quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Americano mata a esposa porque ela ‘não parava de falar’

Joseph Hilton (foto ao lado), de 62 anos, assassinou a esposa, Deborah Faile Hilton, de 59, porque “ela não parava de falar”. Sim, este foi o motivo que ele alegou ao ligar para a emergência 911 (equivalente ao nosso 112) após o crime, ocorrido em Lancaster (Carolina do Sul, EUA).
“Ela simplesmente continuou a falar, falar, falar. Eu não conseguia falar com ela. Estávamos a ter uma discussão e não conseguimos chegar a uma conclusão”, disse Joseph, segundo gravação obtida pela emissora WSOCTV.
Para calar a esposa, o americano usou um revólver calibre 45.
Depois de ligar para o 911, Jopseph fez outra chamada. Ele ligou para o enteado e disse: “Matei a sua mãe. Você precisa vir aqui”.
O assassino foi preso

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Adele


Trofa: Jovem casal constrói casa de pneus e latas

Trofa: Jovem casal constrói casa de pneus e latas
Construção arranca na próxima semana e a casa deverá estar pronta no final do Verão

Paredes de pneus, terra e latas. Pode parecer um projeto insólito mas é mesmo com estes materiais que Marta Santos e Pedro Silva vão construir a sua primeira casa. Com o apoio de um construtor que decidiu abraçar o projeto, a Casa Ecofixe, como foi batizada, promete reciclar materiais e funcionar com o máximo da sustentabilidade.

por Patrícia Maia

A socióloga Marta Santos, de 31 anos, conta ao Boas Notícias que a ideia desta construção inédita em Portugal surgiu quando o casal começou a procurar casa. “As casas térreas que encontrámos aqui na zona custavam todas à volta de 200 mil euros. Por esse valor decidimos que seria melhor comprar um terreno e fazer uma casa à nossa medida”, explica.

As paredes exteriores da Casa Ecofixe vão ser feitas de pneus - oferecidos pela empresa de reciclagem Metais Jaime Dias – que vão ser enchidos com terra. As paredes interiores da casa serão construídas com milhares de latas que foram recolhidas, ao longo de mais de dois anos, nos cafés e restaurantes da zona. Um revestimento de areia, palha e cimento vai garantir o acabamento final das paredes.

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Já o telhado desta casa térrea - que vai ter uma área de 200 m2 e quatro assoalhadas - será ajardinado. “A combinação de pneus e latas é altamente isolante e impermeável e, aliada à cobertura ajardinada, esta solução oferece um comportamento térmico excelente que permite poupar muita energia”, explica Marta.

A própria estrutura da casa, que será de madeira, vai ser construída com tábuas recicladas de obras que foram demolidas. Também as águas da chuva serão recolhidas para um depósito e canalizadas para a casa, enquanto a colocação de painéis solares vai permitir aquecer a água do banho com a luz do sol.

Casa Ecofixe deu origem a uma nova empresa de construção

O precursor desta arquitetura feita de materiais reciclados foi o norte-americano Mike Reynolds, nos anos 70. As suas técnicas têm sido replicadas em alguns projetos, um pouco por todo o mundo (ver vídeo abaixo), mas avançar para esta aventura em Portugal foi um desafio.

A Casa Ecofixe foi desenhada pelo gabinete de arquitetura F. Pereira e o acompanhamento técnico da obra está a ser feito pelo gabinete P.d.M. Pereira de Magalhães Arquitectura & Design. O verdadeiro desafio foi encontrar o construtor.

“Apresentámos o projeto a cinco empresas na zona e nenhuma quis pegar na ideia. Entretanto, o técnico de uma dessas empresas, David Araújo, apaixonou-se pelo conceito, saiu da empresa e aceitou o desafio. Aliás, acabou por criar uma empresa que será especializada neste tipo de construções”, conta a jovem socióloga.



Embora o investimento do casal ainda seja relativo - a despesa na construção da casa e na aquisição do terreno vai ficar em cerca de 155 mil euros - a grande vantagem desta obra, para além de ser uma construção concretizada com o mínimo impacto ambiental, será o “ganho substancial em termos de energia e poupança de água a médio e longo prazo”, sublinha Marta.

Marta e Pedro deixam um profundo agradecimento a todas as pessoas e empresas que os têm apoiado neste projeto diferente, incluindo a câmara da Trofa que aprovou o projeto de construção, e esperam desta forma “contribuir para traçar novos caminhos e opções mais sustentáveis, em Portugal, na área da construção civil e do mercado imobiliário”.

Clique AQUI para aceder ao Facebook da Casa Ecofixe onde pode acompanhar toda a evolução deste projeto inédito no nosso país.
 
boasnoticias.pt

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Uma volta ao mundo movida a óleo vegetal

Uma volta ao mundo movida a óleo vegetal
A sustentabilidade ambiental vai levar a portuguesa Rita Bragança e o uruguaio Leandro Fans numa volta ao mundo. Movidos a óleo vegetal, o casal embarca numa viagem de automóvel para conhecer 50 países e comprovar que é possível percorrer o planeta através de uma "estrada de tijolos verdes".

por Márcia Moço
Os dois jovens de 29 e 34, respetivamente, vão partir de Portugal já este mês para concretizar o sonho do Green Brick Road Project, projeto que pretende promover uma ideia simples com base na urgente necessidade de se adotar um estilo de vida sustentável.
Ao longo de dois anos, Rita, uma profissional da área do cinema, e Leandro, um chef que vive em Portugal há 11 anos, esperam visitar cerca de 50 países e trabalhar em pelo menos 15 quintas orgânicas de todo o mundo. Pelo caminho, o casal vai colaborar com a rede de voluntariado World Wide Opportunities on Organic Farms (WWOOF), dedicando entre três e seis semanas a cada uma das quintas.
A WWOOF é um programa de intercâmbio que, em troca de ajuda voluntária, garante alimentação, alojamento e oportunidades para conhecer o estilo de vida natural em quintas e espaços rurais.
"O nosso objetivo é uma formação prática nestes temas de maneira a podermos criar, depois, a nossa própria quinta onde possamos partilhar estes conhecimentos", explicam Rita e Leandro ao Boas Notícias.

Os viajantes esperam contactar com "comunidades locais em diferentes lugares do mundo" e aprender sobre sustentabilidade ambiental, com foco na "permacultura e agricultura biológica, preservação de ecossistemas e biodiversidade".

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Carrinha Amarela adapta-se à viagem sustentável
A fiel companheira de Rita e Leandro é uma Mercedes Benz 307D de 1984, amarela e branca, que passou por várias modificações para que o seu motor fosse movido a óleo vegetal. Mais do que o transporte do casal, a Amarela será a casa ambulante dos dois jovens ao longo de dois anos de descobertas.
Os viajantes utilizaram materiais reutilizáveis para construir uma casa dentro da carrinha. A Amarela já está pronta para a viagem e leva no seu interior uma cama, um frigorífico, um lavatório, um fogão e um sistema de aquecimento.
Rita e Leandro explicam que a decisão de alterar o sistema de alimentação de combustível da carrinha surgiu com a vontade de querer "reduzir a pegada de carbono" ao longo da viagem. A opção do óleo vegetal é apresentada como "a melhor maneira possível e disponível de momento para evitar usar combustíveis fósseis".
No decorrer dos preparativos para a viagem, o Green Brick Road Project contou com o apoio da WWOOF Portugal, do portal Greensavers e de outros viajantes, como foi o caso de Carlos Carneiro, responsável pelo projeto "Nunca é tarde", uma viagem que pai e filho realizaram à volta de África.
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Acima de tudo, os viajantes destacam a ajuda de André Reis, mecânico que fez a transformação da Amarela. O motor da carrinha faz o arranque através de diesel, passando então para a alimentação a óleo vegetal quando for atingida a temperatura adequada. Antes do motor ser desligado, o abastecimento passa de novo para o diesel até à sua paragem.
Parte do óleo vegetal necessário para concretizar a viagem foi reunido com a ajuda de amigos e familiares dos dois viajantes. "Vamos também pedir a restaurantes e consideramos contactar empresas de reciclagem de óleo que possam querer contribuir para este projeto", explicam ao Boas Notícias.
A Amarela terá de passar por travessia marítima entre alguns territórios, estando previsto que sejam contactadas diretamente empresas de transporte fluvial para levar a bordo o Green Brick Road Project. Tal como o voluntariado no projeto WOOF, os dois aventureiros põem a possibilidade de trabalhar a bordo de cargueiros em troca do transporte da Amarela.
A bagagem
"Muito óleo, muitos filtros e ferramentas" são os principais elementos da bagagem do casal para garantir que percorrem os 50 países à volta do mundo. Os jovens têm a viagem pensada e estão precavidos para as mais variadas situações que possam encontrar.
"A bagagem para uma viagem de dois meses ou de dois anos é mais ou menos a mesma. A diferença é que tem de se estar preparado para Inverno e Verão", explicam. "As galochas, a máquina fotográfica e o equipamento normal de campismo" são outros elementos que não vão faltar nas malas de viagem de Rita e Leandro.
Para a primeira fase da viagem, a Amarela vai transportar dois depósitos de 240 litros cada e um outro com 70 litros de óleo vegetal, sendo que o cálculo do consumo para toda a viagem atingiu os 10 litros a cada 100 quilómetros. "Ou seja, se levarmos os nossos depósitos cheios teremos uma autonomia de cerca de 5.000 quilómetros", afirmam.
Rita e Leandro levam ainda na bagagem menos contributos do que esperavam receber mas agradecem o apoio prestado por várias pessoas que lhes facilitaram o planeamento da viagem e fizeram com que este projeto fosse possível. O casal explica que o mais importante é "aprender e contribuir para a divulgação da urgência em ser-se sustentável".
"Quando nos propusemos fazer esta viagem, contámos apenas connosco e com as nossas convicções, por isso tudo o que vier a mais é fantástico, mas não será impeditivo se não pudermos ter todos os apoios que gostaríamos. Trabalharemos com o que tivermos", realçam os viajantes.
Clique AQUI para conhecer mais sobre a viagem do Green Brick Road Project.
 
boasnoticias.pt

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Trabalhar menos pode ajudar a salvar a Terra do aquecimento global

Agora a ciência encontrou um motivo mais do que nobre para você trabalhar menos. Segundo uma teoria lançada pelo economista David Rosnick, se a jornada de trabalho no mundo fosse diminuída para 35 horas semanais, os níveis de poluição poderiam ser reduzidos em até 22%.
“A relação [entre horas de trabalho e poluição] é complexa e não é claramente compreendida, mas é possível compreender que ao baixar os níveis de consumo, mantendo o restante em uma constante, nós reduziríamos a emissão de gases”, afirma Rosnick.
Tornar o trabalho do mundo um pouco mais “europeu”, com mais dias de folga e menos horas trabalhadas por dia, poderia reduzir pela metade o aumento da temperatura global esperado para 2100.
O estudo apresenta algumas lacunas e precisa ser aperfeiçoado. Não há, por exemplo, como saber o que as pessoas fariam nos seus dias ou horários de folga. Dependendo da atividade escolhida, os níveis de carbono emitidos poderiam até aumentar.
Trabalhe menos, economize mais
Em 2008, uma experiência do tipo foi feita no estado norte-americano de Utah. Todos os escritórios do governo trabalhavam de segunda a quinta-feira, folgando às sextas. Ao longo de um ano, isso rendeu 13% de economia no uso de energia, deixou os funcionários mais felizes, mais comprometidos com o trabalho e o governo do estado economizou cerca de 5 milhões de dólares (cerca de 3,7 milhões de €).


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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Inglês faz sexo com boneco de neve e quase fica sem pénis

Kenneth Guillespie é um inglês de 64 anos, que vive em Blackburn, uma cidade industrial a norte de Liverpool e tem sérios problemas de alcoolismo. Devido ao seu vício, o homem protagonizou recentemente uma cena escabrosa: fez (ou tentou) fazer sexo com um boneco de neve!
Algumas pessoas moradoras perto do local, encontraram o senhor Guillespie meio despido e a soluçar junto aos restos do que havia sido um boneco de neve contruido pelas crianças das redondezas. Ao se aproximarem presenciaram uma imagem que tão cedo vão esquecer: o homem tinha sintomas de congelação no pénis.
Preocupados com a sua saúde, chamaram uma ambulância para levar o Guillespie para o hospital, onde os médicos que o atenderam confirmaram o diagnóstico. “Pode ser engraçado, mas é algo realmente sério. Pode causar uma gangrena, e, consequentemente, ter que se amputar o membro. ”
Tudo não terá passado de um susto e provavelmente de uma constipação, mas para o seu orgulho é um dano irreparável. O seu caso foi publicado em todos os meios de comunicação regionais e já é o assunto do riso entre os vizinhos.

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Gâmbia: funcionários públicos só trabalham 4 dias por semana

Os funcionários públicos de Gâmbia estão “em festa”! O presidente do país africano, Yahya Jammeh (na foto), decretou que os servidores federais só vão trabalhar quatro dias por semana. A partir de agora, a sexta-feira está incorporada no fim de semana de descanso.
Jammeh justificou a medida dizendo que os seus funcionários precisam de mais tempo para “rezar, ter atividades sociais e dedicar-se à agricultura”.
Os seus críticos, entretanto, argumentam que a decisão promove a preguiça e compromete a já enfraquecida economia da Gâmbia.
A grande maioria da população de Gâmbia é composta por muçulmanos, para os quais a sexta-feira deve ser dedicada a orações.
Jammeh, no poder desde 1994, após um golpe de Estado, é conhecido pela sua excentricidade. Em 2007, ele disse ter criado a cura para a Sida usando uma espécie de poção mágica com ervas.


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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A ciência responde: o que veio antes, o ovo ou a galinha?

Se há uma pergunta que nos deixava(e continua a deixar) os neurónios baralhados quando criança é “o que veio antes, o ovo ou a galinha?”. Afinal, a galinha nasce de um ovo, mas para que um ovo exista, é preciso haver uma galinha… Descanse, não é o único a quem essa questão causa confusão. Até os filósofos e pensadores desde a Grécia antiga se interrogavam. Finalmente a pergunta foi respondida.
Se compreendida literalmente, a ciência poderia responder que o ovo veio antes, já que os animais que “botam” ovos já existiam muito antes da galinha surgir no mundo. Contudo, não é bem esse o cerne da questão, já que a pergunta, na verdade, é: “o que veio antes, o ovo da galinha ou a galinha?”
O ovo vem da galinha
Segundo a ciência, o ovo de galinha é formado a partir de uma proteína essencial chamada OV-17, que só pode ser encontrada dentro do ovário de uma galinha. Portanto, para botar um ovo de galinha, seria preciso existir uma galinha, tecnicamente.Mas aí entra uma pergunta paralela: o que é um ovo de galinha? Um ovo que foi botado por uma galinha ou um ovo que contém uma galinha?
Na concepção do filósofo e cientista David Papineau, do King’s College, de Londres, um ovo de galinha é aquele que traz dentro de si uma galinha. “Eu diria que é um ovo de galinha se existe uma galinha dentro. Se um canguru botar um ovo e de dentro dele sair um avestruz, o ovo certamente seria de avestruz e não um ovo de canguru. Pela lógica, a primeira galinha veio de um ovo de galinha, mesmo que este não tenha sido botado por galinhas”, afirmou.
A galinha vem do ovo
Durante a reprodução, as informações contidas nos DNAs são replicadas, mas neste processo geralmente ocorrem pequenas alterações, chamadas de mutações. Agora, quando isso acontece por milhares de anos, as pequenas mudanças podem somar-se, resultando em novas espécies.
Portanto, a principal teoria acerca do surgimento das galinhas é que um animal bastante semelhante a elas se reproduziu e botou um ovo que carregava o animal que hoje conhecemos como galinha. Então, se o ovo continha uma galinha, mesmo não tendo sido botado por uma, pode-se dizer que o ovo veio antes da galinha.
“A primeira galinha deve ter se diferenciado dos seus pais devido a uma mutação genética, provavelmente bastante subtil, mas o suficiente para caracterizá-la como sendo uma galinha”, afirmou John Brookfield, geneticista da University of Nottingham.
Porém, a existência de um único animal modificado não constitui uma nova espécie. Assim, foram necessários milhares de anos para que as galinhas sofressem adaptações evolutivas e começassem a botar ovos de galinhas – o que significaria que as galinhas vieram antes, nesta perspectiva.
A grande resposta
A ciência explicou os pormenores do surgimento da galinha, mas qual é a resposta definitiva para a grande pergunta?
Independente do ovo ter sido botado pelo animal semelhante à galinha ou pela galinha, trata-se, antes de mais nada, de um ovo que continha uma galinha. Então, eis a resposta: o ovo veio antes da galinha.

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Novo protocolo vai apoiar 2.000 desempregados

Novo protocolo vai apoiar 2.000 desempregados
Um novo protocolo assinado entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) vai oferecer estágios e cursos de formação remunerados a, pelo menos, 2.000 desempregados.

O protocolo Património Ativo, publicado esta terça-feira em Diário da República, pretende melhorar as "condições de empregabilidade", nomeadamente de pessoas com "menores qualificações", através de estágios e formação em áreas relacionadas com a recuperação do património e proteção das florestas.
Estes programas destinam-se, sobretudo, a desempregados com baixas qualificações e, numa primeira fase, irão abrir cerca de 2.000 candidaturas. Os programas têm vigência de um ano mas podem ser alargados "caso a reavaliação seja positiva".
O protocolo Património Ativo engloba duas vertentes - Estágios e Contratos emprego-inserção (CEI) - nas áreas da conservação e reabilitação urbana do património Móvel e Imóvel, a Museologia, Animação cultural junto a comunidades locais e aos centros urbanos e várias artes tradicionais desde os têxteis à cerâmica ou gastronomia, entre outras atividades de relevância para o património natural, cultural e urbanístico.

São destinatários da medida Estágio-Património os desempregados com idade até 35 anos, inscritos nos centros de emprego há pelo menos 4 meses consecutivos e desempregados com idade superior a 35 anos, inscritos nos centros de emprego há pelo menos 12 meses consecutivos.

Ao estagiário é concedida uma bolsa mensal de 419.22 (correspondente ao indexante dos apoios sociais) para os candidatos sem ensino secundário completo e de 523 euros para o estagiário com qualificação de nível 3, 4 e 5 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) e de cerca de 690 euros para o estagiário com qualificação de nível 6, 7 ou 8 do QNQ.

Formação subsidiada

Já a medida CEI destina-se sobretudo a desempregados com idade igual ou superior a 55 anos de idade e os projetos aderentes devem incluir, obrigatoriamente, a realização de formação, com duração mínima de 50h. Esta formação pode ser desenvolvida em contexto de trabalho nas entidades promotoras ou a entidades formadoras certificadas.

O desempregado da medida CEI que receba subsídio de desemprego terá direito a uma bolsa mensal complementar de montante correspondente a cerca de 80 euros. O desempregado beneficiário do RSI e o desempregado
não subsidiado inscrito no centro de emprego há pelo menos 4 meses tem direito a uma bolsa mensal de 419 euros.

Os programas, que vão ser desenvolvidos pela ANMP, contarão com o apoio do Governo em termos de comparticipação de verbas.

Clique AQUI para consultar a portaria do protocolo no Diário da República.


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Publicação em destaque

A tosse de fumador pode esconder problemas de saúde graves

http://ptjornal.com/a-tosse-de-fumante-pode-esconder-problemas-de-saude-graves-62045