quinta-feira, 30 de setembro de 2010

LINHA DO TÂMEGA

 
Por entre montes e trincheiras do concelho de Celorico de Basto, encontram-se os vestígios do troço Amarante – Arco de Baúlhe da Linha do Tâmega. Este troço, assim como muito outros teve o seu fim marcado na transição nos anos 80 para os anos 90. Não mais de 20 km percorrem este concelho, nos quais encontram-se instaladas 4 estações e 3 apeadeiros: Codeçoso, Lourido, Celorico de Basto, Britelo, Mondim de Basto, Padredo e Canedo. Embora esta reportagem irá centrar-se mais sobre Codeçoso, Celorico e o troço entre Britelo e Mondim, é importante referir que todas os edifícios desta parte encerrada da linha encontram-se bastante degradados com a excepção da casa de pessoal de Celorico, uma casa de PN em Britelo (ambas residências privadas) e também o cais de mercadorias de Canedo (era em 2008 um café).


A estação de Codeçoso dista ainda uns bons 2 km do centro da povoação que lhe dá o nome. Um pequeno edifício térreo que apenas não parece mais esquecido devido à estrada que passa próximo dele e que atravessa os restos da linha a Norte. Consta-se que em 2006 a autarquia tentou aterrar a linha junto à estrada. Nada disto foi oficialmente confirmado. Este era o estado de Codeçoso em Abril de 2006:


Entre Codeçoso e Celorico temos o apeadeiro de Lourido que fica junto à beira da estrada que liga à N210 e também ao caminho que nos leva à Ponte de Arame sobre o Tâmega. Não tenho fotos dele, mas garanto-vos que também não está em bom estado…


O troço da linha “isola-se do resto do mundo”, mas sempre com o belo Tâmega ao longe, seu companheiro até um pouco antes de Celorico, onde a linha “diz” “até logo” ao rio que lhe dá o nome para ir em direcção à sede de concelho.


Embora sendo dentro da vila, mesmo por baixo do Centro de Saúde, a doente estação de Celorico parece que não é atendida e a sua doença agrava-se:
Até 1949 aqui foi o terminal da linha do Tâmega, tendo sido nesse mesmo inaugurado o troço até ao Arco de Baúlhe. Reza a lenda que havia um projecto ambicioso de ligar o Tâmega à linha do Corgo, encontrando-se no caminho com a linha de Guimarães. Ideias ambiciosas que nunca chegaram a acontecer, ficando-se o Tâmega pelo Arco e Guimarães por Fafe, que viria a perder o comboio também em 1990. No mesmo ano, a automotora do Corgo deixou de ir para cima de Vila Real.


Até algures no início desta década havia um projecto ambicioso de um senhor inglês que tinha como objectivo reabrir a linha na sua extensão para comboios turísticos sem custos para as autarquias locais. Contudo, estas demonstram querer esquecer para sempre a ferrovia e recusaram o projecto, optando por um projecto de uma ecopista que ameaça retirar os carris que ainda restam, sem levantar grande interesse por parte da população local.


Ainda em Celorico, encontra-se escondida por baixo de um telheiro uma carruagem de passageiros do tempo do vapor, abandonada e parcialmente destruída.


Saindo em direcção a Britelo deparamo-nos com talvez a parte mais bem estimada da linha neste concelho, que é esta casa de pessoal recuperada para vivenda privada com os carris preservados. É como a linha ainda funcionasse…




(continua)
 
fonte:http://terminalintermodal.isgreat.org/reportagens/tr.-ferrovi%C3%A1rio/perdida-nas-terras-de-basto.php

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

MEMORIAS

ESTE ANO PASSAM VINTE ANOS, SOBRE O ENCERRAMENTO DO TROÇO DA LINHA DO TÂMEGA ENTRE AS LOCALIDADES DE, AMARANTE E ARCO DE BAÚLHE.A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DA VIA FÉRREA E MUITO MAIS BREVEMENTE,SERÁ QUE A ECO PISTA FOI A MELHOR ALTERNATIVA DE APROVEITAMENTO DA VIA OU SERIA O MELHORAMENTO DA LINHA E O APROVEITAMENTO PARA TURISMO,COM A CRIAÇÃO DE RESTAURANTES E HOTÉIS PARA QUE OS TURISTAS PUDESSEM APROVEITAR AO MÁXIMO AS MAIS BELAS PAISAGENS QUE O TRAJECTO FERROVIÁRIO PROPOCIONA??

domingo, 26 de setembro de 2010

MOSTEIRO DE ARNOIA

Do Mosteiro de São Bento de Arnóia, não se conhece uma data certa para a sua construção, mas é suposto que o actual conjunto, tenha sido edificado no final do século X, sobre uma antiga e mais modesta habitação de monges, de que resta por exemplo, o claustro.

Segundo alguns estudos, terá sido em finais do século IX que D. Arnaldo Baião fundou o, então, denominado "Mosteiro de São João do Ermo de Arnóia".

Outros autores atribuem a edificação do mosteiro beneditino à acção de Múnio Moniz (cujo o túmulo vazio se encontra no interior dos claustros), Alcaide do Castelo de Arnóia, relacionando a sua localização, justamente, com a presença monacal, à qual se fez, em 1075, a primeira doação de que há registo, noticiando-se a sua reedificação já durante o último quartel de seiscentos.

Os frades da Ordem de São Bento viveram neste convento, até 1834, quando, no reinado de D. Maria II, foram extintas as ordens religiosas, ditando a sua entrega à Paróquia de Arnóia. Pouco depois, instalou-se aqui o "Hospital Civil de São Bento de Arnóia" numa das suas antigas alas.

De planta longitudinal, de nave única, capela-mor quadrangular e torre sineira, de igual formato, adossada ao alçado Norte, a igreja, com fachadas em cantaria, dispõe de várias dependências monacais distribuídas ao longo de dois registos com janelas de verga recta rasgadas para o claustro, ao qual se acede por escadaria pétrea.

Apesar da ausência de monumentalidade na gramática decorativa que ostenta, o templo encerra no seu interior um tímpano esculpido com Agnus Dei (=Cordeiro de Deus) - num apelo permanente à comunhão eucarística da missa -, atribuído à Escola de Rates, a par de uma placa figurando S. Miguel atacando a serpente.

É através de arcaria plena assente em colunas toscanas que se penetra no claustro ajardinado com quadras de buxo e chafariz central sobre base quadrangular de três degraus.

O tanque, recortado, com faces côncavas, ostenta duas taças centrais, circulares, apoiadas em coluna prismática encimada com pináculo piramidal, cujo recorte arquitectónico e detalhes decorativos contrastam visivelmente com a simplicidade observada nas fachadas que deitam para o cenóbio.

Desde meados do século XIX, o mosteiro é ocupado pela Santa Casa da Misericórdia de São Bento de Arnóia, com funcionamento de um lar da terceira idade.

fonte:www.igespar.pt

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A ponte de arame

A ponte de arame no lugar de Lourido, sobre o rio Tâmega, liga as freguesias de Rebordelo (concelho de Amarante) e Arnóia (concelho de Celorico de Basto).
Para chegar até esta pitoresca ponte, constituída por cabos de arame entrelaçados, com estrado de madeira, ao seguir a estrada N210 no sentido Celorico de Basto – Amarante, encontrará um desvio à esquerda que dá acesso à pequena povoação de Lourido, situada na margem direita do rio Tâmega, que pertence à freguesia de Arnóia.
Ao passar junto à estação dos caminhos de ferro da extinta Linha do Tâmega, e já em direcção ao rio vamos deparar com a ponte de arame. A sua travessia constitui uma autêntica aventura, atendendo ao seu aspecto frágil e ao balouçar de forma pronunciada, mas apesar disto não há registo de nenhum acidente ao longo destes anos.
A ponte aparenta uma tipologia simples, constituída por um piso de madeira apoiado em barrotes, também de madeira, pendurados por arames em cabos metálicos amarrados nas encostas das margens do rio.
A actual ponte, construída por volta de 1926/27, não é a primitiva. Tem um comprimento de 55 metros e 2,5 metros de largura. A anterior era mais estreita e terá sido construída nos finais do séc. XIX e foi cortada numa das margens pelos “Galinhas” de Codessoso a mando da tropa de Amarante… por receio que os de Vila Real por ali passassem.
Em Portugal estão identificadas seis pontes de arame situadas no norte do País, incluindo uma no concelho vizinho de Ribeira de Pena, que se tornou num ex-libris, depois de uma profunda intervenção de reabilitação e reforço.
Naturalmente e devido às características dos materiais que a constituem, é uma estrutura particularmente sensível à acção dos agentes atmosféricos, pelo que na ausência de uma manutenção adequada a sua degradação evolui rapidamente, pondo em causa a segurança de pessoas e bens.
Sabemos que o Município de Celorico de Basto está preocupado com o estado de conservação da Ponte de Arame de Lourido, pelo que a sua recuperação é uma obra mencionada no Orçamento e no Plano Plurianual de Investimentos de 2007, no sentido de continuar firme e permitir o intercâmbio entre as duas margens do rio Tâmega.

http://celoricodigital.blogspot.com/2008/01/ponte-de-arame.html

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ESCRAVOS DO TEMPO!

Escravos do tempo

Todas as pessoas sentem-se prisioneiras ou escravas do tempo,porquê?Temos sempre como codicionante no nosso dia-a-dia o tempo,todas as coisas que fazemos têm hora marcada,temos um certo tempo para fazer algo,por muito que queiramos evitar isso,é impossivel,porque existe algo chamado tempo,que condiciona todas as coisas que fazemos.A sua duração depende da próxima tarefa que iremos fazer,e acabamos por estar sempre a olhar para o relogio para saber se falta muito ou quanto tempo mais podemos estar a fazer aquele compromisso,que estamos no momento a efectuar no momento e quanto nos vai sobrar para fazer o próximo,por essa razão somos escravas do tempo,porque não somos nós quem manda no tempo mas sim o tempo que manda em nós!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

CASTELO DE ARNOIA,CELORICO DE BASTO

O Castelo de Arnóia, também conhecido como Castelo dos Mouros ou Castelo de Moreira, ergue-se na povoação e freguesia de Arnóia, concelho de Celorico de Basto, Distrito de Braga.
Ergue-se sobre um maciço de pedra, em posição dominante sobre a povoação que outrora foi a sede do concelho com Casa da Câmara, Pelourinho e Cadeia.
História
Antecedentes
Embora alguns autores remontem a primitiva ocupação humana deste sítio à época da Invasão romana da Península Ibérica, esta afirmação não se encontra documentada.
O castelo medieval
A época da construção deverá remontar ao final do século X ou início do XI, acredita-se que ligada à defesa do vizinho Mosteiro de São Bento de Arnóia, também fundado neste período. Contribui para esse raciocínio a data de 1034, assinalada na lápide da sepultura do alcaide do castelo (e provável fundador do mosteiro, segundo alguns autores), Múnio Muniz, no claustro daquele mosteiro.
No século XIII, as Inquirições do reino de 1258 referem alguns casais nas freguesias de Arnóia, Caçarilhe e Carvalho, obrigadas à alimentação dos cães de guarda do castelo e da preparação da cal necessária para a sua conservação.
Com a morte do rei D. Afonso III (1210-1279), tendo rendido preito de homenagem a D. Brites ou Beatriz (rainha viúva e testamenteira do falecido), o alcaide deste castelo, Martim Vasques da Cunha, após o afastamento da senhora para Castela por desentendimentos havidos com D. Dinis (1279-1325), teve dificuldades com o novo soberano, que se recusou a desobrigá-lo do seu compromisso de honra. Segundo reza a tradição, tendo consultado diversas cortes europeias sobre como proceder honrosamente nesse impasse, fez sair a guarnição e gentes do castelo, trancando-se no seu interior. Tendo lançado fogo a uma das habitações no seu interior, "salvou-se" descendo-se por um cesto suspenso por uma corda amarrada em uma das ameias. Desse modo, exonerou-se da função sem ferir o compromisso de honra assumido. Verdadeira a narrativa ou não, é fato que, em 1282, D. Dinis arrendou os domínios de Celorico de Basto a Martim Joanes, pelo montante de 210 marabitinos, com a obrigação de que o arrendatário contratasse um cavaleiro para as funções de alcaide deste castelo. Os domínios e o castelo foram arrendadas pelo mesmo soberano em 1284 aos moradores de Celorico de Basto.
No alvorecer do século XV, D. João I (1385-1433) doou o senhorio de Celorico de Basto e seu castelo a Gil Vasques da Cunha (1402), o que denota a importância e tradição dessa família na região.
No século seguinte, D. Manuel I (1495-1521) concedeu foral a Celorico de Basto (29 de Março de 1520), estabelecendo a sede do Concelho em Arnóia, lugar do castelo.
No contexto da Dinastia Filipina, no século XVII, a alcaidaria era exercida pela família dos Castros.
Do século XVIII aos nossos dias
Segundo se afirma, devido ao grande isolamento da vila, o rei D. João V (1706-1750) determinou a mudança da sede do Concelho de Arnóia para o lugar de Freixieiro em Britelo, doravante denominado Vila Nova do Freixieiro, hoje Celorico de Basto (21 de Abril de 1719). A mudança acelerou o processo de decadência de Arnóia.
Em meados do século XX, o Castelo de Arnóia foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 15 de Março de 1946. Em nossos dias, afecto ao Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), que lhe concluiu obras de consolidação e restauro, o Monumento reabriu ao público desde Janeiro de 2004.
Características
Castelo de reduzidas proporções, apresenta planta poligonal irregular orgânica (adaptada à conformação do terreno). Para a sua construção foram procedidos trabalhos de desaterro, visando dificultar-lhe o acesso.
As muralhas, em cantaria de granito, são percorridas por um adarve e reforçadas a Norte por um sólido cubelo. No sector Sul, rasga-se o portão de entrada com portal de verga reta, precedido por uma escadaria de acesso e defendido pela Torre de Menagem, de planta quadrangular. A porta desta, voltada para a Praça de Armas, abre-se a cerca de três metros do solo. É acedida por uma escada externa, construída na década de 1970. O interior divide-se em três pavimentos (o inferior como cave e os dois superiores assoalhados) e o acesso ao telhado de quatro águas é feito, por sua vez, através de uma escada interna. O topo da torre é rematado por merlões.
Ao centro da praça de armas, delimitada pelas muralhas, abre-se a cisterna do castelo. No exterior, na encosta a Norte, localiza-se a antiga forca, inscrita em um trecho de mata de pinheiros e de carvalhos. Tanto esta, como o Pelourinho, foram restaurados na década de 1960.

http://terrasdeportugal.wikidot.com/castelo-de-arnoia

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

HISTORIA DO CONCELHO DE CELORICO DE BASTO

Sobre o Concelho:
O concelho de Celorico de Basto situa-se no extremo sudeste do distrito de Braga e no seu limite com os distritos de Vila Real e Porto. Confina, no território bracarense, com Cabeceiras de Basto (a norte) e com Fafe (a ocidente). É composto por vinte e duas freguesias: Agilde, Arnóia, Basto (S. Clemente), Basto (Santa Tecla), Borba de Montanha, Britelo, Caçarilhe, Canedo de Baixo, Carvalho, Codeçoso, Corgo, Fervença, Gagos, Gémeos, Infesta, Molares, Moreira do Castelo, Ourilhe, Rego, Ribas, Vale de Bouro e Veade. Celorico de Basto está rodeado por cadeias montanhosas como as do Marão, do Alvão ou da Cabreira. O pico do Viso, na freguesia de Caçarilhe, tem 856 metros de altitude e é o seu ponto mais elevado. Tem um relevo acidentado, numa conjugação de vastos planaltos e estreitos vales que descem até ao rio Tâmega. O número de vestígios arqueológicos descobertos em todo o município é extraordinário. O Instituto Português de Arqueologia regista nada menos de cento e setenta sítios, espalhados pelo concelho. Abrangem as mais diversas fases do Homem, desde a pré-História à Idade Moderna. Pretenderam alguns historiadores, em tempos, associa-la à cidade romana de Celióbriga, devido à semelhança do topónimo. Segundo as Inquirições de 1220 e de 1258 (D. Afonso II e D. Afonso III), a terra ou julgado de Celorico compreendia muitas freguesias que actualmente pertencem aos concelhos de Amarante e Felgueiras (distrito do Porto) e Celorico e Fafe (Braga). Juntamente com Cabeceiras de Basto, Celorico formou aquelas que na Idade Média se designaram por Terras de Basto. Recebeu carta de foral de D. Manuel I, dada em Évora, em 29 de Março de 1520. Nessa altura, a vila de Basto, área da actual freguesia de Arnóia, era a sede municipal, com o castelo a surgir em lugar de destaque. Por provisão assinada por D. João V em 21 de Abril de 1719, a sua sede passou para o lugar do Freixieiro da freguesia de Britelo. Para além da importância do Castelo, que anteriormente referimos, fundamental na sua evolução histórica foi também o Mosteiro beneditino de Arnóia. A sua fundação remonta ao século X e, apesar de o edifício ter sofrido muitas alterações ao longo dos séculos, ainda é possível vislumbrar algumas das suas características iniciais. Vivem em Celorico de Basto, actualmente, 20 466 pessoas (dados de 2001). 6150 famílias clássicas residentes distribuem-se por 9104 edifícios existentes no concelho. A sua economia é acentuadamente rural, embora o número de pessoas que se dedicam à agricultura tenha vindo a diminuir. É uma população que conserva ainda, indeléveis, algumas das suas marcas de identidade. No artesanato, onde os bordados a fio de ouro e, em certa medida, a tecelagem, constituem uma imagem de marca do concelho; na gastronomia, que apresenta aos visitantes pratos riquíssimos da cozinha tradicional portuguesa, como as couves com feijão, acompanhadas com toucinho, o arroz de cabidela de frango «pica no chão» ou o cabrito e vitela assada, sempre acompanhados pelo vinho verde da região; e nas festas e romarias, de carácter essencialmente religioso, que se realizam ao longo de todo o ano.

http://retratoserecantos.pt/concelho.php?id=19

terça-feira, 14 de setembro de 2010

FIGURAS DE CODEÇOSO/Monsenhor Albino Alves da Cunha e Silva.

Monsenhor Albino Alves da Cunha e Silva.
Padre Albino Alves da Cunha e Silva nasceu em 21/09/1882 na aldeia de Codeçoso, Província do Minho, em Portugal, filho de Avelino Alves da Cunha e Silva e Ana Joaquina da Mota e Andrade, pessoas de sólida formação moral e alto grau de religiosidade, possuidores de uma fortuna considerável, porque honestos e trabalhadores.
O pequeno Albino ingressou no curso primário na cidade de Amarante. Após terminar o secundário começou a pensar no seu futuro, ou seja, escolher uma carreira. Foi aí que, depois de muito rezar e pensar decidiu entregar-se de corpo e alma a Deus, pela vida eclesiástica. Seu pai não queria que ele fosse padre. Desejava ver o filho formado em Direito. A mãe pensava do modo contrário; apoiava o filho na sua escolha.
Em setembro de 1905, Albino terminou o curso superior, com bastante brilho, na cidade de Braga, onde foi ordenado sacerdote. Sua primeira Paróquia foi na sua terra natal. De vigário encomendado passou a vigário colado, mediante concurso difícil e brilhante. Tornou-se, por isso, facilmente conhecido como padre de valor. E a prova dessa afirmação está em que os seus superiores o promoveram a uma grande e rica paróquia. Entretanto, não tomou posse.
A Perseguição.
Em 03/10/1910 estoura a Revolução em Portugal. No dia 05 do mesmo mês a Câmara Municipal de Lisboa proclama a República e o Governo Provisório que, dirigindo-se ao País e ao Mundo, indicou as suas idéias e intenções que logo se revelaram anticlericais, positivistas, jacobinas, etc.
A 10 de outubro, o Governo Provisório põe em vigor as antigas leis de Pombal que expulsaram os Jesuítas de Portugal e também o decreto ditatorial liberal que suprimiu todos os conventos, mosteiros e estabelecimentos religiosos. Instituiu-se o divórcio, a secularização dos cemitérios, proibiu-se o ensino religioso nas escolas primárias e decretou-se a separação da Igreja do Estado.
Padre Albino, fiel aos princípios dos Santos Evangelhos e dos postulados da Santa Igreja, não se dobrou diante da prepotência dos homens, enfrentando tudo e a todos. Mas, como sempre acontece, fora vencido. Condenado à prisão e degredo na África, foi obrigado a fugir para que a Igreja não perdesse um bom combatente.
Arranca a sua querida batina, para não ficar sem ela e a vida, deixa crescer o bigode, veste um terno modesto e foge. Empreendeu uma terrível jornada, a pé, da cidade de Amarante à cidade de Braga, quando chegou a perder a unha do dedo grande do pé esquerdo.
De Braga parte de trem para Monção, na divisa da Espanha, onde fica na casa do padre que foi seu vigilante no Seminário Maior. Este sacerdote consegue que Padre Albino, através do rio Minho, vá para Salva Terra dos Magos. Em seguida, vai morar em Tuí, pequena vila espanhola, aguardando o momento oportuno para deixar sua Terra.
E foi rápido. Estava ancorado no porto de Vigo o vapor "Zelândia", ostentando a bandeira brasileira, destinado a proteger os foragidos desejosos de imigrar para o Brasil. Padre Albino toma o navio com destino ao Brasil.
Chegada ao Brasil
Em 21/09/1912, com 30 anos, desembarcou no Rio de Janeiro. Como padre, ele passou por Jaboticabal, Jaú, Barra Bonita e, finalmente, Catanduva, em 26/04/1918, onde ficou até sua morte, em 19/09/1973, aos 91 anos de idade.
Curiosamente, Padre Albino não foi bem recebido pelos catanduvenses, que choravam a saída do padre Caputo, muito popular. As próprias autoridades olhavam o padre português com certa prevenção, pois ele era reservado, austero, nobre e circunspecto. Nunca foi orgulhoso. Quando passava pelas ruas, sempre humilde e recolhido, não era compreendido pelo povo. Quantas vezes, ao passar pelas ruas, recebia insultos. Alguns tossiam propositadamente e escarravam perto de seus pés. Entretanto, ele não se revoltava. Suportava tudo calado e sem perder a calma. Nem sequer fazia cara feia.
O seu primeiro inimigo gratuito foi o próprio sacristão. Este, acostumado com o primeiro vigário, que tudo deixava em suas mãos um tanto ligeiras...não se conformava com a atitude enérgica do segundo vigário, que sabia governar a Igreja e as...esmolas dadas pelo povo para a construção da Matriz. Procurou mesmo difamar, perante o povo, o sério e piedoso padre. Chegou ao cúmulo de dizer que ele era ladrão de galinhas.
A Construção da Matriz, do Hospital, e das Faculdades.
No seu segundo ano em Catanduva, Padre Albino iniciou as obras da Igreja Matriz. Para isso saiu, pelas ruas da cidade, pelos sítios, buscando donativos: debaixo de sol ou chuva; a pé, a cavalo, de carro; de dia e de noite, passando fome e sede. E sofrendo decepções. Com muitas dificuldades angariou os donativos necessários, pelos sítios principalmente, e contando mais com os paroquianos pobres. Assim terminou a obra, para espanto geral de todos.
Foi também graças a Padre Albino que a Igreja Matriz ganhou as telas do grande pintor brasileiro Benedito Calixto, o que incluiu a cidade no roteiro turístico do Estado de São Paulo.
Em 1926 inaugura a Santa Casa de Misericórdia, hoje Hospital Padre Albino. Os trabalhos e dificuldades com que construíra a Matriz diminuíram consideravelmente, pois o povo já conhecia e amava intensamente o seu vigário. Todos confiavam nele, convictos de sua honestidade e capacidade. Nesta obra ele já contava com a ajuda das pessoas abastadas da cidade.
O hospital cresceu com a construção do prédio da Maternidade. No início da década de 50 inaugura o pavilhão infantil. Em 1976, no cinqüentenário do hospital, inaugura o bloco vertical de seis andares.
Ligado à sua preocupação com a assistência aos idosos, o Lar dos Velhos foi a segunda obra de Padre Albino em Catanduva, inaugurado em 29/06/29.
Em 1969 vem o ciclo das escolas, a partir da Faculdade de Medicina, idéia e sonho de Padre Albino para dar destino ao hospital após a sua morte, sua grande preocupação. Para isso, porém, a primeira medida a ser tomada era a da transformação da Associação Beneficente de Catanduva em Fundação para se organizar a Mantenedora das faculdades. Após o cumprimento de toda a burocracia, aos 29/03/1968, com sua primeira reunião, nascia a Fundação Padre Albino.
A seguir vieram o Colégio Comercial Catanduva (1971), a Faculdade de Administração de Empresas (1972) e a Faculdade de Educação Física (1973).
Além destas, Padre Albino foi responsável pela criação da Casa da Criança "Sinharinha Netto", Vila São Vicente de Paulo, Lar Ortega-Josué, Ginásio Dom Lafayette, Seminário "César De Bus" e Santuário Nossa Senhora Aparecida.
A Velhice e a Doença.
Nos últimos anos, em decorrência de moléstias e da debilidade física, Padre Albino deixou a Casa Paroquial e passou a residir no próprio hospital, no famoso quarto 84. Permanecia sentado na primeira sala à direita da entrada. Em lugar das pesadas botinas, passou a usar sandálias, que eram mais leves; em vez da batina preta, quente, uma espécie de guarda-pó cinza, com o colarinho eclesiástico; não mais com o tradicional guarda-chuva, mas curvado, cada vez mais, arrimado à bengala. Caminhava com dificuldades pelos corredores do hospital.
Chegava a tumultuar a vida do hospital porque observava toda a movimentação da portaria e nunca permitia que um doente que chegasse não fosse atendido a qualquer hora.
A primeira fratura do colo de fêmur aconteceu em 1958 e Padre Albino tinha 75 anos. A grave fratura, aliada a um problema intestinal, recomendava que fosse transferido para São Paulo. Operado pelo prof. Godoi Moreira, permaneceu seis meses internado no Hospital Beneficência Portuguesa e seu tratamento foi todo custeado pela comunidade.
Sua leitura diária era o jornal O Estado de São Paulo. No fim de cada ano dava à Fundação Padre Albino uma quantia em dinheiro de um valor que seus familiares, de Portugal, lhe remetiam anualmente e que mantinha em uma conta na Caixa Econômica.
Levantava-se às 5 horas, almoçava às 11 horas e jantava às 17 horas.
A Morte.
No seu último dia de vida, Monsenhor Albino tomou pela manhã, ás 6 horas, o desjejum: leite, pão e bolacha. Às 10 horas o almoço: um prato de canja, ovo cozido e maçã.
 Entre as últimas pessoas que recebeu, além de seu colaborador, dr. Floriano Lima, na manhã do seu falecimento, esteve com ele o Bispo de Rio Preto, Dom Lafayette Libanio, seu grande amigo e superior hierárquico durante muitos anos.
Após a saída do Bispo, disse ao seu enfermeiro que desejava virar de lado para descansar um pouco da posição em que estava. Ao ajudá-lo, o enfermeiro notou que ele estava perdendo a cor. Irmã Anália Nunes foi chamada e pediu que o dr. Bento Moretto viesse imediatamente.
Padre Albino tinha sofrido uma espécie de desmaio. Auscultando-o, dr. Bento percebeu que a pulsação foi caindo; o coração, pulsando fraco e lentamente, ia parando. O coração de Padre Albino foi parando, parando, parou. Era o dia 19 de setembro de 1973, uma quarta-feira, próximo das 12 horas.
O corpo de Padre Albino, embalsamado, ficou exposto em câmara ardente no átrio da capela do hospital. Às 16 horas deste mesmo dia foi trasladado para a Igreja Matriz, onde foi celebrada missa de corpo presente pelo Bispo e todos os vigários da Diocese.
O sepultamento foi realizado no dia 21, às 16 horas, sendo o corpo transportado em um carro do Corpo de Bombeiros, para o Cemitério Nossa Senhora do Carmo, com acompanhamento calculado para perto de 30 mil pessoas.


http://www.fundacaopadrealbino.org.br/portal/patrono.php

domingo, 12 de setembro de 2010

INJUSTIÇAS!!!!

A portuguesa Telma Monteiro conquistou hoje a medalha de prata no Campeonato do Mundo de judo, a decorrer em Tóquio, no Japão, na categoria de menos de 57 quilos, depois de perder na final frente à japonesa Kaori Matsumoto.

Telma Monteiro, de 24 anos, teve um desempenho excepcional nos Mundiais de Tóquio, tendo vencido cinco combates, acabando por ceder a 23 segundos do final do último.

Segunda do ranking mundial na categoria, a judoca de Almada venceu sucessivamente Thi Lan Nguyen (Vietname), Ekaterina Melnikova (Rússia), Ioulietta Boukouvala (Grécia), Sabrina Filmoser (Áustria), fechando com uma derrota com a judoca da casa.

A atleta do Benfica repete, assim, as medalhas de prata que tinha alcançado nos Mundiais de 2007 (no Rio de Janeiro) e 2009 (em Roterdão). O currículo de Telma nos Campeonatos do Mundo de seniores inclui ainda uma medalha de bronze em 2005, no Cairo.

PORTUGAL, disputou ontem na ALEMANHA,a final do 49º camopeonato da europa de hóquei em patins,contra a maior potência do hóquei europeu,PORTUGAL DEFRONTOU a ESPANHA e perdeu por 8-2,resultado que refelecte a supremacia da ESPANHA,QUE CONQUISTOU o seu exaga campeonato da eurapa seguido,PORTUGAL tentou quebrar um jejum a nível internacional visto que já ha doze anos que não ganha um campeonato europeu fora de casa.

REMO:CAMPEONATO DA EUROPA DE REMO Portugal MONTEMOR-O-VELHO. PORTUGAL sagrou-se este domingo vice-campeão europeu de remo na categoria LM2X, na prova que se realiza em Montemor-o-Velho.

Numa final muito disputada, a dupla portuguesa, Pedro Fraga e Nuno Mendes, atacou a partir dos mil metros e conseguiu subir da quarta para a segunda posição, conquistando a medalha de prata.

A jogar em casa, a dupla de remadores portugueses sentiu o apoio do público e conseguiu ficar a 1,4 segundos da equipa alemã que, com 6.21,46 minutos, conseguiu sair de Portugal com a medalha de ouro.

Estas são noticias de desporto com boas participações nacionais,que obtiveram bons resultados tanto em casa como no estrangeiro,as quais são lhes dadas pouco destaque,infelizmente.
O que interessa no desporto,são as modalidades mais mediáticas como o futsal,futebol como se não existissem outras modalidades,que trazem mais alegrias e menos polémicas,seja a nivel nacional como a nivel regional!!!!

Fim do mundo a 21 de Dezembro de 2012

Fim do mundo a 21 de Dezembro de 2012

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FIGURAS DE CODEÇOSO/Raul Teixeira Cunha e Silva

"12 lições de história comparada das religiões", da autoria Raul Cunha e Silva, no próximo dia 13 de Dezembro, pelas 14.30h, no Pequeno Auditório do Fórum da Maia.

Esta obra tem como objectivos: Considerar a origem do Universo, da vida e das religiões; Relevar o Criacionismo vs Evolucionismo; Comparar as várias cosmogonias; Analisar o antropomoformismo: Primus in orbe deos fecit Timor (Lucrécio); Indicar os múltiplos conceitos de Deus e as provas da sua existência; Referir a vida post mortem: a (i)mortalidade, o Céu, o Inferno; Enfatizar alguns politeísmos e os monoteísmos do Livro; Inferir que os crentes de uma religião não são os únicos detentores da verdade salvífica.

Raul Teixeira Cunha e Silva nasceu em Codessoso, Celorico de Basto. Fundador do Instituto Cultural do Rotary Club da Maia. Professor e membro do Conselho Científico da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Responsável científico da cadeira de Organização e Desenvolvimento Curricular. Membro do CEPESA (Centro Português de Estudos do Sudeste Asiático). Doutor em Ciências da Educação pela Universidade do Minho (1994). Mestre em Análise e Organização do Ensino pela Universidade do Minho (1989). Licenciado em Filologia Clássica pela Universidade de Coimbra (1979). Licenciado em Filosofia pela Universidade de Roma (1963). Membro fundador da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação.


fonte:http://bibliotecamaisperto-maia.blogspot.com/2008_12_01_archive.html

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

TOXICODEPENDÊNCIAS/SUPER INTERESSANTE

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou as drogas pelo seu grau de perigosidade, seguindo critérios como o maior ou menor perigo tóxico, a maior ou menor capacidade de provocar a dependência física, e a maior ou menor rapidez em que esta dependência se estabelece.

Assim, com base nos critérios anteriores, as drogas são classificadas em quatro grupos:

Grupo 1: Ópio e derivados (morfina, heroína, ...);

Grupo 2: Barbitúricos e álcool;

Grupo 3: Cocaína e anfetaminas;

Grupo 4: LSD, canabinóides, tabaco, etc.

Nos quadros seguintes apresenta-se informação diversa relativa aos efeitos das drogas.

Caracterização das drogas segundo o perigo de provocar dependência física, psíquica e tolerância

Droga
Dependência física
Dependência psíquica
Tolerância

Tabaco
+
+ +
+

Canabinóides
-
+ +
+

LSD
-
+
-

Inalantes
+
+ +
+ + +

Álcool
+ + + +
+ + +
+ +

Benzodiazepinas
+
+ +
+

Anfetaminas
+ +
+ + +
+ + + +

Ecstasy
-
+
-

Cocaína
-
+ + + +
-

Heroína
+ + + +
+ + + +
+ + + +

Metadona
+ + +
+ + +
+ + +

Cafeína
+
+ +
+


Legenda: inexistente (-); ligeira (+); média (++); forte (+++); muito forte (++++)

Nota: algumas drogas, quando consumidas de forma abusiva, embora levem o utilizador a fazer crescer os seus consumos, deixam progressivamente de fazer efeito mesmo com o aumento da dose: é o caso da cocaína, do ecstasy e, sobretudo, do LSD. No caso específico da cocaína é comum os seus utilizadores lembrarem-se saudosamente dos efeitos sentidos nas primeiras tomas, convertendo-se a sua dependência, de alguma forma, numa procura inglória da mesma "euforia" sentida no início.

Caracterização das drogas segundo a sintomatologia do síndrome de abstinência

Droga
Sintomas de abstinência

Opiáceos

(ex.: heroína)
Ansiedade e dispneia, mídriase (dilatação das pupilas), lacrimejo, rinorreia, calafrios, "pele de galinha", tremores e convulsões, hipertensão, diarreia e vómitos com consequente desidratação que em casos raros e extremos poderá levar à morte.

Benzodiazepinas
Insónia, desmaios, tremores e, em casos raros e extremos, febre, convulsões, delírios e coma.

Álcool
Nos casos ligeiros: tremores.

Nos casos graves: delirium tremens (delírios e alucinações, geralmente "visualização" de insectos nas paredes, tecto, etc.).

Anfetaminas

Cocaína
Depressão (por vezes grave, com risco de suicídio), apatia, sonolência, dores musculares.

Cafeína
Irritabilidade, nervosismo, entorpecimento intelectual.

Nicotina
Irritabilidade e ansiedade, cefaleias (dor de cabeça), secura da boca, obstipação.


Fonte: adaptado de "Casas J. Todo lo que deben saber sobre la drogadicción y otras toxicomanías, De Vecchi, Espanha, 1987"

Nota: os canabinóides, o LSD e o ecstasy têm sintomas de abstinência muitíssimo ligeiros, e apenas em casos raros e extremos.



Caracterização das drogas segundo os efeitos imediatos (positivos e negativos) e efeitos tardios do consumo contínuo

Droga
Efeitos imediatos


Efeitos tardios do

consumo contínuo

Positivos

são os que o toxicodependente procura
Negativos

mais frequentes na sobredosagem e em fases tardias do consumo continuado

Opiáceos

(ex.: heroína)
Elimina a ansiedade e depressão, promove a confiança, euforia e extremo bem-estar
Cólicas abdominais, confusão mental, convulsões, paragem respiratória por inibição dos Centros Respiratórios e, se não houver assistência terapêutica rápida, a morte
Anorexia, emagrecimento e desnutrição, obstipação, impotência ou frigidez sexual, esterilidade, demência, confusão e infecções várias (hepatites, Sida, endocardites quando a administração é endovenosa)

Benzodiazepinas
Elimina a ansiedade e a tensão muscular. Promove a desinibição psicológica e o sono "para dormir e esquecer"
Diminuição da coordenação motora, do equilíbrio, hipotensão, bradicárdia, paragem respiratória e morte
Emagrecimento, ansiedade, irritabilidade e agressividade, grande labilidade emocional, depressão com risco de suicídio

Álcool
Igual às benzodiazepinas
Igual às benzodiazepinas
Polineurite, impotência ou frigidez sexual, amnésia, diplopia (visão dupla), cirrose hepática, labilidade emocional, agressividade extrema e demência irreversível (devido à destruição irreversível de células cerebrais)

Inalantes

(tintas, lacas, colas, gasolina, solventes, aerossóis, etc.)
Igual às benzodiazepinas
Embriaguez, alucinações, diplopia (visão dupla), paragem respiratória, coma e morte
Doenças graves do fígado, rim e sangue (leucemias), e demência irreversível

Anfetaminas

Ecstasy

Cocaína
Estado de grande auto-confiança, euforia e energia. Aumento efémero da capacidade de concentração, memorização, rapidez de associação de ideias, maior força muscular e diminuição da fadiga, sono, fome, sede ou frio
Secura da boca, suores, febre, hipertensão e arritmias cardíacas, irritabilidade, agressividade, tremores e convulsões, delírios paranóides

A exaustão contínua pode provocar desidratação, problemas cardíacos, renais e morte

A cocaína está frequentemente associada à perfuração do septo nasal
Emagrecimento, irritabilidade, delírios paranóides (sensação de ser perseguido por organizações secretas, etc.)

A perfuração do septo nasal é uma complicação típica do consumo inalado de cocaína

O ecstasy está raramente associado a crises de flashback

Canabinóides
Elimina a ansiedade e promove sensação de bem-estar, desinibição, maior capacidade de fantasiação, visualização da realidade com mais intensidade (cores e sons mais distintos)
Secura da boca, reacções de ansiedade e pânico (paradoxalmente mais comuns em fumadores experientes), agressividade e, excepcionalmente, alucinações
Pode desencadear uma doença mental (psicose) nos raros indivíduos predispostos

Síndrome "amotivacional" (provavelmente apenas em grandes consumidores predispostos)

Alucinogénios

(ex.: LSD)
Forte exaltação das percepções sensoriais (cores e sons mais intensos), sinestesias (transferências das impressões de um sentido para outro: ouve-se cores e vê-se sons). Sensação de levitação, despersonalização mística em que o indivíduo se sente unido ao Universo deixando de ser uma unidade individualizada
Má viagem ou "bad trip" em que o consumidor tem sensação intensa de pânico e delírios paranóides que podem durar até cerca de 2 dias

Estas reacções descontrolados provocam ocasionalmente acidentes mortais
Crises psicóticas com delírios e alucinações

Flash-backs ou períodos efémeros nos quais o ex-consumidor volta a sentir os efeitos do consumo até um ano depois de deixar de consumir

Tabaco
Relaxamento psicológico, facilitador da concentração
Aumento do ritmo cardíaco e hipertensão, tosse e problemas cardíacos e vasculares graves em indivíduos predispostos
Doenças pulmonares e cancros

Doenças vasculares (enfarte do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais, gangrena dos membros e impotência sexual

FONTE:SAÚDEPÚBLICA.WEB.PT

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

DEPOIS DA LIGA DE FUTSAL,QUE ACTIVIDADES VÃO SER FEITAS PELAS ASSOCIAÇÕES?

Depois de uma frustante participação das associações na liga de futsal,que actividades vão elas fazer até começar a próxima edição?Pelo que vejo vão entrar de férias até ao inicio da da liga 2011/2012!!!

Publicação em destaque

A tosse de fumador pode esconder problemas de saúde graves

http://ptjornal.com/a-tosse-de-fumante-pode-esconder-problemas-de-saude-graves-62045