sábado, 31 de janeiro de 2015

Uma Nêspera no Cu - Episódio 2

Cortiça portuguesa em destaque em Espanha

Cortiça portuguesa em destaque em Espanha
Portugal vai oferecer aos reis de Espanha um retrato feito de cortiça, um dos mais populares produtos portugueses. © Scott Gundersen/Turismo de Portugal
Portugal está, uma vez mais, presente na mais importante feira do turismo espanhola, a FITUR, que decorre em Madrid até 2 de Fevereiro. O 'stand' português é o maior entre os promotores europeus e dá especial destaque a um produto que eleva o país além-fronteiras: a cortiça.
 
Este ano, o mote da presença oficial portuguesa, da responsabilidade do Turismo de Portugal, é a "Partilha e Celebração de Bons Momentos", um conceito materializado através da participação de sete regiões turísticas e de 47 empresas nacionais.
 
"Mais do que dizer aos espanhóis para virem descobrir Portugal, nesta feira queremos que conheçam, vivam, saboreiem e celebrem os muitos momentos e motivos que fazem de Portugal um dos destinos europeus mais procurados", explica Cotrim de Figueiredo, presidente do Turismo de Portugal, em comunicado enviado ao Boas Notícias.
 
De acordo com o responsável, quem passar pelo 'stand' português, "poderá perceber e sentir que o país está mais vivo do que nunca, mais aberto a novas expressões e experiências". "É isto que levamos à FITUR, com uma tónica festiva, de interatividade, partilha e celebração", acrescenta.

Cortiça é a rainha do 'stand' português
 
Aproveitando para promover um dos mais apreciados materiais portugueses - a cortiça, Portugal vai oferecer à Casa Real de Espanha, "num registo totalmente diferente e numa homenagem" à coroação de Felipe VI, uma obra artística assinada por Scott Gundersen e criada a partir de rolhas de cortiça.
 
A cortiça estará ainda em destaque com imagens de "Um vestido para Lady Gaga", uma criação da portuguesa Teresa Martins feita em cortiça folheada a ouro e prata e oferecida à cantora norte-americana, que a vestiu depois do seu concerto em Lisboa em 2014.
 
A mesma matéria-prima inspira, também, a "Cork Experience", uma instalação inédita de 30 chapéus de cortiça suspensos no ar sobre o pavilhão português em alusão à iniciativa Umbrella Sky Project, que, no âmbito do Festival AgitÁgueda, levou a Águeda mais de 3.000 chapéus de chuva. 



Outras peças em cortiça, assinadas pelos designers portugueses Filipe Alarcão, Fernando Brízio, Nendo, Alzira Peixote e Carlos Mendonça estarão igualmente em exposição.
 
O 'stand' português vai também procurar promover a arte urbana nacional, que ganha cada vez mais expressão, e, claro, a "arte à mesa", com degustação de vinhos e receitas das várias regiões do país.
 
A música, condimento especial para a vitalidade do turismo, em especial nos meses de verão, está igualmente patente no pavilhão, para reforçar este circuito já obrigatório para as principais bandas na agenda dos espanhóis.

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Vídeo: ESA mostra relâmpagos vistos do espaço

Cerveja pode prevenir doenças neurodegenerativas

Cerveja pode prevenir doenças neurodegenerativas
Afinal, a cerveja pode ser mais benéfica para a saúde do que se pensa. Um novo estudo revela que um composto do lúpulo, planta utilizada para a produção desta bebida, é capaz de proteger as células cerebrais de possíveis danos, tendo potencial para atrasar o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer ou o Parkinson.
 
De acordo com a investigação publicada na revista científica Journal of Agricultural and Food Chemistry e desenvolvida por uma equipa da Universidade de Lanzhou, na China, há evidências crescentes de que a oxidação das células neuronais contribui de forma decisiva para o aparecimento de doenças com origem no cérebro.
 
É, portanto, fundamental encontrar uma forma de "proteger" estas células dos danos a que estão sujeitas com o objetivo de prevenir ou de evitar a progressão das doenças de Alzheimer e Parkison, bem como de outras demências e patologias neurológicas.
 
Foi no âmbito desta "missão" que a equipa chinesa decidiu testar um composto presente no lúpulo, o "xanthohumol", que tem chamado a atenção dos investigadores devido às suas propriedades antioxidantes, anticancerígenas e de proteção da saúde cardiovascular.
 
Um comunicado divulgado, esta semana, pela Associação Americana de Química (ACS, na sigla em inglês), revela que Jianguo Fang, principal autor do estudo, e os colegas, estudaram os efeitos do "xanthohumor" no cérebro através de testes realizados em laboratório.
 
As conclusões provaram que esta substância é capaz de proteger as células neuronais, pelo que poderá ser "uma boa candidata" ao desenvolvimento de futuros fármacos contra doenças como o Parkinson e o Alzheimer, acreditam os cientistas.
 
Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês). 

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Martika - Toy Soldiers

Abc do Sexo: 15 dicas para melhorar vida sexual - II

Abc do Sexo: 15 dicas para melhorar vida sexual - II
Ilustração © Nuno Fonseca
Depois da introdução da semana passada, o ABC do Sexo está de volta com mais cinco dicas para melhorar a sua vida sexual. Já pos alguma das dicas em prática? Faça o trabalho de casa e verá resultados em pouco tempo. Na próxima semana termino esta lista com mais cinco conselhos preciosos para aumentar o seu prazer (e o do outro).

Por Carmo Gê Pereira


6. Comunicação, comunicação, comunicação. Falem dos desejos e vontades, peçam permissão para toques e movimentos. Vão falando do que sentem, de como sentem e onde gostariam mais de sentir.  Façam sexo (apenas) a conversar. 
 
7. Valorize o poder da pele. Pode chegar aos quase 2 metros quadrados de milhões de receptores de sensações. Desginetalize a sua sexualidade, experimente toques, sopros, provocações sem querer chegar a lado algum. Com ou sem acessórios (que podem ir do cubo de gelo, à pluma, saliva e suor) explore cada milímetro do(s) corpos com que se encontra e deixe-se ser explorada. O tesouro é cada nova sensação despertada.
 
8. Fuja do preconceito: brinquedos, estimulantes e cosmética erótica não são para quem "precisa" mas para quem está aberto a novas experiências e formas de obter ou maximizar a obtenção de prazer. Se não resiste às tecnologias noutros campos, porquê negar-se a elas neste assunto? Da vibração à pulsação, passando pela electro-estimulação, dos sabores, aos cheiros, óleos, cremes, bijuteria e artilharia variada, tem muito por onde começar e escolher.


 
9. Há tantos fetiches e modas neste vasto mundo da sexualidade... mas não se sinta obrigado/a a experimentar todos, muito menos por estarem na voga ou lhos quererem "vender". Não acredite em 'check lists' obrigatórias, mas, caso sinta um fervilhar ligeirinho e curiosidade quando lê sobre alguma aventura específica, porque não? Informe-se sobre como o praticar em segurança e com o máximo prazer, converse bem com os envolvidos e força… Há todo um mundo a aprender!
 
10. O prazer deve ser recíproco, mas podem-se centrar em cada um à vez. É bom aprender a receber apenas e colocar-se na situação de sujeito que recebe, assim como é maravilhoso dar e poder ser criador e senhor do prazer do outro.

boasnoticias.pt

Crianças lusas são das que comem mais fruta na Europa

Crianças lusas são das que comem mais fruta na Europa
As crianças portuguesas são as que consomem mais fruta, comparativamente às de outros países. Em Portugal, os mais novos comem, em média, uma peça de fruta diariamente, pelo menos uma vez por dia. Esta é uma das conclusões do estudo do projeto europeu EPHE (EPODE for the Promotion of Health Equity), divulgado esta semana, que visa identificar desigualdades em comportamentos de habitantes de vários países europeus.

Segundo as conclusões do EPHE, o nível do consumo de fruta entre as crianças portuguesas varia consoante a classe social onde a criança se insere. Aquelas que provém de classes com mais rendimento são as que consomem mais fruta diariamente: cerca de duas peças por dia.

O nível educacional da família também influencia este comportamento uma vez que 50% das famílias com um nível de escolaridade mais elevado afirmam ter sempre fruta disponível em casa, contra os 30% dos pais de nível educacional mais baixo. De acordo com o comunicado do estudo EPHE, as crianças belgas e francesas são as que consomem menos fruta.

Já em relação ao consumo de hortícolas, todas as crianças que participaram no estudo afirmam consumir estes produto cerca de duas a quatro vezes por semana, independentemente do estatuto socioeconómico.

Quase 30% das famílias de classes mais desfavorecidas referiram que os mais novos consomem salada menos que uma vez por semana e metade das crianças com pais com níveis de escolaridade mais baixos consomem produtos hortícolas em conjunto com a família, contra os 65% daquelas que provém de um nível socioeconómico mais elevado.

Nível educacional dos pais afeta a capacidade de estabelecer regras

Deste modo, e conforme se pode ler no mesmo estudo, o nível educacional dos pais afeta a sua capacidade de estabelecer regras aos mais novos. Para além de comerem mais fruta, as crianças das classes sociais mais altas são também aquelas que passam menos tempo a ver televisão, em comparação com as crianças de nível socioeconómico mais baixo, ou com pais com menores níveis educacionais.

São estas que têm maiores probabilidades de ficarem com excesso de peso ou desenvolverem obesidade, uma vez que "os pais de menor nível educacional reportaram maiores dificuldades em manter um estilo de vida saudável", no que diz respeito à disponiblidade de fruta e hortícolas, controlo do tempo de exposição ao ecrã, entre outros.

Para além do consumo de fruta e hortícolas, foram também comparados outros comportamentos, tais como o tempo passado a ver televisão e no computador, entre outros. Nestes campos, as portuguesas estão atrás das restantes crianças europeias. Segundo a mesma fonte, são as búlgaras e as holandesas que passam mais tempo em frente à televisão.

Neste estudo, foram consideradas, na primeira fase deste estudo, um total de mil e 200 crianças e respetivas famílias, provinientes de sete países europeus: Portugal, Bélgica, Bulgária, França, Grécia, Holanda e Roménia. Desta amostra, 631 crianças são rapazes e 635 raparigas, com uma média de idades de 7,17 anos.

Maia foi a cidade escolhida para participar neste projeto

O Projeto EPHE, é um projeto europeu, financiado pela União Europeia, e terá uma duração de três anos. O seu principal objetivo é avaliar as mais-valias da implementação de um sistema que visa reduzir a obesidade infantil e a adoção de estilos de vida saudáveis pelas crianças, e ver como ele ajuda na redução das desigualdades da saúde.

Os próximos passos deste programa são a definição de estratégias de intervenção na saúde das crianças e a promoção de uma vida saudável, capazes de "reduzir as desigualdades" na saúde dos mais novos.

Em Portugal, a cidade eleita para participar neste projeto foi a cidade da Maia, no âmbito do seu projeto 'Maia Menu Saudável', que visa tornar as ementas escolares mais saudáveis. A implementação do Projeto EPHE no país ficará a cargo da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, contando ainda com a parceria da Direção-Geral da Saúde.

boasnoticias.pt

Portugueses extraem pedras renais em dois minutos

Portugueses extraem pedras renais em dois minutos
© Universidade do Minho
Cientistas portugueses criaram uma tecnologia para extrair pedras nos rins em apenas dois minutos e simplificar o procedimento habitualmente utilizado para a sua remoção, que demora, no mínimo, duas horas. O método português permite, também, a realização da cirurgia sem uso de radiação.
 
A tecnologia foi desenvolvida por uma equipa liderada pela Universidade do Minho e em parceria com o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) e utiliza um campo magnético para navegar com segurança uma agulha para a punção do rim. Além de acelerar o processo, esta solução facilita ainda a tarefa aos médicos menos experientes e aumenta a segurança dos procedimentos.
 
"Extrair pedras nos rins demora, atualmente, duas horas, e depende muito quer da experiência do cirurgião, quer do uso de radioscopia, que pode ter consequências sérias de radiação no doente e no cirurgião", explica, em comunicado enviado ao Boas Notícias, Estêvão Lima, professor da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho.
 
O docente, que é também cientista do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) e diretor do serviço de Urologia do Hospital de Braga, revela que, normalmente, o processo é feito através de uma 'picada' com "uma agulha de 20 centímetros na zona lombar do paciente, abrindo caminho aos instrumentos cirúrgicos para a remoção".
 
"Mas a técnica que agora criámos é mais rápida, menos invasiva e permite ver no ecrã do computador a rota que a agulha deve seguir", esclarece o investigador, que adianta que, após os testes realizados em animais no ICVS, a equipa espera avançar para ensaios em humanos já a partir do próximo ano.
 
Neste momento, os cientistas estão a aperfeiçoar o sistema com vista a obter um certificado para futuros testes em pessoas. Caso estes venham a ser bem-sucedidos, espera-se que a tecnologia seja patenteada e chegue às salas de operações portuguesas a partir de 2016.
 
O trabalho de pesquisa desenvolvido pela Universidade do Minho e pelo IPCA que levou à criação deste novo método tem sido amplamente reconhecido e venceu o 1.º Prémio no Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia, foi eleito para as melhores comunicações do Congresso Europeu de Urologia 2014 e já foi publicado em revistas científicas internacionais.
 
As pedras nos rins, que afetam uma em cada 200 pessoas, sobretudo do sexo masculino, surgem quando os cristais de sais urinários formam pedras e não são expulsos, o que pode causar bloqueios no sistema urinário, infeções, fortes dores no abdómen ou mesmo sepsis.
 
O calor, a elevada transpiração e a baixa ingestão de água levam a um maior risco de contrair a doença. Ter uma alimentação saudável e beber líquidos regularmente são, portanto, comportamentos que contribuem para minimizar o problema, alerta a Universidade do Minho.

boasnoticias.pt

Notícias do Dia

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Pretty Maids - My Soul to Take (Official / New Album / 2014)

E se na rua fôssemos como nas redes sociais?(com video)

Livro: Remédios naturais para mulheres

Livro: Remédios naturais para mulheres
Este é um guia de saúde natural que todas as mulheres vão querer ter sempre à mão. Os remédios naturais são uma excelente opção já que contribuem para reduzir a intensidade e frequência dos problemas de saúde, aliviar o desconforto e prevenir complicações futuras.

Sofia Loureiro, licenciada em biotecnologia, doutorada em química do ambiente e terapeuta natural, elaborou um Guia de Remédios Naturais para Mulheres (editora Nascente), pleno de recomendações e informação útil, que vai ajudar as mulheres a cuidarem melhor de si. O livro está à venda a partir de dia 02 de Fevereiro.
 
O livro aborda mais de meia centena de questões de saúde comuns como dor na mama, celulite, estrias, infeção vaginal, menstruação, prisão de ventre, entre muitoas outras situações.

A autora oferece ainda recomendações detalhadas sobre como utilizar um vasto leque de terapias naturais para cada uma delas – Herbalismo, Aromaterapia, Florais de Bach, Hidroterapia e Geoterapia, Homeopatia e Sais de Schüssler, Remédios Caseiros, Reflexologia Podal.

Por fim, o guia inclui também uma secção sobre como implementar um estilo de vida saudável e outros temas importantes para o bem-estar físico, mental e emocional da mulher.
 
A editora Nascente disponibiliza os primeiros capítulos gratuitamente, aqui.

boasnoticias.pt

Nova terapia celular consegue fazer cabelo crescer

Nova terapia celular consegue fazer cabelo crescer
Cientistas utilizaram células estaminais pluripotentes para fazer crescer cabelo humano © Sanford-Bunham Research Institute
Investigadores norte-americanos acreditam ter descoberto a solução para a calvície e outros problemas de saúde associados à perda de cabelo. Com recurso a células estaminais pluripotentes, a equipa conseguiu fazer crescer novos fios de cabelo humano naquele que pode ser o primeiro passo para uma terapia celular inovadora.
 
Os cientistas do Sanford-Burnham Research Institute, nos EUA, desenvolveram um método que lhes permitiu "transformar" células estaminais pluripotentes em células da papila dérmica, uma população celular única responsável pela regulação da formação de folículos capilares e do seu ciclo de crescimento.
 
"Utilizámos células estaminais humanas para criar novas células capazes de iniciar o crescimento de cabelo. Este método constitui-se como um avanço marcante em relação aos atuais, que assentam na transplantação de folículos capilares já existentes de uma parte da cabeça para outra", explica, em comunicado, Alexey Terskikh, principal autor do estudo publicado recentemente na revista científica PLOS One.
 
De acordo com Terskikh, o recurso às células estaminais "fornece uma fonte ilimitada de células do próprio paciente para transplante sem que haja problemas relacionados com a falta de disponibilidade de folículos capilares já existentes".
 
Segundo os investigadores, as células da papila dérmica não são adequadas para transplante porque não podem ser obtidas nas quantidades necessárias, perdendo, rapidamente, em laboratório a capacidade de induzir o crescimento capilar. O novo método, porém, tem potencial para explorar melhor as suas habilidades.
 
"Em adultos, as células da papila dérmica perdem rapidamente as suas propriedades. Nós desenvolvemos um protocolo que faz com que as células estaminais pluripotentes se convertam em células da papila dérmica e confirmámos a sua capacidade de induzir o crescimento capilar quando transplantadas em ratinhos", congratula-se o coordenador da investigação.
 
O próximo passo dos cientistas será "transplantar células da papila dérmica obtidas a partir das células estaminais em voluntários humanos". A equipa está, atualmente, à procura de parceiros para financiar a fase final da investigação.

Clique AQUI para aceder ao estudo que dá conta destes avanços (em inglês).

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Cancro: Ideia de criança inspira novo tratamento

Cancro: Ideia de criança inspira novo tratamento
Durante um jantar em família, Camilla Lisanti, de oito anos, perguntou ao pai, cientista, por que não podiam utilizar-se antibióticos para tratar o cancro "como se faz para a dor de garganta". A ideia da menina inspirou a descoberta de um novo método para erradicar as células responsáveis pela criação dos tumores e pela sua evolução.
 
Graças à sugestão da filha, Michael Lisanti, investigador da Universidade de Manchester, em Inglaterra, decidiu investigar os efeitos dos antibióticos na mitocôndria - organela responsável pelo fornecimento de energia às celulas e que existe em grande quantidade nas células cancerígenas -, descobrindo que estes fármacos, seguros e commumente utilizados, conseguem interromper a sua produção.
 
"Estava a conversar com a Camilla sobre uma possível cura para o cancro e ela perguntou-me por que não usávamos antibióticos como fazemos para as outras doenças. Sabia que os antibióticos podem afetar a mitocôndria e que estas organelas são muito importantes para o crescimento tumoral, mas a ideia dela ajudou-me a fazer a ligação", conta Lisanti, em comunicado.
 
A comunidade científica acredita que a mitocôndria descende de um tipo de bactéria que contribuiu para a evolução da vida, o que explica a razão pela qual os antibióticos - usados para destruir bactérias - também afetam estas organelas, embora sem danos para a saúde humana.
 
Quando estão presentes nas células estaminais, as mitocôndrias fornecem-lhes energia para o seu crescimento e divisão, mas os erros que ocorrem durante este processo podem levar ao aparecimento de cancros.
 
Em colaboração com colegas de vários institutos e faculdades norte-americanas, Michael Lisanti analisou os efeitos de cinco tipos de antibióticos em linhas celulares de diferentes tipos de tumores, descobrindo que quatro dos fármacos conseguiram destruir com sucesso, em todos os testes, as células estaminais cancerígenas.

Uso de antibióticos não afetou células saudáveis
 
De acordo com o estudo publicado, recentemente, na revista científica Oncotarget, os medicamentos foram eficazes no combate ao glioblastoma - o mais agressivo dos tumores cerebrais -, bem como ao cancro da próstata, pulmão, ovário, mama, pâncreas e pele, o que abre caminho a novos tratamentos com base na utilização de antibióticos baratos e usados com segurança há várias décadas.
 
Nos testes realizados em laboratório, o uso de antibióticos mostrou não ter quaisquer efeitos negativos sobre as células saudáveis e, uma vez que estes medicamentos já estão aprovados para uso em humanos, apostar em ensaios clínicos para novas terapias será muito mais simples e permitirá poupar tempo e dinheiro.
 
"A nossa investigação torna importante considerar a abertura de ensaios clínicos em humanos com vista ao uso de antibióticos para tratar o cancro", realça Lisanti, acrescentando que a maioria dos fármacos usados "foi extremamente eficaz" e não prejudicou as células normais.
 
O investigador alerta, no entanto, que serão necessários "mais estudos para validar a sua eficácia, em especial quando combinados com soluções mais tradicionais" como a quimioterapia.
 
De salientar que ensaios clínicos anteriores com antibióticos destinados a tratar infeções associadas ao cancro mas não às células cancerígenas já provaram que este tipo de medicamento tem efeitos positivos terapêuticos nos pacientes com doença oncológica resistente ou em estado avançado.
 
Em casos de cancro do pulmão, um dos antibióticos mais populares, a azitromicina, aumentou entre 45% e 75% a sobrevivência a um ano dos pacientes, ao passo que pacientes com linfoma submetidos a um tratamento de três semanas com doxiciclina, outro antibiótico, entraram em remissão total.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).

boasnoticias.pt

Já está à venda o pneu que nunca rebenta(com video)

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Stone Temple Pilots - Plush (Video)

EUA: Golfinho resgatado faz 'dança de agradecimento'(com video)

Jovem pediu emprego na rua e agora é ele quem contrata

Jovem pediu emprego na rua e agora é ele quem contrata
© Alfred Ajani

Depois de terminar o curso, Alfred Ajani começou a enviar currículos. Cansado de não conseguir nada, foi para uma estação de comboios, em Londres, com um cartaz onde pedia trabalho. Hoje em dia, o britânico regressa muitas vezes com um cartaz nas ruas, mas agora para recrutar pessoal para a sua empresa.

O jovem, de 22 anos, chamou a atenção dos que passavam naquela estação e ia entregando um documento com o seu CV a quem o aceitasse.

A abordagem original convenceu o diretor da empresa Asoria Group que convidou Alfred para trabalhar consigo naquela empresa de Marketing, onde está desde Setembro do ano passado.

No cartaz, o jovem dizia que era licenciado em Marketing e que estava à procura de uma oportunidade no mercado de emprego.

"O diretor passou por mim na rua, mas depois mudou a sua atitude em relação a mim. Adicionou-me no Linkedin e disse que estava à procura de alguém com ideias fora da caixa para a sua empresa", explicou o jovem ao jornal Daily Mail.

Alfred mandou CV para mais de 300 empresas

Alfred ficou tão famoso com a sua ação que, no primeiro dia de trabalho, os colegas fizeram t-shirts com a sua fotografia, de forma a dar-lhe as boas vindas.

Quando acabou o curso superior, o jovem enviou currículos para mais de 300 empresas, sem que nenhuma lhe desse uma oportunidade. "Eu não teria este emprego se não tivesse ido para a estação naquele dia, por isso, aconselho toda a gente que esteja na mesma situação a fazer o mesmo", acrescenta.

No Reino Unido, cerca de metade dos licenciados não conseguem arranjar trabalho na área que estudaram, e muitos deles estão a trabalhar em cargos em que não é necessária formação superior, como por exemplo empregados de mesa, segundo o artigo do Daily Mail.

Em Portugal, "desde o ano 2000 que se assiste a uma contração do mercado de trabalho em todos os países da OCDE. Os níveis de emprego têm baixado entre todos os níveis de habilitações, caindo, em média, dois pontos percentuais entre 2000 e 2013. [...]

Um relatório recente da OCDE sublinha, contudo, que em todos os países da OCDE, as pessoas com níveis mais elevados de habilitações são as que mais facilmente encontram emprego e, na maioria dos países, são também as que correm menores riscos de ficar desempregadas.
 
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invisuais: Aveiro cria bengala que deteta objetos

Invisuais: Aveiro cria bengala que deteta objetos
Foto: © Universidade de Aveiro - Invisual Jorge Anjos a manusear a bengala do DETI na companhia do investigador José Vieira

A Universidade de Aveiro está a desenvolver uma bengala, destinada a invisuais, que é capaz de detetar obstáculos tais como buracos, caixotes do lixo, entre outros. O equipamento, ainda em fase de testes, recorre ao uso de ultrasons. Quando se está a aproximar de um corpo indesejado, a bengala emite vibrações para avisar o utlizador desta aproximação.

O objeto tem incorporado um emissor de ultrassons que envia um sinal que é refletido no solo. Dois receptores de ultrassons detetam o eco e medem o tempo entre a emissão e a recepção dos sinais. É através deste tempo que se consegue determinar qual é a distância ao solo, e quando esta ultrapassa um determinado valor, a bengala vibra.

O projeto foi desenvolvido no Departamento de Eletrónica, Telecomunicações e Informática, coordenado por José Vieira, como resposta a um desafio da Associação Promotora do Ensino dos Cegos, que tem como objetivo acabar com os acidentes que os invisuais sofrem anualmente, explica a Universidade de Aveiro num comunicado enviado ao Boas Notícias.

“A bengala desenvolvida na UA é, sem qualquer dúvida, uma grande ajuda para as pessoas com deficiência visual porque dá muito mais informação do que as bengalas existentes”, explica Victor Graça, presidente da APEC.

O grande objetivo desta bengala é reduzir "duas das principais necessidades de quem as utiliza: a deteção de buracos e desníveis no chão e a deteção de obstáculos ao nível da cabeça", como conta o coordenador do projeto, que ainda contou com o apoio de Nuno Dias e Pedro Rosa.

Bengala terá um custo baixo

A bengala vem também equipada com luzes LED's que ajudam a sinalizar a presença do invisual durante a noite.

Os investigadores da UA esperam criar um produto acessível, com preços a rondar os 100 euros. De acordo com Victor Graça, uma bengala com funções semelhantes "são vendidas no nosso país por um valor que as pessoas com deficiência por norma não conseguem pagar de modo nenhum".

A bengala será de baixo consumo, para que a duração das baterias seja prolongada ao máximo. "Numa primeira versão incluiu-se uma célula fotovoltaica para prolongar a duração das baterias", acrescenta o presidente da APEC.

Contudo, este objeto, para já, só consegue detetar os objetos que estão colocados sobre o chão, aqueles que se encontram suspensos sobre a cabeça do utilizador ainda não são detetáveis pela bengala, mas a UA está a desenvolver técnicas que possiblitem este reconhecimento.

O teste final da bengala em contexto real está a ser feito por Jorge Anjos, invisual e funcionário da UA, que tem dado dicas para a melhoria do objeto, como a necessidade de torná-la articulada.

A equipa está ainda a desenvolver "uns óculos com sensores de ultrassons e um altifalante paramétrico para a deteção de obstáculos", mas que ainda estão "num estado embrionário".
 
boasnoticias.pt

Voz de familiares ajuda a sair do coma(com video)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Bryan Adams - Please Forgive Me

Ter bons amigos ajuda a combater stress e ansiedade

Ter bons amigos ajuda a combater stress e ansiedade
Pessoas com laços sociais e amizades fortes sofrem menos de infeções, doenças cardiovasculares e de stress. A conclusão é de um estudo da Universidade de Gottingen e do German Primate Center, na Alemanha.

A investigação foi feita com recurso a um grupo de macacos-de-Gibraltar, que têm um comportamento social idêntico ao dos humanos, e a investigação foi publicada este mês no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences of the USA(PNAS).

De acordo com os investigadores, as ligações sociais têm um efeito direto nos níveis de stress e ansiedade dos macacos, já que as relações mais fortes levam a que estes indicadores diminuam.

Os laços sociais entre primatas foram observados principalmente entre membros da mesma família e entre machos com ligações afetivas fortes, semelhantes às relações de amizade entre os humanos.

A equipa analisou vários indicadores de níveis de stress como sinais de agressão ou reações nervosas a temperaturas baixas, explica a equipa da universidade em comunicado.

A equipa analisou, a longo prazo, os níveis de glicocorticoides (uma substância conhecida como hormona do stress) nos animais, verificando que os macacos com relações sociais fortes registavam níveis mais baixo desta hormona, mesmo quando expostos a situações de stress.
 
Um dos fatores que pode contribuir para esta situação é o facto "dos animais com relações sociais mais fortes se ajudarem uns aos outros em conflito", explica Olivier Schulke, um dos responsáveis pela investigação.

Um outro estudo, realizado em 2006 e divulgado no jornal do National Center for Biotechnology Information (EUA), já tinha chegado à mesma conclusão, demonstrando que as amizades ajudam a combater o stress já que estas ligações reforçam o sistema neuroendócrino - um dos responsáveis pelas hormonas que causam ansiedade.  

boasnoticias.pt

Hipertensão: Cientistas criam solução "revolucionária"

Hipertensão: Cientistas criam solução "revolucionária"
Um grupo de investigadores britânicos acaba de testar um dispositivo que acredita ser "revolucionário" no tratamento da hipertensão arterial. A novidade destina-se a pacientes com pressão arterial descontrolada e provou ser mais eficaz do que as terapias habituais com medicamentos num estudo desenvolvido pela Queen Mary University of London, no Reino Unido.
 
O dispositivo, denominado "Coupler" e criado pela empresa ROX Medical, é um implante do tamanho de um 'clip' de papel concebido para ser colocado entre uma artéria e uma veia da coxa através de um procedimento cirúrgico simples que dura apenas 40 minutos e só exige anestesia local.
 
Cientistas ingleses testaram a eficácia do equipamento e compararam-na com a das terapias convencionais em 83 pacientes com hipertensão arterial resistente e que não responderam, no mínimo, a três tipos diferentes de fármacos destinados a tratar o problema. Destes, 44 receberam o dispositivo e os restantes continuaram o tratamento habitual.
 
De acordo com um estudo publicado recentemente na revista científica The Lancet, aqueles em quem o "Coupler" foi implantado experienciaram uma redução significativa e duradoura na hipertensão arterial, apresentando, também, um menor número de complicações relacionadas com este problema de saúde e dirigindo-se menos vezes às urgências hospitalares devido a crises.

Implantação do equipamento produz resultados imediatos
 
"Este é um conceito inteiramente novo e altamente promissor ao nível do tratamento da hipertensão arterial. Os fármacos atuais focam-se na regulação hormonal ou neurológica da pressão arterial e os novos tratamentos centram-se unicamente no sistema nervoso renal", explica, em comunicado, Melvin Lobo, principal autor do estudo.
 
Segundo o investigador da Queen Mary University of London, "o 'Coupler' é capaz de trabalhar, com eficiência, ao nível dos aspetos mecânicos da circulação sanguínea, pelo que é uma abordagem totalmente nova no que toca ao controlo da pressão arterial".
 
Além disso, acrescenta Lobo, "assim que é colocado, o equipamento produz resultados imediatos, um facto que também é exclusivo deste tratamento", já que os efeitos das terapias convencionais demoram a fazer-se sentir.
 
Embora possa vir a constituir-se como uma "opção alternativa para o futuro tratamento da hipertensão, em particular quando os tratamentos padrão falham", a implantação do dispositivo desencadeou um efeito secundário desagradável em parte dos voluntários: um inchaço na perna, que foi solucionado através da colocação de um 'stent' na veia.
 
"Ainda é cedo para dar início à aplicação destas descobertas na rotina clínica. Será necessária uma investigação mais ampla para explorar os efeitos do 'Coupler' a longo-prazo, para melhor compreender a sua segurança e para entender mais sobre a forma como funciona no interior do organismo", alerta Lobo

O investigador assegura, porém, que este "é um grande passo em frente na procura de um tratamento alternativo" para a hipertensão arterial, uma doença "muito perigosa" e que pode desencadear, entre outros, acidentes vasculares cerebrais e ataques cardíacos.

Clique AQUI para aceder ao estudo publicado na The Lancet (em inglês).

boasnoticias.pt

Descoberto gene que pode ser "elixir da juventude"

Descoberto gene que pode ser "elixir da juventude"
É mais um passo em direção ao sonho humano da eterna juventude. Um grupo de cientistas suíços conseguiu prolongar significativamente o tempo de vida de uma espécie de mosca através da ativação de um gene que destrói células danificadas, um feito que poderá abrir caminho a novas possibilidades na investigação anti-envelhecimento.
 
Para conseguir esta proeza, os investigadores do Instituto de Biologia Celular da Universidade de Berna, na Suíça, desenvolveram um método baseado numa seleção aperfeiçoada das melhores células presentes no organismo, revela um comunicado daquela instituição.
 
"Os nossos corpos são compostos por vários triliões de células e, durante o envelhecimento, essas células acumulam erros aleatórios causados pelo 'stress' ou por agressões exteriores, como os raios ultravioleta do sol", explica, Eduardo Moreno, responsável pelo estudo publicado este mês na revista científica Cell.
 
Segundo Moreno, estes erros não afetam, porém, todas as células ao mesmo tempo e com a mesma intensidade, o que dá aos cientistas margem de manobra para intervir.

"Visto que algumas células são mais afetadas do que outras, achámos que selecionar as menos afetadas e eliminar as danificadas poderia ser uma boa estratégia para manter a saúde dos tecidos e, consequentemente, atrasar o envelhecimento e prolongar a esperança de vida", esclarece o investigador.
 
Com o objetivo de testar esta hipótese, os cientistas estudaram moscas da espécie "Drosophila melanogaster", começando por tentar descobrir quais as células mais saudáveis presentes no organismo destes insetos. A equipa de Moreno acabou  por identificar um gene, o "azot", ativado nas células mais danificadas.
 
De acordo com os investigadores, o gene em causa - do qual existem, em média, duas cópias em cada célula - é responsável por selecionar as células menos saudáveis ou funcionais e eliminá-las do organismo com vista a proteger a integridade e a saúde de órgãos como o cérebro ou o intestino.
 
Os cientistas implantaram, então, uma terceira cópia do gene em cada célula das moscas, o que permitiu uma seleção mais eficaz, obtendo consequências "muito empolgantes". Entre os benefícios observados destacou-se uma melhoria da saúde dos tecidos, um envelhecimento mais lento e uma maior longevidade.
 
"As nossas moscas passaram a ter uma esperança média de vida 50% a 60% superior à das moscas normais", afirma Christa Rhiner, coautora do estudo. Caso funcionasse em humanos, este método poderia permitir que a vida humana se prolongasse para além dos 120 anos.
 
Segundo a equipa, uma vez que o gene "azot" também existe no corpo humano, a descoberta abre caminho à possibilidade de, no futuro, se selecionarem, em pessoas, as células mais saudáveis de cada órgão como mecanismo anti-envelhecimento e como forma de prevenir a degeneração neurológica e dos tecidos que acontece ao longo do tempo.

Clique AQUI para aceder ao estudo publicado na Cell (em inglês). 

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domingo, 25 de janeiro de 2015

Cutting Crew - (I Just) Died In Your Arms

Criança de dois anos escapa por milagre a explosão de esgoto(video)

Vimeo: Vídeo português eleito o melhor da semana

Pais reencontram filho graças a protesto na Internet

Pais reencontram filho graças a protesto na Internet
© Shaheena Attarwala

Na Índia, um restaurante da conhecida cadeia McDonald's recusou-se a deixar entrar um rapaz sem-abrigo. A situação, que ocorreu há duas semanas, foi presenciada por Shaheena Attarwalla que iniciou no seu blogue e no Facebook um protesto contra a marca. O gesto teve grandes repercussões nos media, o que permitiu aos pais desse jovem localizarem o filho, que estava desparecido desde 2012.

Raju, um rapaz sem-abrigo, estava a vender balões à porta do restaurante quando Shaheena se ofereceu para lhe pagar uma refeição. Porém, quando entraram no estabelecimento, um dos membros do 'staff' recusou a entrada do rapaz simplesmente por ser sem-abrigo, relata o jornal britânico 'The Mirror'.

Indignada, a mulher decidiu fazer uma campanha no Facebook contra a cadeira de 'fast food', que se tornou viral. Mais tarde, a história chegou aos media, através dos quais os pais de Raju reconheceram o filho.

O menino, desaparecido desde Abril de 2012, tinha sido filmado pelas câmaras do restaurante e a gravação chegou a um canal de televisão, que permitiu aos vizinhos e família dos progenitores de Raju avisar a família da situação.

Hasnain Musharraf, pai do menino, contou ao 'The Mirror' que "não podia acreditar quando fui à casa do vizinho e vi o meu filho na televisão. Não há dúvidas de que seja ele, e por isso, já contatei a polícia".

Quando o jovem desapareceu, a família de Raju comunicou de imediato a ocorrência às autoridades, que nunca conseguiram encontrar o rapaz. "É incrível e espero estar com ele o mais depressa possível", acrescentou ainda o pai do jovem.

Neste momento, falta a confirmação da identidade do rapaz, por parte das autoridades, para a família ser voltar a reunir.

Entretanto, para compensar a 'má ação' (e a má publicidade), a cadeia de restaurantes de 'fast food' anunciou que vai começar a oferecer comida gratuita às crianças desfavorecidas da região.
 
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Lamborghini Huracan a mais de 330Km/h na via pública acaba completamente destruído

sábado, 24 de janeiro de 2015

Culture Club - Karma Chameleon

Chegou o cartão com mensagens ilimitadas

Chegou o cartão com mensagens ilimitadas
© WhatSim

Uma empresa italiana lançou agora o WhatSim, um cartão sim que oferece mensagens ilimitadas aos utlizadores através da aplicação WhatsApp e que pode ser usado em qualquer parte do mundo.

A WhatsApp é uma das aplicações de comunicação mais populares em todo o mundo já que permite o envio ilimitado de mensagens para telemóveis. No entanto, este serviço só funciona com ligação à internet.

Agora, a empresa italiana Zeromobile lançou um cartão sim, o WhatSim, que é compatível com mais de 400 operadoras em todo o mundo e tem um custo anual de apenas 10 euros, dando acesso permanente ao WhatsApp - uma aplicação que esta semana lançou uma versão para computadores desktop.

Assim, o cliente não precisa de pagar os dispendiosos dados em 'roaming' já que esse serviço vem incluído no preço da anuidade.

As mensagens escritas são gratuitas mas o envio de fotografias, vídeos e outros ficheiros exige o carregamento do cartão com valores entre os 5 e os 50 euros. O dinheiro é depois convertido em 'créditos'.

O preço de cada comunicação varia consoante a região onde se o utilizador se encontra. Para os países da Zona 1, onde se inclui a Europa, os valores são de 20 créditos para o envio de uma fotografia, 100 créditos para vídeo, e cinco para o envio de mensagens de voz.

A zona mais cara diz respeito à zona 4, onde se incluem alguns países da America do Sul e algumas ilhas das Caraíbas. Aqui, enviar uma fotografia têm o custo de 200 créditos, um vídeo 800, e uma mensagem de voz 40 créditos. Contudo, para qualquer parte do mundo, o envio de mensagens é gratuito e ilimitado.

O carregamento com cinco euros dá o direito a 1000 créditos e 50 euros, o valor máximo, permite obter 10 mil. O cartão SIM já foi posto à venda, mas os carregamentos só estarão disponíveis a partir do dia 26 de Fevereiro. A desvantagem é que para usar este serviço, o cliente terá que mudar o cartão do telemóvel, a menos que o aparelho seja dual.
 
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Abc do Sexo: 15 dicas para melhorar a vida sexual

Abc do Sexo: 15 dicas para melhorar a vida sexual
Ilustração © Nuno Fonseca

Uma vida sexual plena e saudável é fundamental para o nosso bem-estar. No arranque da minha rubrica sobre sexualidade no Boas Notícias, vou partilhar 15 dicas, divididas em três artigos, para ajudar os leitores a desfrutarem ao máximo quando chega a hora de partilhar a intimidade com o outro. Nas próximas semanas chegam mais 10 conselhos. Até breve!

Por Carmo Gê Pereira

1. Auto-conhecimento é essencial. Por pôr o nosso prazer, sem indicações, prescrições e com desconhecimento próprio nas mãos de outrem é pôr-lhes um peso morto nas mãos. Conhecer os nossos corpos, universo erótico, e poder dar a quem connosco partilha intimidade o prazer do nosso prazer é um presente precioso. 
 
2. Definir sexo é complicado. Definam um encontro sexual. O que significa? Para além de tudo o que é dito, é uma definição pessoal, pede reflexão. Podem ser beijos, amassos - sexo oral conta? Confundir sexo com coito é tão redutor! Combinem entre vocês e perguntem explicitamente o que é que conta como sexo, e que sexo gostariam de fazer, de entre todas essas coisas que têm em comum nas vossas respostas.. 
 
3. Mesmo se quando falamos em coito, este vem em vários formatos, vá variando: rápido, devagarinho, mais sensual ou mais a à bruta, em vários ritmos e posições. Diversidade é a palavra-chave. Não que todos almejemos ou possamos a ser acrobatas de cama, mas alguma variação daquela posição que tanto gosta pode surpreendê-la… e a quem esteja consigo.
 
4. Há mais prazer para além do orgasmo. Atenção: o orgasmo é, a meu ver, um direito! Mas de forma alguma é um objetivo dever ou nem precisa de ser a meta de um encontro sexual. O caminho é maravilhoso, antes, durante e depois. Isto não deve servir como ‘desculpa’ para que não haja investimento do prazer da outra pessoa, mas sim para evitar obsessões contraproducentes.
 
5. Quantidade e qualidade nem sempre andam par a par, mas podem andar. Manter uma sexualidade prazerosa e ativa vai fazer com que tenhamos o corpo mais desperto e receptivo ao prazer. Por isso, se anda com a libido em cima, relaxe, dê-lhe vazão e desfrute.
 
Sobre a autora
 
Carmo Gê Pereira trabalha na área da sexualidade desde 2008. Com quase sete anos de experiência em aconselhamento erótico e tuppersex e quase quatro anos de realização de workshops, formações e tertúlias, sessões de cinema e ciclos de eventos, tudo ligado à área da sexualidade com o objetivo de passar uma visão sobre comportamentos de forma desmistificada e aberta.

Envie as suas dúvidas e sugestões para contacto@carmogepereira.com .
 
boasnoticias.pt

Gravidez: Uma cinta para ver o bebé na barriga da mãe

Gravidez: Uma cinta para ver o bebé na barriga da mãe
Uma designer australiana desenhou um equipamento que, a concretizar-se, poderá mudar para sempre a forma como se vive a gravidez. O 'gadget' consiste numa cinta que vem equipada com um écran flexível e ultrassons para as mamãs e os papás acompanharem o crescimento do bebé em tempo real. 
 
Por enquanto trata-se apenas de um conceito mas de acordo com informação avançada pela designer industrial ao site Gizmag, a tecnologia incluída do equipamento já existe e está pronta a ser aplicada.  
 
Além dos ultrassons a 4D, o equipamento PreVue (pré-visualização, em português) seria construído com têxteis inteligentes capazes de integrar écrans flexíveis e a tecnologia de ecografia. Desta forma, além do reforço do elo entre pais e filhos, seria mais fácil detetar eventuais complicações pré-natais ou problemas do feto.  
 
A designer, especialista em desenhar equipamentos médicos, criou este conceito como um projeto da tese que realizou para a University of South Wales (Austrália) em 2011.

Melody explicou à Gizmag que "para evitar os problemas associados a uma exposição prolongada aos ultrassons, impôs ao seus aparelho um limite de frequência de 10 MHz, e um tempo de visualização diário máximo de 20 minutos". O controle destas especificações de segurança seria monitorizado pelo próprio equipamento.

Graças a este conceito, que Melody pretende comercializar através da sua empresa mPort, a designer já venceu vários prémios e distinções, como a medalha de prata no concurso A' Award Design, dentro da categoria "Medical and scientific", informa a designer na sua página do LinkedIn.
 
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Caril pode ajudar a evitar traumas das más memórias

Caril pode ajudar a evitar traumas das más memórias
A curcumina, um componente do caril, ajuda a remover as memórias negativas e evita os traumas causados por más experiências. As conclusões são de uma investigação da City University of New York divulgada em Dezembro.

O estudo foi feito com o recurso a ratinhos, que foram submetidos a experiências traumáticas com som. Os investigadores usaram um ruído que deixava os animais assustados.

Mais tarde, os ratinhos foram expostos aos mesmo som mas as reações foram diferentes, conforme os animais tinham ou não ingerido curcumina: aqueles que não tinham integrado curcumina na dieta reagiram novamente com medo.

Já os animais com uma dieta rica em curcumina não reagiram com medo ao sinal, provando que a substância ajuda a evitar traumas causados por más memórias. Esta investigação foi publicada no jornal científico Neuropsychopharmacology.

"Demonstrámos que os animais com más memórias podem ultrapassá-las através do consumo da curcumina", diz Gleen E. Schafe, um dos líderes da investigação, no site oficial da universidade norte-americana.

Os responsáveis pelo estudo esperam que esta descoberta possa vir a contribuir para o desenvolvimento de novos tratamentos para doenças do foro psiquiátrico, como é o caso do stress pós-traumático.

A curcumina é uma componente de côr amarela, presente no caril. Estudos anteriores defendem que este ingrediente também é útil no tratamento de certos cancros, das doenças cardiovasculares, da artrite, entre outras doenças.
 
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Ter uma infância feliz deixa o coração mais saudável

Ter uma infância feliz deixa o coração mais saudável
O risco de desenvolver doenças cardiovasculares é menor nos adultos que tiveram uma infância feliz. A conclusão é de uma investigação da Universidade de Helsínquia, na Finlândia, que começou há 27 anos e foi publicada no mês de Dezembro.

Os responsáveis pela investigação analisaram, há cerca de 27 anos, seis fatores de 3.500 crianças: condições socioeconómicas, estabilidade emocional, hábitos de saúde dos pais, problemas de comportamento, posição social e controlo emocional.

Em 2014, cerca de 1.090 adultos que tinham participado na primeira fase do estudo, agora com idades entre 30 a 45 anos, foram submetidos a uma avaliação da sua saúde cardiovascular, tendo em conta fatores de risco como a taxa de colestrol e de açúcar no sangue, hipertensão, excesso de peso, tabagismo e diabetes. O estudo foi publicado em Dezembro na revista 'Circulation', da American Heart Association.

No cálculo da 'saúde cardiovascular ideal', os investigadores basearam-se em sete aspetos chave: ser ativo, ter o colestrol controlado, uma alimentação equilibrada, pressão sanguínea regulada, um peso saudável, níveis de açúcar no sangue baixos e ausência de tabaco.

A equipa verificou que o ambiente em que as crianças vivem interfere na sua saúde ao longo da vida. Aquelas que crescem com mais bem estar e mais estabilidade financeira e emocional, têm menor probabilidade de desenvolver problemas cardiovasculares na idade adulta.

Crianças felizes são adultos com peso mais saudável

Para além disso, as crianças que tiveram mais experiências positivas têm mais 14% de probabilidade de terem um peso saudável quando adultos, do que aqueles que tiverem uma infância difícil.

Estas têm mais 12% de probabilidade de se tornarem fumadoras e mais 11% de hipóteses de terem taxas elevadas de açúcar no sangue quando chegarem a adultos, em comparação com as mais felizes.

"As escolhas dos pais podem ter efeitos a longo-prazo na vida das crianças. Por exemplo, se os pais de um jovem se mantiverem desempregados, o impato pode ser enorme. Por outro lado, se os progenitores deixam de fumar, isso vai melhorar a vida dessa criança", conta Laura Pulkki-Raback, coordenadora do estudo.
 
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

John Farnham - You're the Voice

Alheira torna-se saudável para os doentes renais

Alheira torna-se saudável para os doentes renais
O sabor da alheira de Mirandela pode, agora, passar a ser incluído no menu dos doentes com insuficiência renal sem compromissos para a saúde. Uma empresa regional "reformulou" este enchido típico português e criou uma versão mais saudável da alheira para pacientes em hemodiálise.
 
 A "Alheira Adaptada a Doentes em Hemodiálise" nasceu pela mão da companhia médica TECSAM e  do seu Centro Renal de Mirandela em colaboração com a Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP), que lançou um projeto que resultou "na recuperação, reformulação e adaptação da tradicional alheira".
 
A equipa da faculdade envolvida no projeto, coordenado pela investigadora Olívia Pinho, adaptou as caraterísticas nutricionais do produto para o tornar mais "saudável e sustentável", respeitando, ao mesmo tempo, "a cultura e a tradição" e "preservando e valorizando o património gastronómico regional".
 
Numa nota de imprensa, a FCNAUP explica que, como é habitual, a nova alheira é preparada com carne de aves da região mas que, para diminuir os malefícios para a saúde e para um toque especial, a banha e o sal, dois dos ingredientes da receita, são substituídos por especiarias e ervas aromáticas.
 
Esta alheira adaptada vai ser produzida e comercializada pelas empresas portuguesas Alheiras Angelina e Topitéu, tendo os investigadores contado com o apoio do 'chef' Eurico Castro para a sua confeção.
 
Além da transformação do enchido regional, o projeto traduziu-se, também, na criação de ementas adaptadas a doentes com insuficiência renal que vão estar disponíveis em três restaurantes de Mirandela. São eles o restaurante Adega, O Grês e Pomar. 
 
boasnoticias.pt

Diabetes: Menino recebe 1.º pâncreas artificial do mundo

Diabetes: Menino recebe 1.º pâncreas artificial do mundo
Este "pâncreas artificial" (na mão de Xavier, ao centro) parece-se com um leitor de mp3 e funciona como uma bomba de insulina, imitando o órgão humano. © Western Australia Department of Health

Um menino australiano com diabetes tipo 1 recebeu, recentemente, o "primeiro pâncreas artificial do mundo", cujo funcionamento se assemelha ao daquele órgão humano. A intervenção para colocação do dispositivo foi realizada no Hospital Pediátrico Princess Margaret (PMH) em Perth, na Austrália.
 
Xavier Hames, de quatro anos, tornou-se, assim, o primeiro paciente do mundo a utilizar, fora de ensaios clínicos, o equipamento, que se parece com um leitor de mp3 e é "acoplado" ao corpo através de vários tubos inseridos sob a pele, explica, em comunicado, o Departamento de Saúde da Austrália Ocidental.
 
Este "pâncreas artificial" funciona como uma bomba de insulina e tem como objetivo pôr fim à necessidade de monitorizar, constantemente, o estado de saúde e de o controlar através de injeções.
 
"A tecnologia imita a função biológica do pâncreas e prevê os baixos níveis de glicose, interrompendo a administração de insulina [quando estão normalizados]", esclarece aquele organismo, acrescentando que a solução "permite evitar consequências sérias da falta de açúcar no sangue como as convulsões, o coma e até a morte".


O "pâncreas artificial", cuja aparência lembra um leitor de mp3, é "acoplado" ao corpo através de vários tubos inseridos sob a pele
 
De acordo com Tim Jones, um dos médicos do hospital australiano, "o dispositivo é capaz de prever episódios de hipoglicemia e de parar a administração de insulina antes de um evento previsto", o que é particularmente importante porque estes episódios acontecem, muitas vezes, durante a noite, tornando-se mais perigosos para os pacientes, que não se apercebem deles.
 
"O facto de, simultaneamente, a bomba ser capaz de voltar a ativar a administração da insulina de forma automática quando os níveis de glicose recuperam é um avanço médico revolucionário", acrescenta o especialista.
 
Naomi Hames, mãe do pequeno Xavier, assegura que o dispositivo tem melhorado em muito a vida do filho, que foi diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 meses de idade. "A bomba deixa-nos mais descansados porque sabemos que o Xavier está seguro não só enquanto dormimos, mas durante o dia", confessa.
 
Além disso, "[o pâncreas artificial] é à prova de água, o que significa que ele pode desfrutar de desportos aquáticos e de várias atividades com os amigos e a família" sem preocupações, revela a progenitora, citada pela AFP.
 
Este equipamento foi desenvolvido na sequência de cinco anos de ensaios clínicos realizados no Hospital Pediátrico Princess Margaret e em várias outras instituições hospitalares australianas e custa cerca de 8.100 dólares (aproximadamente 7.000 euros).
 
A diabetes tipo 1 carateriza-se pela produção insuficiente de insulina pelo pâncreas devido à destruição das suas células. Os pacientes necessitam de injeções diárias de insulina durante toda a vida para manterem a glicose no sangue em valores normais.
 
boasnoticias.pt

Londres volta a recrutar enfermeiros em Portugal

Londres volta a recrutar enfermeiros em Portugal
O Hillingdon Hospitals NHS, em Londres, quer recrutar, no nosso país, 50 enfermeiros com experiência ou recém-licenciados. As entrevistas vão decorrer na última semana de Fevereiro.
 
O recrutamento está a ser feito pela CPL Healthcare, empresa com mais de 20 anos de experiência no recrutamento de profissionais do sector da saúde.

Em comunicado enviado ao Boas Notícias, a empresa revela que existem 50 vagas em aberto para posições permanentes a tempo inteiro para as seguintes especialidades: medicina, cirurgia, pediatria, emergência, reabilitação, unidade de avaliação médica.
 
O Hospital de Hillingdon oferece salários atrativos, entre 28,302 euros e 36,765 euros (dependendo da experiência profissional), pagamento adicional de horas extra e trabalho por turnos, um mês gratuito de alojamento, voo pago, programa inicial de acolhimento e integração e um pacote de boas vindas à chegada para cada enfermeiro.
 
A instituição de Hillingdon procura candidatos experientes e recém-licenciados que reúnam os seguintes requisitos: um bom nível de Inglês (nível B2 ou superior), registo no NMC (National Healthing Service) ou em processo de registo.
 
O recrutamento é assegurado pela CPL Healthcare que apoio e aconselhamento aos candidatos ao longo do processo de recrutamento sob a forma de preparação para as entrevistas em inglês com o cliente bem como assistência no registo no NMC e possibilidade de contactar com consultores em Português.
 
Os interessados deverão enviar o CV em Inglês para Liliana Oliveira (Liliana.oliveira@cplhealthcare.com) para se inscreverem nas entrevistas que irão decorrer em Portugal, em finais de Fevereiro, em dias e local a definir.
 
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Publicação em destaque

A tosse de fumador pode esconder problemas de saúde graves

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