segunda-feira, 30 de junho de 2014

INEM: Desfibrilhadores salvaram 447 vidas em 2013

INEM: Desfibrilhadores salvaram 447 vidas em 2013
A presença de desfibrilhadores automáticos externos (DAE) em ambulâncias permitiu salvar 447 vidas  durante o ano passado. O número foi revelado pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que adiantou que estes equipamentos foram utilizados 4.558 vezes em 2013.
 
Trata-se de um dispositivo portátil que permite, através de elétrodos adesivos colocados no tórax de uma vítima em paragemcardiorrespiratória, analisar o ritmo cardíaco e recomendar ou não a administração de um choque elétrico. 
 
Em comunicado, o INEM informa que, das 4.558 utilizações do DAE, "em 532 casos o aparelho recomendou a administração de choque elétrico, sendo que 447 vítimas foram transportadas para uma unidade hospitalar com sinais de circulação espontânea". 
 
"A utilização dos desfibrilhadores traduziu-se, assim, num número significativo de vidas salvas no próprio local da ocorrência, com recurso ao Suporte Básico de Vida (SBV) e à utilização dos desfibrilhadores por equipas de tripulantes de ambulância", explica o instituto.
 
De acordo com o INEM, a utilização precoce dos DAE, disponíveis nas ambulâncias do INEM, dos bombeiros e da Cruz Vermelha Portuguesa, "é um fator crítico de sucesso na cadeia de sobrevivência das vítimas com paragem cardiorrespiratória".
 
O aumento da instalação dos DAE a espaços públicos "permitiu igualmente um importante alargamento do acesso do cidadão à desfibrilhação precoce", congratula-se o instituto.
 
Além das ambulâncias, acrescenta aquela entidade, colaboraram no socorro às vítimas outros meios de socorro, nomeadamente viaturas médicas, ambulâncias de Suporte Imediato de Vida e motociclos de emergência médica.
 
Em 2013, o INEM formou cerca de 600 elementos de corporações de bombeiros em suporte básico de vida e desfibrilhação automática externa, sendo que, atualmente, há já cerca de 2.900 operacionais formados.
 
De acordo com o INEM, circulam a nível nacional 558 veículos equipados com DAE, entre ambulâncias do instituto (148) e ambulâncias operadas pelos bombeiros e Cruz Vermelha (410).


boasnoticias.pt

Vegetais crucíferos tratam asma e protegem pulmões

Vegetais crucíferos tratam asma e protegem pulmões
Investigadores australianos concluíram que o consumo diário de brócolos pode ajudar a tratar a asma
Comer uma a duas porções de brócolos cozinhados ao vapor por dia pode ajudar os asmáticos a respirar normalmente e evitar a deterioração das suas condições de saúde. A conclusão é de um estudo norte-americano que revela que os vegetais crucíferos em geral trazem benefícios importantes na proteção dos pulmões.
 
De acordo com a investigação desenvolvida pela Universidade de Melbourne, na Austrália, recentemente dada a conhecer, a ingestão de vegetais como couves, alfaces, couves de bruxelas, couve-flor e couve chinesa reduz e é mesmo capaz de reverter os danos pulmonares.
 
As conclusões obtidas pelos cientistas, coordenados pela estudante Nadia Mazarakis e o professor Tom Karagiannis, poderão vir, no futuro, a introduzir alterações nos tratamentos usados em casos de asma e outros problemas respiratórios.
 
"Testes laboratoriais mostraram que o consumo de brócolos modifica a constituição das vias respiratórias e pode tornar a respiração mais fácil para aqueles que sofrem de asma e alergias", explica Mazarakis em comunicado, acrescentando que "os bloqueios nas vias respiratórias foram revertidos quase totalmente" nas experiências conduzidas.
 
Segundo a investigadora, "a utilização dos brócolos para tratar a asma poderá também ajudar pessoas que não respondem bem aos tratamentos tradicionais", embora, para já, e dado que este trabalho está ainda em fase experimental, é recomendável que os pacientes "continuem a seguir os conselhos médicos habituais".
 
A descoberta, que integra uma investigação na área da saúde que procura incorporar nas prescrições médicas tratamentos relacionados com a dieta, vai ser apresentada em breve por Nadia Mazarakis na conferência internacional Undergraduate Research Conference about Food Safety que decorrerá em Shangai, na China

boasnoticias.pt

Americanas criam biquíni que simula topless

Mulher incendeia própria casa para matar aranha

Uma mulher está a ser acusada de incêndio criminoso após ela, supostamente, ter ateado fogo à sua própria casa. Tudo para matar uma aranha que ela viu na sua residência.
Segundo a polícia, Ginny Griffith, de 34 anos, terá relatado que usou um isqueiro para soltar o fogo a uma pilha de de toalhas após lá ter visto uma aranha.
Para a casa de Ginny Griffith em  Hutchinson, Kansas, foram enviados 5 carros de bombeiros para lidar com as chamas que rapidamente ficaram fora de controlo, de acordo com KWCH12.
O vice comandante Doug Hanen, do departamento de fogos do  Kansas, disse que os bombeiros encontraram chamas ativas e fumo a sair da parte da casa de Ginny, um apartamento duplex.
Apesar do aparato, o incêndio foi controlado em poucos minutos. Griffiths foi presa por incêndio criminoso agravado.

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domingo, 29 de junho de 2014

Após soltar 306 presos por engano, Nebrasca quer recapturar bandidos

Mais de 300 prisioneiros foram libertados por engano no estado do Nebrasca (EUA). De acordo com a agência de notícias Reuters, o governador Dave Heineman afirmou nesta sexta-feira (27/6) que as autoridades estão a tentar recapturar pelo menos vinte deles.
Segundo o governador, 306 presos foram libertados erradamente porque um agente se enganou e fez as contas erradas ao calcular as datas de liberdade condicional por bom comportamento.
“É óbvio que houve um erro. Eles são pessoas más e é necessários prendê-los de novo e iremos fazer isso”, acrescentou Dave.
O governador não informou quando os presos foram libertados. De acordo com Dave, 257 deles estão fora da cadeia há mais tempo do que o previsto nas suas sentenças e, por isso, se não se envolverem em novas confusões poderão ficar livres.
Foram emitidos entre 20 a 25 mandados para a captura de presos que, segundo o governador, não são assassinos, mas “criminosos comuns” que foram condenados a sentenças menores.
O procurador geral Jon Bruning afirmou que um dos presos recorreu aos tribunais (contra o Estado) para que não possa ser recapturado.

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sábado, 28 de junho de 2014

Vídeo de Ronaldo a abraçar crianças torna-se viral

Descoberto o maior reservatório de água do planeta

Descoberto o maior reservatório de água do planeta
Um grupo de cientistas norte-americanos das universidades de Northwestern e New Mexico acredita ter descoberto, 640 quilómetros abaixo da superfície da Terra, o maior reservatório de água do planeta, "escondido" em profundidade no manto terrestre.
De acordo com informações cedidas à imprensa pelos investigadores, a equipa encontrou bolsas de magma localizadas sob a América do Norte, um sinal da presença de água - água essa que, porém, não está em nenhum dos estados que nos são familiares (líquido, sólido ou gasoso).
Segundo os investigadores, a água está "presa" no interior da estrutura molecular dos minerais que constituem as rochas do manto terrestre, o que sugere que a mesma pode ter sido levada a tal profundidade por intermédio do movimento das placas tectónicas, fazendo derreter parcialmente as rochas da zona mais profunda daquela parte do planeta Terra.
"Estamos, finalmente, a começar a encontrar evidências de um ciclo terrestre da água completo e que pode ajudar a explicar a vasta quantidade de água em estado líquido na superfície do nosso planeta habitável", explica o geofísico Steven Jacobsen, cientista da Universidade de Northwestern.
Ao longo de muitos anos os especialistas têm especulado acerca da existência de água "presa" na camada rochosa do manto terrestre, mas só agora Jacobsen e o colega sismólogo Brandon Schmandt, da Universidade de New Mexico, conseguiram apresentar as primeiras evidências da existência de água nesta parte do manto, conhecida como "zona de transição", a uma escala regional.
Os cientistas explicam que a descoberta oferece também indícios de que o processo que causa o derreter parcial das rochas do manto acontece a cerca de 640 quilómetros de profundidade.
"O facto de uma rocha derreter a esta profundidade é notável, porque a maior parte dos processos de derretimento no manto ocorrem apenas nos 80 quilómetros imediatamente após a superfície", aponta Schmandt.
A equipa responsável pelo achado afirma que se 1% do peso das rochas do manto terrestre localizadas na zona de transição for H2O, tal poderá representar uma quantidade de água a cerca de três vezes a existente nos nossos oceanos.
Os resultados da investigação, agora publicados na revista científica Science, vão ajudar os geofísicos a compreender melhor de que forma aconteceu a formação da Terra, qual é a sua composição atual, de que modo se processa o funcionamento do seu interior e que quantidade de água estará escondida no manto do planeta.
Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).
 
 
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5.500 livros doados durante Feira do Livro

5.500 livros doados durante Feira do Livro
A campanha ‘Dar e Receber’, que decorreu durante a 84ª edição da Feira do Livro, angariou 5.600 livros que serão doados a crianças e jovens até aos 12 anos de idade
Muitos visitantes da 84.ª edição da Feira do Livro de Lisboa aderiram ao desafio lançado pela APEL e pelo Banco dos Bens Doados e foram à Feira “Dar e Receber”.

Ao longo de 18 dias, as duas entidades levaram a cabo uma campanha de responsabilidade social que tinha como objetivo máximo promover os hábitos de leitura junto de crianças e jovens até aos 12 anos de idade.
A missão foi cumprida e os leitores que passaram pela Feira contribuíram com 5.600 livros infanto-juvenis que, agora, serão entregues às crianças e jovens de várias Instituições de Solidariedade Social da zona da Grande Lisboa, dedicadas ao apoio de cidadãos carenciados, nomeadamente crianças desfavorecidas ou com baixos recursos.
A Organização da Feira e o Banco dos Bens Doados fazem um balanço bastante positivo deste projeto e acreditam na possibilidade de o repetir ao longo das próximas edições.
 
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Cantora oferece a sua virgindade em troca de estudantes sequestradas

Adokiye, cantora pop nigeriana de 23 anos, ofereceu a sua virgindade em troca das mais de 200 estudantes sequestradas pelo grupo extremista islâmico Boko Haram no nordeste da Nigéria.
“Pelo amor de Deus, elas têm entre 12 e 15 anos. Eu sou mais velha e tenho mais experiência. Mesmo que 10 ou 12 homens me possuam toda noite, não me importo. Apenas libertem estas meninas e deixem-nas voltar para os seus pais”, disse Adokiye em entrevista ao jornal “Vanguard”.
“São 11 horas da noite e sabe no que estou a pensar? Naquelas meninas, onde elas estarão e o que está a acontecer com elas. Isto é injusto. Elas são tão jovens”, acrescentou a cantora.
O grupo de estudantes foi sequestrado em abril. O Boko Haram exige a libertação de extremistas presos para soltar as adolescentes. Além de sequestros, a milícia costuma realizar atentados terroristas, a fim de transformar a Nigéria num Estado islâmico.

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Dois portugueses no… pior onze do Mundial

Hoje é o primeiro dia de descanso do Mundial. Tempo, igualmente, para os primeiros balanços de uma competição na qual muitas seleções já abandonaram. Nesse sentido, o jornal italiano Gazzetta dello Sport decidiu eleger o onze das maiores desilusões da fase de grupos da prova.
Um grupo de sonho, é certo, mas que saem pela porta pequena. Existem dois portugueses na lista (Pepe e João Pereira) ainda que bem acompanhados com algumas estrelas que nunca chegaram a brilhar no Mundial.
Confira o onze (e treinador):
Akinfeev (Rússia); João Pereira (Portugal), Pepe (Portugal), Piqué (Espanha), Jordi Alba (Espanha); Muntari (Gana), Gerrard (Inglaterra), Boateng (Gana); Cassano (Itália), Diego Costa (Espanha) e Balotelli (Itália)
Treinador: Roy Hodgson (Inglaterra)

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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Orientação: Português sagra-se campeão europeu

Orientação: Português sagra-se campeão europeu
© João Oliveira PH/Federação Portuguesa de Orientação
O português Ricardo Esteves sagrou-se, esta quinta-feira, campeão da Europa de "sprint" (M16) durante os Campeonatos da Europa de jovens em orientação pedestre que estão a decorrer em Strumica, na Macedónia.
Ricardo Esteves terminou a prova com 11'30", com 30" de avanço em relação ao finlandês Tuomas Heikkila, segundo classificado, e 34" à frente de Vojtich Sykora, da República Checa, que fechou o pódio na terceira posição.
Esta é a segunda vez que um português triunfa a nível europeu no "sprint", a mais recente vertente da orientação pedestre, depois de Diogo Miguel ter vencido a mesma prova em 2007 em Eger, na Hungria.
A edição de 2014 do torneio conta com uma participação recorde de 34 países, envolvendo mais de 400 atletas masculinos e femininos que, em quatro escalões (homens 16/damas 16 (e homens18/damas18) lutam pelos títulos europeus de "sprint", distância longa e estafetas.
A comitiva portuguesa na Macedónia é composta por 11 atletas - António Ferreira, João Bernardino, João Casal e Ricardo Esteves (H16), Beatriz Sanguino (D16), Beatriz Moreira e Catarina Reis (D18) e Daniel Catarino, João Novo, André Esteves e Bernardo Pereira (H18) - e está na Macedónia desde sexta-feira da semana passada.
 
 
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Cientista cria pâncreas biónico para filho com diabetes

Cientista cria pâncreas biónico para filho com diabetes
A motivação do cientista para o desenvolvimento deste pâncreas biónico foi o diagnóstico do filho, logo aos 11 meses de vida, com diabetes tipo 1 © Ed Damiano
Depois de o filho ter sido diagnosticado, logo aos 11 meses de vida, com diabetes tipo 1, um cientista norte-americano desenvolveu um pâncreas biónico capaz de controlar automaticamente a doença. Os resultados mais recentes dos testes com o dispositivo foram apresentados este mês e mostram que a solução poderá vir a revolucionar a vida de muitos outros pacientes.
O engenheiro Ed Damiano, cujo filho, David, tem agora 15 anos de idade, começou por querer construir um pâncreas biónico por medo que os níveis de açúcar no sangue da criança caíssem drasticamente durante o sono, o que poderia ser fatal, e estabeleceu como objetivo conseguir a aprovação da autoridade norte-americana do medicamento (FDA) até 2017, ano em que David irá para a faculdade.
Após vários anos de trabalho, Damiano e a sua equipa concluíram, recentemente, dois ensaios clínicos com duração de cinco dias em que participaram 32 adolescentes e 20 adultos e nos quais esta alternativa se mostrou mais eficiente do que as bombas de insulina tradicionais e proporcionou maior segurança aos doentes no controlo do problema.
Este pâncreas artificial, que começou a ser testado em porcos em 2005 e que foi criado por Ed Damiano e o colega Firas El-Khatib, da Universidade de Boston, permite monitorizar regularmente os níveis de açúcar no sangue e determinar os níveis necessários de insulina, explica um comunicado divulgado pela instituição de ensino superior norte-americana.
O sistema é, no entanto, bem diferente do verdadeiro órgão em termos de aparência e funcionamento: é constituído por um monitor de glicose, uma bomba de insulina e outra de glicagina (uma hormona produzida pelo pâncreas responsável pelo aumento da glicemia) e um iPhone, que funciona com um algoritmo capaz de determinar as doses a administrar em cada momento.


Os três componentes do sistema vão ser transformados num só para a realização do ensaio clínico final © Universidade de Boston
Os resultados dos dois estudos com humanos efetuados em 2013 foram publicados esta semana na revista científica New England Journal of Medicine e dados a conhecer durante uma conferência da Associação Americana da Diabetes em São Francisco, nos EUA.
"Este foi um estudo muito ambicioso. Foi o primeiro teste do nosso dispositivo móvel e permitu aos voluntários caminhar por Boston, visitar restaurantes, museus e lojas, deu-lhes verdadeiramente a possibilidade de serem eles mesmos", afirma Ed Damiano.
Os voluntários adultos foram acompanhados por enfermeiras, viveram num hotel durante cinco dias e tiveram toda a liberdade para passear durante o dia, ao passo que os jovens, com idades entre os 12 e os 20, passaram o mesmo período de tempo num campo de férias, "onde foram integrados em todas as atividades normais dos outros adolescentes", explica o cientista.
A equipa está, atualmente, a iniciar um segundo ensaio num campo de férias, desta feita com crianças entre os 6 e os 11 anos e, durante o próximo ano, pretendem conduzir um estudo ainda mais ambicioso com 40 adultos de diversas universidades que poderão viver nas suas casas, ir trabalhar e estar a até uma hora de distância do local do ensaio clínico.
Damiano adianta que a fase seguinte será a realização de um estudo-piloto final que envolverá centenas de voluntários que usarão uma versão melhorada deste pâncreas biónico, que vai ser transformado num dispositivo único que englobe num só todas as funções que oferece neste momento.
Embora se trate de um grande desafio, o engenheiro norte-americano assegura que o seu propósito continua a ser cumprir o prazo que estabeleceu inicialmente, obtendo autorização para a utilização do sistema em contexto clínico dentro de três anos.
"Esperamos completar os estudos com o equipamento integrado em 2016 e submetê-lo à aprovação da FDA no início de 2017. Ainda temos esperança de que o mesmo seja aprovado na segunda metade de 2017", conclui.

Clique AQUI para aceder ao estudo completo (em inglês).
 
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Ser mãe após os 33 pode significar vida mais longa

Ser mãe após os 33 pode significar vida mais longa
As mulheres que têm filhos de forma natural numa fase mais tardia da vida, em particular após os 33 anos, tendem a viver mais tempo. A conclusão é de um estudo norte-americano, que revela também que as caraterísticas genéticas que lhes permitem ser mães mais tarde podem também ajudar a aumentar a longevidade das gerações seguintes.
A investigação, conduzida por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Boston (BUSM), nos EUA, cujos resultados foram publicados este mês na revista científica Menopause, mostra que as mulheres capazes de dar à luz depois dos 33 anos têm maiores probabilidades de viver uma vida mais longa do que as que tiveram o último filho antes dos 30.
"Claro que estas conclusões não significam que as mulheres devam esperar para ter filhos em idades mais avançadas para aumentar as suas hipóteses de longevidade", explica Thomas Perls, um dos autores do estudo, em comunicado.
Segundo o cientista, "a idade do último parto funciona como indicador de envelhecimento". Ou seja, "a capacidade natural de ter um filho num momento mais tardio indica, provavelmente, que o sistema reprodutivo da mulher está a envelhecer mais lentamente e, consequentemente, o mesmo está a acontecer com o resto do corpo".
O estudo em causa baseou-se na análise de dados do censo "Long Life Family Study - LLFS", uma coleção de dados de cariz biológico, psicológico, social e genético de 551 famílias cujos membros viveram até idades excecionalmente avançadas, nas quais os investigadores determinaram a idade com que 462 mulheres tinham tido os seus filhos mais novos e quantos anos viveram.
A equipa coordenada por Thomas Perls concluiu que as mulheres que deram à luz pela última vez após os 33 anos tinham duas vezes mais probabilidades de viver até aos 95 anos em comparação com as que tiveram a última criança aos 29 anos.

Longevidade pode estender-se às gerações seguintes
Além disso, os resultados indicaram também que as mulheres podem ser a 'força motriz' inerente à evolução das variantes genéticas que atrasam o envelhecimento, ajudando as gerações seguintes a viver até idades mais avançadas.
"Se uma mulher possuir determinadas variantes, é capaz de se reproduzir e de carregar uma criança durante um maior período de tempo, o que aumenta as suas hipóteses de transferir esses genes à geração seguinte", explica Perls. "Isto pode explicar por que razão 85% das mulheres vivem até aos 100 ou mais anos, uma idade a que apenas chegam 15% dos homens", acrescenta.
Estas conclusões são consistentes com descobertas anteriores que associavam a idade das mulheres aquando do nascimento dos filhos a uma longevidade excecional. Um outro estudo tinha já, por exemplo, descoberto que as mulheres que dão à luz após os 40 têm quatro vezes mais probabilidade de viver até aos 100 anos do que as que tiveram filhos mais cedo.
De acordo com a equipa da Universidade de Boston, os resultados do estudo sublinham a importância de continuar a investigar a influência genética da saúde reprodutora, já que tal pode ter impacto ao nível da velocidade de envelhecimento e da suscetibilidade a doenças relacionadas com a idade.
 
 
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Castelo Branco: Call center cria 150 novos empregos

Castelo Branco: Call center cria 150 novos empregos
A Portugal Telecom (PT) acaba de anunciar a assinatura de um acordo com o município de Castelo Branco que prevê a criação de 150 novos postos de trabalho graças à abertura, naquela cidade, de um centro de atendimento telefónico destinado a servir os clientes da marca.
Em declarações à Lusa, uma fonte da PT explica que "este novo espaço vem reforçar o investimento que a Portugal Telecom tem vindo a fazer ao longo dos últimos anos no interior do país, deslocalizando serviços e funções".
Segundo a mesma fonte, o centro de atendimento vai ajudar a empresa "a expandir e consolidar as operações de atendimento a clientes e apoio a suporte de vendas", sendo que o futuro centro vai ficar instalado no local onde a Segurança Social tinha instalado um call-center que encerrou há dois anos.
O edifício em causa custou à autarquia de Castelo Branco cerca de 1,5 milhões de euros e, graças a esta parceria, será, agora, requalificado, com o reforço da presença da PT, que desde 2006 está em solo albicastrense, naquele território
 
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Vídeo: Os melhores golos do Mundial

Vídeo: Conseguem os restaurantes apresentar os pratos que anunciam?

Vídeo: No Facebook, a vida dos outros é sempre melhor do que a nossa

Vídeo: Estádio para Mundial de 2022 apresentado durante jogos do Mundial de 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Carcavelos recebe evento gratuito de surf adaptado

Carcavelos recebe evento gratuito de surf adaptado
© Associação Salvador
A Associação Salvador organiza, no próximo dia 28 de Junho, entre as 09.30h e as 18.00h, na Praia de Carcavelos, o evento "Ondas para Todos" que, uma vez mais, oferecerá a pessoas com deficiência motora a oportunidade de experimentarem de forma totalmente gratuita a modalidade de surf adaptado.
Em comunicado enviado ao Boas Notícias, a organização explica que a iniciativa tem como objetivo a promoção da prática regular de surf adaptado na Praia de Carcavelos entre Maio e Novembro, destinando-se a cidadãos com deficiência motora e a um acompanhante, que pode participar, também, na atividade sem quaisquer custos.
"Sendo a prática desportiva importante para qualquer pessoa, para as pessoas com dificuldades motoras é, diria, fundamental para que possam ter uma vida com qualidade", defende Salvador Mendes de Almeida, fundador da associação que promove o evento.
"É com enorme satisfação que, pelo quarto ano, proporcionamos um dia diferente a um grupo de pessoas com deficiência motora, com o objetivo de lhes incutir o gosto pelo surf para que comecem a praticar esta modalidade de forma regular", congratula-se o responsável.
O evento, promovido em parceria com a Capitania do Porto de Cascais e com o apoio da BP, Locarent, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Liberty, Bifanas de Vendas Novas, Sacolinha e Sunny Delight e 35 voluntários, oferecerá ainda aos 25 participantes e 25 acompanhantes e familiares um almoço piquenique, com bifanas, sumos e bolas de berlim para a sobremesa.
Fundada em 2003 por Salvador Mendes de Almeida, tetraplégico desde os 16 anos devido a um acidente de viação, a Associação Salvador desenvolve projetos em três eixos de atuação: Integração, Acessibilidades e Sensibilização.

"Com uma postura ativa e responsável", a Associação Salvador luta pela promoção da inclusão das pessoas com deficiência motora e da melhoria da sua qualidade de vida.
Consulte abaixo o programa completo do evento:
08h30 – Transfer de autocarro adaptado desde Sete Rios até à Praia de Carcavelos
09h30 – Chegada à praia de Carcavelos e check in
10h00 – Briefing a todos os participantes, junto à tenda de apoio
10h30 – 12h30 – Prática de surf (atividade por grupos, acompanhados de monitores)
12h30 – 14h30 – Intervalo para almoço piquenique, fornecido a cada participante pela Associação Salvador
14h30 – 17h30 – Prática de surf (atividade por grupos, acompanhados de monitores)
18h00 – Transfer em autocarro adaptado de Carcavelos até Sete Rios

Clique AQUI para aceder ao site oficial da Associação Salvador.
 
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Jovem dorme um ano na rua para ajudar sem-abrigo

Jovem dorme um ano na rua para ajudar sem-abrigo
© Rudy Hummel/Snore Outdoors
Um adolescente norte-americano dormiu na rua durante um ano para angariar fundos para ajudar os sem-abrigo e, ao mesmo tempo, incentivar à proteção da Natureza. No início deste mês, 365 dias depois do arranque da aventura, Rudy Hummels voltou, por fim, e de objetivos cumpridos, ao conforto da sua cama.
Tudo começou em Junho do ano passado e, inicialmente, tratava-se apenas de um desafio pessoal sem segundas intenções. "Quando comecei a dormir na rua, fi-lo porque gosto de me desafiar. Adoro acampanhar e, portanto, pareceu-me normal querer passar todas as noites no exterior durante um ano", conta Rudy no site "Snore Outdoors", que criou para dar a conhecer os diferentes momentos do seu percurso.
Rudy, de 17 anos, natural do estado do Minnesota, nos EUA, começou por construir uma casa na árvore no jardim, mas a aventura foi progredindo e acabou por se tornar numa jornada a favor do próximo e da Natureza que o fez enfrentar condições atmosféricas adversas, tempestades de neve e, muitas vezes, uma sensação assustadora de insegurança.
"Pensei no que é importante para mim, como a Natureza, e em quantas pessoas têm de dormir na rua todos os dias, sem um saco-cama ou sem roupa quente. Embora, à partida, estes dois mundos não pareçam muito próximos, para mim estão", explica o adolescente norte-americano.
De acordo com o jovem, "cuidar das pessoas é importante, tal como é importante cuidar do ambiente que nos rodeia", já que "tratar bem é Natureza é tratarmo-nos bem uns aos outros, tanto no presente, como para as gerações futuras".


© Rudy Hummel/Snore Outdoors


Quase 3.000 euros a favor dos sem-abrigo e da Natureza
Em resultado das reflexões trazidas pelas primeiras noites ao relento, Rudy decidiu, então, lançar uma campanha de angariação de fundos a favor de duas associações norte-americanas: a Habitat for Humanity, que "dá um fantástico exemplo do que é cuidar das pessoas" ao construir casas para os sem-abrigo, e o Hawk Ridge Bird Observatory, uma organização de proteção da Natureza e da vida selvagem.
Ao longo desta aventura, que foi partilhando com o mundo através da Internet, Rudy Hummels conseguiu angariar mais de 4.000 dólares (cerca de 2.940 euros), mas este valor não deverá ficar por aqui, já que, apesar de o desafio ter terminado, a campanha de recolha de fundos continuará até ao fim deste mês.
Depois de ter concluído o desafio, Rudy Hummel confessa, em declarações ao jornal norte-americano Today, que a experiência o fez aprender uma lição muito valiosa. "A minha passagem do medo à gratidão mostrou-me que nunca devemos perder a fé na Humanidade, porque as pessoas nem sempre são o que esperamos. Por cada pessoa que nos magoa, há outra que nos ajuda a levantar", assegura.
O último ano foi também enriquecedor para os familiares do jovem. A mãe de Rudy, Gail Johnejack, admite que a iniciativa do filho levou toda a família "por uma maravilhosa e inesperada estrada" e que todo o processo fez com que começassem a "pensar mais nos outros".
Clique AQUI para aceder ao site Snore Outdoors (em inglês).
 
 
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Cabra-montesa inspira luvas para guarda-redes lusas

Cabra-montesa inspira luvas para guarda-redes lusas
Projeto da UMinho conta com o apoio da empresa que equipa os guarda-redes internacionais portugueses Beto (na foto) e Eduardo
O trabalho de um investigador português da Universidade do Minho (UMinho) pode vir a melhorar o desempenho dos guarda-redes profissionais. Clécio Lacerda, aluno daquela instituição de ensino superior, está a desenvolver luvas com palmas que imitam o casco da cabra-montesa e que podem revolucionar a aderência e o conforto.
De acordo com informações veiculadas pela UMinho e citadas pela Lusa, o projeto do estudante português vai ser patenteado e, embora recente, o trabalho, que junta os departamentos de Engenharia Têxtil e de Biologia da universidade, "já desperta interesse do mercado".

A investigação, que partiu da tese de doutoramento de Clécio Lacerda em Engenharia Têxtil, está a ser financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e conta mesmo com as parcerias do Vitória de Guimarães e de diversas empresas, entre as quais a que equipa os guarda-redes internacionais de futebol Eduardo e Beto, este último atualmente ao serviço da seleção nacional no Brasil.
Clécio Lacerda decidiu focar-se nas luvas de guarda-redes de futebol não apenas pelo seu potencial de mercado, mas também devido ao tratamento distinto que tem sido dada às costas e à palma daquela parte do equipamento desportivo.
"As costas da luva estão há muitos anos bem resolvidas estética e tecnologicamente mas, surpreendentemente, a palma da luva não, quando é a parte mais importante, pois contacta diretamente com a bola. O seu látex desgasta-se" mais rapidamente e não tem a aderência ideal", justifica o investigador.
Com o objetivo de alterar esta realidade, o aluno de doutoramento analisou microorganismos, plantas, animais e outros sistemas biológicos que dispusessem da estética e da funcionalidade aplicáveis à palma da luva, acabando por constatar que o exemplo ideal para se inspirar era o casco da cabra-montesa.
Em laboratório, Clécio Lacerda constatou que os cascos desta espécie de cabra europeia são formados por fibras e procurou perceber como estas fibras se organizavam vertical e horizontalmente de modo a conseguir imitar artificialmente esse processo.

Tecnologia poderá ser usada noutros desportos e contextos
Depois de testar vários modelos, bem como os seus comportamentos face ao atrito e à compressão, o investigador conseguiu desenvolver uma espuma de látex de base tecnológica inovadora.
"O protótipo em estrutura hexagonal expande-se e volta à forma inicial, tal como o casco da cabra", esclarece o cientista, acrescentando que o equipamento por si criado "inclui ainda uma camada de polímero ou silicone para facilitar a aderência".
O próximo passo da investigação será validar os sistemas de corte da luva, um trabalho que Cláudio Lacerda vai desenvolver no semestre final do doutoramento.
Embora tenha sido pensada, inicialmente, para ser usada nas luvas dos guarda-redes, Clécio Lacerca admite que a tecnologia possa também vir a ser aplicada noutros desportos e contextos.
Entre as possibilidades estão, por exemplo, a redução do impacto da queda de ciclistas e motociclistas ou a integração em sapatilhas para escalada e proteções de guarda-redes de hóquei em patins.
 
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Açucar colocado diretamente nas feridas ajudar a curar mais rápido

Muito açúcar pode ser mau para a cintura, mas poderá ajudar os médicos a curar os doentes.
Uma nova pesquisa mostra que medicina popular de África pode ser a chave para o tratamento de feridas que desafiam a medicina moderna.
Um estudo descobriu que o açúcar granulado despejado diretamente numa ferida, úlceras da perna e até mesmo amputações promove a cura quando os antibióticos e outros tratamentos já falharam.
De acordo com o estudo, o açúcar extrai água da ferida para um penso acelararando assim o processo de cicatrização. O remédio tradicional foi sugerido por Moisés Murandu (à esquerda) para o tratamento de Alan Bayliss (à direita)
O estudo é liderado por Moisés Murandu, um professor de enfermagem em Wolverhampton University, que cresceu no Zimbabwe, onde o seu pai costumava colocar açúcar para curar feridas e reduzir a dor, quando ele era criança.
Um dos pacientes que recebeu o tratamento como parte da pesquisa é Alan Bayliss, de Birmingham, que estava a ser tratado na ala para amputados do Moseley Hall Hospital’s.
Devido a uma ulcera o paciente foi sujeito a amputação da perna direita e a uma operação à perna esquerda no Queen Elizabeth Hospital. Para a reabilitação ele foi transferido para Moseley Hall Hospital’s, onde foram usados os tratamentos normais mas as feridas não estavam a sarar tão rápido quanto era desejado. Foi então que entrou em cena o Enfermeiro Moisés Murandu que, usou acuçar para curar as feridas. Em duas semanas as feridas reduziram consideravelmente de tamanho.
Bayliss, o paciente, disse: “Foi revolucionário. A ferida real era muito profunda – era quase tão grande quanto o meu dedo “Quando o enfermeiro Moisés fez o primeiro curativo ele quase despejou um pote de açúcar, mas duas semanas depois ele só precisava usar 4 ou 5 colheres de chá. O “Tratamento do açucar” fez-me sentir muito melhor”
Até agora, 35 pacientes já receberam este tratamento, viram a sua condição melhorar, sem efeitos adversos relatados, em comparação com 16 pacientes que não têm o tratamento.
O tratamento funciona porque as bactérias precisam de água para crescer, a aplicação de açúcar numa ferida suga a água e as bactérias acabam por morrer impedindo assim, também, a sua multiplicação.

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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Lisboa terá passadeiras mais acessíveis para deficientes

Lisboa terá passadeiras mais acessíveis para deficientes
Lisboa terá passadeiras acessíveis para aumentar a segurança dos cidadãos com deficiências motoras
A Câmara Municipal de Lisboa prevê aplicar, ainda este ano, um novo modelo de passadeiras acessíveis para peões com necessidades especiais. A medida integra-se no Plano de Acessibilidade Pedonal da autarquia lisboeta.
Em declarações à Lusa, Pedro Homem de Gouveia, coordenador do plano, revelou que o modelo que deverá chegar à capital portuguesa "está a ser adotado por cada vez mais serviços municipais e juntas de freguesia e tem dado origem a um número crescente de passadeiras adaptadas".
Entre as alterações que serão efetuadas estão, por exemplo, a introdução do "ressalto zero" entre o passeio e a passadeira para que os deficientes motores possam atravessar a estrada sozinhos sem medo de cair ou a colocação de piso tátil no passeio, junto da passadeira, para que os invisuais consigam descobri-la.
Além disso, está também prevista a implementação de uma melhor relação com o estacionamento e as paragens de autocarro, garantindo visibilidade a pessoas de baixa estatura como crianças e idosos, e a eliminação de obstáculos à saída de passadeira, informou o técnico.
Segundo a proposta, a que a Lusa teve acesso, o objetivo da autarquia é criar condições de acessibilidade e segurança às "passagens de peões de superfície e na sua área envolvente", que inclui o passeio.
Esta é apenas uma das 39 ações do Plano Anual de Execução para 2014, documento orientador do Plano de Acessibilidade Pedonal (2014-2017) para o segundo semestre deste ano e que vai ser debatido esta quarta-feira na reunião de câmara.
Com vista à aplicação desta medida está previsto um acordo com a Empresa Pública Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) para a realização de obras de adaptação das passadeiras existentes nas áreas exploradas pela entidade.

Autarquia quer acalmia de tráfego e estacionamento acessível
De acordo com Pedro Homem de Gouveia será, ainda, aplicado um novo modelo de acalmia de tráfego, que será publicado em breve e que tem como meta a redução da velocidade a que os condutores circulam na cidade, nomeadamente nas zonas residenciais, onde acontecem mais atropelamentos.
O plano propõe-se não apenas "promover a segurança do peão no quotidiano", mas também "salvaguardar o acesso eventual de veículos de emergência", frisou Pedro Homem de Gouveia.
Uma outra medida prevista na proposta passa pela introdução, em Lisboa, de um modelo de estacionamento acessível, no que toca, essencialmente, aos lugares de estacionamento reservados para pessoas com deficiência, aumentando, por exemplo, a sobrelargura necessária para abrir a porta do carro de forma a que a pessoa consiga passar da viatura para a cadeira de rodas.
O Plano de Acessibilidade Pedonal define a estratégia da câmara para promover a acessibilidade em Lisboa até ao final de 2017, numa tentativa de cumprir as obrigações legais nas questões de inclusão e não discriminação das pessoas com deficiência.
 
boasnoticias.pt

Sage: Cursos de Verão gratuitos para desempregados

Sage: Cursos de Verão gratuitos para desempregados
Sob o mote “Queremos continuar a construir um futuro melhor”, a Sage Portugal volta a realizar, pelo 6ª ano consecutivo, os Cursos de Verão gratuitos para recém-licenciados e desempregados, nas áreas das ciências empresariais e informática.
Fornecer aos formandos competências para que se tornem um Sage Júnior Technician e, ao mesmo tempo, oferecer uma integração imediata na Bolsa de Emprego Sage são os objetivos destes cursos.
Conjugando uma vertente prática, em ambiente de simulação empresarial, com uma componente teórica, o curso tem a duração de 40 horas e é ministrado em formato B-learning (1ª Edição – 14 a 25 de Julho, 2ª Edição - 28 de Julho a 8 de Agosto e a 3ª Edição – 18 a 29 de Agosto, das 14h às 18h) e online (1ª Edição - 21 de Julho a 1 de Agosto e a 2ª Edição - 1 a 12 de Setembro, das 14h às 18h).

Tal como nos anos anteriores, o curso aborda as Soluções Sage em áreas como a Fiscalidade, Contabilidade e Informática, atribuindo as competências exigidas pelo mercado de trabalho e proporcionando uma melhor compreensão da envolvente organizacional, desde as operações gerais à gestão empresarial.

Os Cursos de Verão iniciados em 2009 no âmbito de protocolos com diversas instituições de ensino universitário e politécnico, focalizam-se na especialização e diferenciação adaptadas às necessidades atuais do mercado de trabalho e abrangem, desde os últimos anos, para além de recém-licenciados, os desempregados nas áreas das ciências empresariais e informática.
As inscrições nestes cursos já estão abertas e podem ser feitas no site da Sage Portugal (www.sage.pt), através do email formacao@sage.pt ou ligando para o 707 782 403 begin_of_the_skype_highlighting 707 782 403 GRÁTIS end_of_the_skype_highlighting .
 
boasnoticias.pt

Medicamento para artrite cura calvície severa e rara

Medicamento para artrite cura calvície severa e rara
Até agora não existia cura nem tratamento para a ‘alopecia universalis’, uma doença que provoca uma forma rara e severa de calvície. Mas uma equipa de cientistas norte-americanos acaba de reverter totalmente esta condição, num doente, com um medicamento que é usado para tratar a artrite.

Os investigadores apresentam esta solução como o primeiro tratamento bem-sucedido contra esta doença rara que causa grande transtorno ao nível da autoestima. O paciente tratado pela equipa da Universidade de Yale recuperou todo o cabelo, bem como as sobrancelhas e as pestanas, e até os pelos noutras áreas do corpo como debaixo dos braços e na barba.



O paciente que foi encaminhado para a equipa do dermatologista Brett A. King sofria de 'alopecia universalis' e também de psoríase – uma doença inflamatória que torna algumas partes da pele avermelhadas.

O dermatologista norte-americano quis tratar as duas condições de uma só vez, recorrendo a um medicamento já aprovado pela FDA (entidade que regula a entrada de medicamentos nos EUA) para combater a artrite reumatoide.

A substância, conhecida como ‘facitinib citrate’, já tinha sido usada com sucesso para tratar a psoríase em humanos e também já tinha ajudado a combater uma outra forma de calvície (a alopecia areata) em ratinhos.

Depois de três meses de a tomar 10 mg de tofacitinib por dias, o paciente tinha recuperado quase todo o cabelo e também o pelo em várias zonas do corpo que estavam calvas há mais de sete anos, revelando ainda alguma melhoria ao nível dos sintomas da psoríase.

“Ao fim de oito meses, confirmamos o regresso total do cabelo”, disse a coautora da investigação, Brittany G. Craiglow. Além disso, acrescenta, “o paciente não revelou qualquer efeito secundário”.

De acordo com o dermatologista King, o tofacitinib parece funcionar no tratamento deste tipo de calvície porque bloqueia o ataque do sistema imunitário aos folículos capilares.

Clique AQUI para ler o comunicado de imprensa da Universidade de Yale.
 
 
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15 fotos (compromotedoras mas divertidas) de casamentos

Garrafa permite criar água com sabores em casa

Garrafa permite criar água com sabores em casa
Os especialistas não se cansam de apregoar as vantagens de consumir água. Mas para algumas pessoas, é um sacrifício beber este líquido insípido nas quantidades desejadas. Uma realidade que a garrafa Zing Anything promete mudar ao permitir que cada um faça a sua própria água com sabor em casa.

Estão na moda as águas com sabor. Mas cada garrafinha tem o seu custo. A ideia das garrafas Zing Anything, já há venda em Portugal, é precisamente oferecer aos consumidores a oportunidade de criarem as suas próprias águas com sabor, em casa, poupando dinheiro e também o ambiente (já que evita o desperdício de garrafas de plástico).
Além disso, diz o site da marca, esta garrafa ‘mágica’, pretende incentivar o consumo de água, junto daqueles que não se sentem atraídos por este líquido sem sabor.


“As nossas garrafas oferecem uma maneira divertida de beber água ajudando a reduzir o apetite. As Zing Anything favorecem o consumo de água ao mesmo tempo que satisfazem o palato e a necessidade de hidratação”, lê-se num comunicado da empresa.

Sabor sem calorias

Pepino, morangos, maçã, gengibre, limão ou laranja. São vários os ingredientes frescos que podem ser adicionados à água para lhe dar um ‘twist’ de sabor sem acrescentar calorias. A garrafa está disponível em dois modelos: um para citrinos (Citrus Zinger) e outro para vegetais e frutos que não precisam de ser espremidos (Aqua Zinger).

A Aqua Zinger tem uma parte que se desenrosca, revelando um pequeno triturador de aço inoxidável onde se introduzem os ingredientes frescos. Depois basta fechar o triturador, encher a garrafa com água, e esperar um pouco para que os sabores e os estratos façam infusão com a água.

No caso dos citrinos, a garrafa funciona de modo semelhante mas tem um pequeno espremedor removível, em vez do triturador, onde se põe o limão ou laranja.

Esta garrafa foi criada pelo norte-americano Joshua Lefkovitz, especialista na conceção de produtos de bem-estar. Lefkovitz explica que a empresa “não inventou as águas com sabor mas quer dar aos consumidores uma ferramenta inovadora para maximizar o sabor com ingredientes frescos”.

“Oferecemos ao consumidor um elemento de criatividade e a oportunidade de terem uma bebida saudável sem açúcar nem aditivos”, acrescenta.

A Aqua Zinger, de 570ml, está à venda em Portugal por 28,95 euros e a Citrus Zinger, de 795ml, por 17,95 euros, no site Pegada Verde. No site oficial da empresa é possível consultar dezenas de combinações originais (em inglês) para criar águas com um sabor único.
 
 
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A tosse de fumador pode esconder problemas de saúde graves

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