de 30 anos no Reino Unido mostra que homens entre os 45 e os 59 anos que adoptam um estilo de vida saudável têm menos 36% de risco de redução de atividade cognitiva e de ficarem dementes do que aqueles que têm um estilo de vida menos saudável.
 
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