sábado, 28 de fevereiro de 2015

Ozzy Osbourne - Mama, I'm Coming Home

Oficina da Psicologia: Aceite as suas emoções!

Oficina da Psicologia: Aceite as suas emoções!
por António Norton, Psicólogo
 
António Norton
Imaginemos uma sala confortável com mesas, cadeiras, um sofá muito agradável, um bom tapete, chão de madeira. Tudo acolhedor e convidativo.

Nesta sala há uma porta que dá para outra divisão.  Na sala decorre uma festa com pessoas, expectativas, interesses, emoções, calor, palavras, gestos, olhares, atitudes.

Para entrar na sala é preciso que esta porta, que falei à pouco, se abra. Quem decide quem entra somos nós. Vamos imaginar que eu ou o leitor é que controla quem entra na sala. Lá fora os convidados são emoções: 

Alegria e seus derivados como euforia, boa-disposição, espontaneidade, leveza, descontracção e relaxamento.

Medo e seus derivados como ansiedade, terror e pânico. Zanga e seus derivados como raiva, cólera e ódio. Tristeza e seus derivados como melancolia e nostalgia.

Ora bem, nós é que decidimos quem entra na festa e a primeira resposta que surge é abrimos a porta à alegria e o resto das emoções e seus derivados não são bem-vindos. Não vêm fazer nada nesta festa!! Podem ir “pregar para outra freguesia”.

Estas emoções tais como tristeza, zanga, medo são muito insistentes e começam a forçar a porta para entrar, afinal de contas, sentem que a sua presença é importante na festa, mas nós não as queremos e pressionamos a porta com força para não entrarem. 

Mas as emoções não se vão de modo algum embora, pelo que passamos o tempo todo da festa a tentar fechar a porta e a impedir a entrada destas emoções. Estamos hipervigilantes e a controlar todos os nossos pensamentos para que estas emoções não entrem na festa e não estraguem tudo. 

Resultado?
Perdemos a festa, o convívio, a música, a comida, a espontaneidade, a descoberta do outro, a descontracção, a irreverência. Curiosamente, quanto mais tentamos bloquear a entrada destes intrusos indesejáveis mais zangados, irritados, assustados, ansiosos e até tristes ficamos…

Esta imagem é o que se passa no hiper-controlo que governa e representa uma pessoa com ansiedade social.
 
E como podemos sair desta armadilha? Quanto mais bloqueamos a entrada destas emoções mais ansiosos ficamos…

Gostaria de fazer uma pergunta: O que é que acontece se abrirmos a porta às emoções? Se deixarmos entrar o medo, a zanga e a tristeza vamos arruinar a festa? Ou será que não? Se aceitamos que ter medo é natural. Se aceitamos que estar zangados é legítimo.

Se aceitamos que a tristeza faz parte de cada um de nós o que surge? Deixamos de ficar preocupados e hipervigilantes. Deixamos de ficar a noite toda agarrados à porta para que não se abra e deixe entrar emoções supostamente indesejáveis.

Se trazemos a zanga podemos participar em conversas cujo teor transmita revolta, podemos intervir se existir algum desacato durante a festa. 
Se deixamos que a tristeza entre podemos confortar alguma pessoa que se sinta triste na festa, porque ao aceitarmos a nossa tristeza, aceitamos a do outro. 

Se deixamos o medo entrar podemos escolher as pessoas com quem queremos conviver, em vez de agir impulsivamente e mergulhar em qualquer contexto social. 

Ter emoções é natural, é normal e faz parte de cada um de nós. 

Todas as emoções têm a sua valia, a sua importância, a sua utilidade.
Se bloqueamos as emoções o que vai acontecer é como que uma duplicação dessa emoção. 

Se eu tenho medo do medo então o meu medo duplica.
 
Se eu tenho tristeza da tristeza vou ficar duplamente triste. 

Se eu fico zangado por ter zanga em mim posso ficar ainda mais carregado de zanga.
 
Duplicamos a emoção ao não a aceitar e aí sim a emoção poderá adquirir um carácter disfuncional e, se quisermos negativo. 
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Para saber mais sobre este projeto visite www.oficinadepsicologia.com ou http://www.facebook.com/oficinadepsicologia
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Que vos parece? 
 
Aceitar é a chave?

boasnoticias.pt

Fazer voluntariado alivia o 'stress' e o cansaço

Fazer voluntariado alivia o 'stress' e o cansaço
Ajudar os outros ajuda-nos, também, a nós próprios. A conclusão é de um novo estudo internacional que revela que fazer voluntariado contribui para reduzir o 'stress' e a exaustão associados ao trabalho, aumentando o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
 
A investigação publicada este mês na revista científica Journal of Occupational and Environmental Medicine, debruçou-se sobre 746 trabalhadores suíços que exercem funções a tempo inteiro e a tempo parcial, 35% dos quais se dedicam, também, ao voluntariado, várias vezes por ano.
 
Através de inquéritos, os cientistas procuraram "compreender a relação entre o voluntariado e a saúde" com vista a apurar se esta prática pode funcionar como "um recurso psicossocial, contribuindo para um maior balanço entre a vida pessoal e profissional e, em última instância, para uma melhor saúde".
 
Os participantes no estudo responderam a questões sobre a exigência do emprego e a sua perceção acerca do equilíbrio entre vida e trabalho. Além disso, a equipa de investigadores procurou, também, medir os seus níveis de 'stress' cansaço associados à atividade profissional.
 
O estudo provou que os que indivíduos que praticavam voluntariado apresentavam níveis inferiores de 'stress' e tinham menor probabilidade de se sentir exaustos no trabalho.

Os voluntários relataram, também, uma maior sensação de equilíbrio entre vida profissional e pessoal em comparação com os que não tinham por hábito fazer voluntariado.
 
"Embora consuma energia e tempo, o voluntariado pode contribuir para uma maior sensação de equilíibrio entre os trabalhadores, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente a saúde", afirmam os autores da investigação.

Esta não é a primeira vez que os benefícios do voluntariado para a saúde são comprovados pela ciência. Em 2013, a Universidade de Harvard revelou que ser voluntário faz bem ao corpo e à mente e contribui, até, para baixar a tensão arterial, para aumentar a longevidade e para diminuir os sentimentos de solidão e depressão.

Clique AQUI para aceder ao estudo suíço agora publicado (em inglês). 

boasnoticias.pt

Nova prótese biónica de mão é controlada pelo cérebro

Nova prótese biónica de mão é controlada pelo cérebro
Uma equipa de investigadores da Universidade Médica de Viena, na Áustria, desenvolveu uma prótese de mão que é controlada através do cerébro. Desta forma, os pacientes ganham mais autonomia recuperando alguns movimentos que tinham perdido.

No ser humano, os movimentos da mão e do braço são controlados plexo braquial, um conjunto de nervos alimentado por cinco "raízes" localizadas na coluna lombar. Quando alguma destas raízes é afetada, as funções e a sensibilidade da mão ficam comprometidas.

De acordo com Oskar Aszmann, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da nova prótese, esta nova solução "envolve atividades neuromusculares complexas, que criam uma interface interativa entre humanos e máquinas".

"Antes do tratamento, é preciso fazer uma exploração rigorosa do estado da função da mão ou do braço, bem como dos seus nervos", para saber se se podem reaproveitar, explica o investigador em comunicado.

Reciclagem de músculos

"Se a resposta for positiva, é retirado um pedaço de músculo da região da coxa, que é transplantado no antebraço. O músculo vai atuar como um amplificador para os nervos restantes", prossegue Oskar.

O investigador adianta que "a contração do músculo cria sinais elétricos, que se convertem em força. Estes sinais e esta força são usadas para controlar a mão".

Antes da operação, o paciente tem fazer uma formação para aprender como manusear a sua prótese através da interface eletrónica. A nova prótese já foi testada, com sucesso, em três pacientes.

"Para os pacientes é um grande benefício usar as duas mãos de forma autónoma, permitindo-lhes ficar aptos para o trabalho e serem completamente independentes na sua vida diária", reforça Oskar, acrescentando ainda que, com esta inovação, a 'dor fantasma' desparece com a colocação desta prótese biónica.

Esta inovação foi testada pela primeira vez em 2009, tendo sido desenvolvida até ao momento. Atualmente está a ser usada na Universidade Médica de Viena para substituir membros que foram amputados.
boasnoticias.pt

Gato recupera confiança de menino autista

Gato recupera confiança de menino autista
Loiuse Booth, mãe de Fraser, relatou a estória emocionante destes amigos inseparáveis num livro lançado em 2014
Fraser e Billy são protagonistas de uma amizade muito especial: Fraser é um menino autista que conseguiu ultrapassar grande parte dos seus medos graças ao apoio permanente de Billy, um gato que a família resgatou de um gatil.

Um dos seus filhos do casal Booth, foi diagnosticado com autismo quando tinha apenas 18 meses. É um diagnostico angustiante para qualquer pai uma vez que o prognóstico em termos de evolução e sempre muito reservado.

Como a maior parte dos autistas, Fraser vivia fechado no seu próprio mundo sem comunicar com aqueles que o rodeavam. Além do autismo, o menino sobre de uma doença que atrofia os músculos fazendo com o simples gesto de andar ou agarrar objetos se torne difícil.

“Desde o diagnóstico, a nossa vida não tem sido fácil. Não sabemos nunca o que fazer ou que tratamento seguir. A única coisa que podemos fazer é seguir os nossos instintos”, conta Loiuse ao site norte-americano Sydney Morning Herald.

E foi mesmo por instinto que a família decidiu ficar com o pequeno Billy, um gatinho adotado de uma associação de proteção dos animais. A família tinha um gato idoso e, inicialmente, Fraser não ligava muito ao animal, mas nos últimos tempos parecia mais intrigado com o felino. “Como o nosso gato Toby já era muito velho achei que seria preferível arranjar um gatinho mais jovem”, explica a mãe do menino.

No momento em que foram buscar o jovem felino, Billy saltou imediatamente para junto de Fraser que ficou fascinado, olhando o animal com um “sorriso nos lábios”. “Queres dizer um olá ao Billy?”, perguntou a mãe ao menino. Para sua surpresa Fraser respondeu: “Mãe, vens comigo?”.

“Para os outros pais esta frase é uma coisa banal mas para nós foi um momento muito emocionante”, conta Loiuse. Desde aí, Billy e Fraser passam a maior parte do tempo juntos, com o gatinho a tornar-se um elemento fundamental, sobretudo quanto Fraser tem crises nervosas.

Loiuse salienta que a presença do animal acalma o menino nos momentos mais sensíveis para a criança, como a hora do banho que, antes de Billy chegar, era um verdadeiro pesadelo, com Fraser aos gritos do princípio ao fim. “Billy aproxima-se da banheira e fica ali a dar o seu apoio, Fraser simplesmente aceita e os banhos deixaram de ser um pesadelo”, relata a mãe do menino.

A estória desta amizade que mudou a vida de uma família foi relatada por Loiuse no livro “When Fraser met Billy”, que já está traduzido em várias línguas.

Siga no Facebook a amizade Billy e Fraser

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Firehouse - Sleeping With You

Governo estuda incentivo a quem deixar de fumar

Governo estuda incentivo a quem deixar de fumar
O Minstério da Saúde admitiu esta quinta-feira, a possiblidade de devolução do dinheiro gasto com fármacos aos fumadores que provarem que deixaram de fumar. Esta é apenas uma das propostas pensadas para incentivar os portugueses a porem o cigarro de parte.

A ideia de devolver o valor dos fármacos e adesivos partiu de Fernando Leal da Costa, secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde, e terá como principal intenção fazer com que mais pessoas deixem de fumar.

O secretário considera ainda que os medicamentos em si têm um "eficácia relativa" e, por isso, terão que existir "outras medidas de apoio", acrescentando ainda que é preciso criar "um sistema de comparticipação que premeie a adesão a um programa de desabituação, não somente ao medicamento", cita o jornal Público.

Em cima da mesa estão ainda pensados outros incentivos à cessação tabágica. Leal da Costa prevê que, ainda este ano, sejam aprovadas algumas diretivas da União Europeia como é o caso da implementação de imagens chocantes nos maços de tabaco.

Para além disso, a Direção Geral da Saúde vai lançar uma campanha de sensiblização para os riscos que o fumo do tabaco oferece a todos aqueles que não fumam, isto é, os fumadores passivos. 
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Agricultor britânico cria cebola 'que não faz chorar'

Agricultor britânico cria cebola 'que não faz chorar'
As 'lágrimas de cebola' têm os dias contados graças a uma inovação de um agricultor britânico que criou uma cebola que não faz chorar. Esta nova versão da cebola vermelha já está à venda no Reino Unido.

A ideia foi de Alastair Findlay, um agricultor britânico que passou os últimos 20 anos a cultivar cebolas. Em cada estação do ano, Alastair exprimentou mais de 400 bolbos, de forma a encontrar o ideal para os seu objetivo: ter uma cebola que não faça chorar e que também não deixa mau hálito.

"Este bolbo é mais suave, sumarento e com um sabor mais crocante do que o das cebolas tradicionais", explica a Asda, empresa que comercializa este produto, no seu site oficial.


Este novo tipo de cebola vermelha é menos ácida do que as tradicionais.Foto © Asda

"É engraçado pensar que, no ínicio dos anos 90, não havia cebolas vermelhas no Reino Unido. Porém, devido à popularidade e versatilidade da cebola, neste momento cerca de 20% das cebolas vendidas neste país são vermelhas", explica Andy Wareham, responsável da Asda, citado no mesmo site.

Atualmente, são mais de 40 espécies diferentes de cebolas vermelhas à venda nas lojas Asda, no Reino Unido.

boasnoticias.pt

Platina pode ser eficaz contra o cancro do pâncreas

Platina pode ser eficaz contra o cancro do pâncreas
Um grupo internacional de investigadores conseguiu, pela primeira vez, descobrir quais os quatro subtipos em se divide o cancro do pâncreas, tendo anunciado que, consoante o subtipo da doença, o uso de medicamentos com platina pode ser benéfico para o tratamento dos pacientes.
 
Segundo os cientistas, coordenados por Andrew Biankin, da organização britânica Cancer Research UK, estes subtipos distinguem-se entre si através das caraterísticas do ADN - estável, instável, reorganizado localmente ou disperso - e desenvolvem-se, todos eles, devido a uma "confusão genética" resultante de danos causados em genes específicos.
 
Isto significa, portanto, que os tumores pancreáticos podem, de futuro, ser classificados não apenas de acordo com a frequência ou a localização, mas com base nas "reorganizações" de ADN provocadas pelas falhas genéticas, falhas que, sabe-se agora, podem ser potencialmente combatidas com medicamentos já existentes.
 
"Apesar das muitas décadas de investigação sobre o cancro pancréatico, temos enfrentado numerosos obstáculos na procura por tratamentos novos e eficientes", admite, em comunicado, o líder deste estudo internacional, Andrew Biankin.

"Porém, o nosso trabalho, que explica de que forma a reorganização caótica dos cromossomas desencadeia danos nos genes que, por sua vez, levam à doença, traz consigo a oportunidade de criar tratamentos mais personalizados contra este problema", congratula-se o investigador.
 
A equipa descobriu ainda que o uso de medicamentos com platina - commumente utilizados em tratamentos de quimioterapia contra o cancro do ovário ou do testículo - pode, além disso, beneficiar os pacientes cujo cancro pancreático se insira no subtipo da doença resultante da reorganização instável do ADN.
 
Até ao momento, estes fármacos têm tipo um impacto limitado contra o cancro do pâncreas, mas, no âmbito deste estudo, publicado, recentemente, na revista científica Nature, os especialistas tomaram conhecimento de que um número reduzido de pacientes mostrou "melhorias excecionais" graças à sua administração.
 
"Embora a maior parte dos pacientes não responda à terapia com platina, certo número beneficiou de uma resposta impressionante, que a maioria dos oncologistas nunca esperou ver durante toda a vida", revela Biankin.
 
O cientista adianta que "duas pessoas tratadas com platina viram os seus tumores desaparecer completamente e uma delas está viva cinco anos depois do diagnóstico", uma esperança renovada para os doentes já que, em ambos os casos, os cancros estavam em estágios tão avançados que a esperança de vida era de apenas alguns meses.
 
"Conseguir identificar os pacientes que podem beneficiar dos fármacos baseados na platina será uma viragem determinante para tratar o cancro pancréatico, aumentando, potencialmente, a sobrevivência de uma parcela dos doentes", finaliza o investigador, que acrescenta que tal poderá permitir também o desenvolvimento de medicamentos mais eficientes.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês). 

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Jovens isentos de taxas moderadoras na saúde

Jovens isentos de taxas moderadoras na saúde
O Governo decidiu esta quinta-feira estender a isenção de taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde a todos os menores de 18 anos e prorrogar por três anos o regime excecional de contratação de médicos aposentados.
 
O Conselho de Ministros emitiu esta quinta-feira um comunicado informando que aprovou "a alteração do regime de isenção de taxas moderadoras, de forma a estender a isenção a todos os menores".
 
O executivo pretende, com esta alteração, "promover a saúde e garantir a eliminação de quaisquer constrangimentos financeiros no acesso dos menores aos serviços de saúde assegurados pelo Serviço Nacional de Saúde".
 
Na mesma reunião, o Conselho de Ministros prorrogou, por três anos, o prazo de vigência do regime excecional de contratação de médicos aposentados pelos serviços e estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde.
 
O objetivo é "dar resposta à carência de médicos e, deste modo, assegurar a manutenção dos cuidados de saúde a todos os cidadãos", lê-se no mesmo documento.

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Futsal: Padres portugueses são campeões europeus

Futsal: Padres portugueses são campeões europeus
Foto: © Agência Ecclesia - A seleção portuguesa venceu a Polónia por uma bola a zero, na final que decorreu nesta quinta-feira na Áustria
A seleção do clero venceu a 'Clerigus Cup' da Europa, cuja final decorreu esta quinta-feira na Áustria. A equipa portuguesa derrotou a Polónia por uma bola a zero. Neste torneio participaram cerca de 220 sacerdotes de 16 países.

Citados pela agêcia Ecclesia, os jogadores afirmaram que a vitória foi conseguida com "suor, dedicação e inspiração divina", acresentando ainda que foi um jogo "atípico, sempre com enorme intensidades, velocidade e muitos nervos à flor da pele".

A partida esteve empatada a zeros até à segunda parte do jogo, altura em que o padre António Cunha, da equipa portuguesa, marca o golo da vitória.

Antes de chegar à final, a seleção venceu, durante a fase de grupos, equipas como as da Eslováquia, Albânia, Bielorussia. Nas fases dos quartos-de-final e meia-final, a equipa lusa derrotou a Hungria e a Croácia, respetivamente.

Desta forma, os sacerdotes portugueses validaram o passaporte para a final, onde defrontaram a Polónia, "considerada há muitos anos como a seleção mais forte de todo o campeonato", como refere o mesmo comunicado.

A vitória foi dedicada ao padre José Miguel Pereira, recentemente falecido, e que participou em campeonatos anteriores. A equipa aproveitou também para relembrar "todos os portugueses que vivem um tempo de crise".

boaasnoticias.pt

Facebook lança ferramentas de prevenção de suicídio

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

The Human League - Don't You Want Me

Fotografia: Portugueses finalistas em concurso mundial

Fotografia: Portugueses finalistas em concurso mundial
Há dois fotógrafos portugueses entre os finalistas do concurso mundial de fotografia de 2015 da Sony. Eduardo Leal e Beatriz Rocha fazem parte das "shortlists" das melhores fotografias a competição, tendo os seus trabalhos sido escolhidos entre mais de 173.444 imagens oriundas de 171 países.
 
O fotógrafo Eduardo Leal é um dos finalistas na secção de "Profissionais", estando nomeado na categoria "Campanhas" com uma série de fotografias denominada "Plastic Trees" ("Árvores de Plástico", em tradução livre) que chama a atenção para a deterioração da paisagem e do ambiente causada pelo uso excessivo de sacos plásticos.
 
Portugal está também representado na secção de "Juventude", destinada a fotógrafos com idade até 19 anos, pela fotografia "Cante Alentejano" da autoria de Beatriz Rocha, que está a concurso na categoria de "Cultura".
 
Os "2015 Sony World Photography Awards" convidam à participação de fotógrafos de todo o mundo e contam ainda com três outras secções: "Aberta", para amadores e entusiastas da fotografia, "Estudantes" e "Telemóveis", celebrando, segundo a organização, "todos os artistas talentosos que trabalham na indústria fotográfica".
 
Este ano, a competição registou uma percentagem de participação superior em 24% à da edição de 2014 e que foi, também, a mais alta de toda a sua história, com 173.444 fotografias de 171 países em prova. As fotografias foram avaliadas, de forma anónima, por um painel de jurados da Organização Mundial de Fotografia, que escolheu os finalistas.
 
"O único propósito dos Sony World Photography Awards é celebrar e apreciar os artistas talentosos que trabalham na indústria fotográfica", afirma, em comunicado, Astrid Merget Motsenigos, diretora criativa da Organização Mundial de Fotografia.
 
Segundo a responsável, "a 'shortlist' representa a vitalidade, a diversidade e as competências dos fotógrafos já estabelecidos e do crescente exército de cidadãos fotógrafos a quem estes prémios dão uma exposição e uma oportunidade sem precedentes".
 
As fotografias que chegaram às "shortlists" vão estar em exposição na Somerset House, em Londres, entre 24 de Abril e 10 de Maio, sendo também na capital britânica que vão ser dados a conhecer, a 23 de Abril, os nomes dos vencedores, escolhidos "online" pelo próprio público.
 
Os vencedores deste que é considerado o maior concurso internacional de fotografia receberão prémios em dinheiro no valor de até 30.000 dólares (cerca de 26.300 euros) e os mais recentes equipamentos fotográficos da Sony.

Conheça AQUI e AQUI os trabalhos destes fotógrafos portugueses.

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Robô enfermeiro ajuda pessoas com pouca mobilidade

Robô enfermeiro ajuda pessoas com pouca mobilidade
© RIKEN
Um instituto japonês desenvolveu o 'Robear', um robô com força suficiente para levantar e transferir pessoas com dificuldades de mobilidade, por exemplo da cadeira de rodas para uma cama ou banheira. O robô será comercializado em breve.

A inovação, que foi desenvolvida pelo Centro de Investigação Riken-SRK, em Nagoya (Japão), pesa cerca de 140 quilos e tem um aspeto semelhante a um urso polar.

Capaz de suportar uma pessoa com peso até 80 quilos, o robô consegue calcular a força que é necessária através de vários sensores incorporados, explica o centro em comunicado de imprensa.

O 'Robear' é constituído por pernas extensíveis, que o ajudam a evitar a queda, e move-se em marcha lenta, devido aos seus braços mecânicos e sensores de movimento.



De acordo com o mesmo comunicado, estes sensores ajudam a que esta espécie de 'enfermeiro' consiga efetuar a elevação dos pacientes garantindo a sua segurança.

Este robô vai permitir uma resposta a um dos problemas com que o Japão se depara atualmente: o reduzido número de pessoas que prestam cuidados de saúde, não sendo suficientes para dar resposta ao elevado número de idosos existentes naquele país, embora não possa substítuir o enfermeiro. O 'Robear' sucede-se ao 'Riba', criado em 2009.

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SIDA: Fármaco "low-cost" vai chegar a países pobres

SIDA: Fármaco "low-cost" vai chegar a países pobres
A farmacêutica norte-americana Drugmaker Merck & Co. vai autorizar a produção e comercialização a baixo custo de uma versão genérica de um dos seus medicamentos contra o VIH (vírus da imunodeficiência humana), causador da SIDA, com o objetivo de tratar crianças infetadas de países desfavorecidos.
 
O anúncio foi feito esta terça-feira e, de acordo com a Associated Press, resulta de um esforço do grupo Medicines Patent Pool, apoiado pela Organização das Nações Unidas, que trabalha com farmacêuticas de renome para encontrar formas de disponibilizar os fármacos contra o VIH ainda protegidos por patente em países em desenvolvimento por uma fração dos preços praticados na Europa e nos EUA.
 
O acordo entre o Medicines Patent Pool e a Merck prevê que qualquer empresa farmacêutica possa produzir um genérico pediátrico do medicamento "raltegravir", vendido atualmente sob o nome "Isentress" e que, nos Estados Unidos, custa cerca de 1.350 dólares (aproximadamente 1.800 euros) por mês para pacientes sem seguro.
 
Segundo a organização, com sede em Genebra, na Suíça, graças a este acordo, os tratamentos de baixo custo contra o vírus poderão chegar às crianças infetadas de um total de 92 países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, como a Índia e a África do Sul, com um preço 47% a 87% inferior ao praticado no mundo desenvolvido.
 
A medida é especialmente importante porque o "raltegravir", cuja patente está em vigor até 2022, é um dos poucos fármacos aprovados contra o VIH que podem ser administrados a crianças com idade inferior a três anos, permitindo mesmo que o tratamento comece logo aos quatro meses de vida.
 
"Sem terapia antirretroviral, 50% das crianças que vivem com VIH/SIDA não chega aos dois anos de vida e 80% morre antes dos cinco anos de idade", afirma, num comunicado citado pela Associated Press, Deborah Brix, coordenadora do programa estatal norte-americano contra a SIDA.
 
De realçar que este acordo é outro dos passos da "Pediatric HIV Treatment Initiative", uma iniciativa colaborativa cujo objetivo é desenvolver medicamentos mais eficazes para crianças infetadas com o vírus, incluindo fármacos líquidos e mastigáveis, mais fáceis de tomar do que os comprimidos convencionais.
 
Atualmente, o "raltegravir" está já disponível em forma de pastilhas mastigáveis e de pó solúvel, estando também a ser testado, neste momento, o seu possível uso em recém-nascidos.

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Está a chegar o maior eclipse solar desde 1999


É já no próximo dia 20 de Março que a Europa vai poder testemunhar o maior eclipse solar registado desde 1999. O fenómeno vai ser visível em Portugal Continental e nas ilhas, embora apenas de forma parcial.
 
Apesar de se tratar de um eclipse total, isto é, em que a Lua tapa o Sol por completo, o fenómeno só será observável na sua (quase) plenitude nos países mais a Norte do Velho Continente, como a Noruega e a Islândia, onde a "escuridão" poderá ultrapassar os 90%.
 
De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), em Portugal, o eclipse começará a ser visível por volta das 08.00h da manhã de dia 20 de Março, prevendo-se que o pico de obscuridade, que não deverá ultrapassar os 65%, se atinja cerca de duas horas depois.
 
A aproximação do evento está a chamar a atenção dos responsáveis do setor da energia, uma vez que, com a crescente utilização da eletricidade produzida a partir do Sol em muitos países europeus, o eclipse poderá perturbar, temporariamente, o abastecimento energético em determinados locais.
 
"O risco de incidente não pode ser completamente excluído", afirmou, em declarações feitas na segunda-feira à AFP, a European Network Transmission System Operators for Electricity (Entsoe), organização que representa os operadores de eletricidade europeus.
 
De acordo com aquela entidade, o eclipse de 20 de Março será "um teste sem precedentes ao sistema elétrico da Europa". Portugal deverá, no entanto, ser pouco afetado pelas consequências do fenómeno, prevendo-se que a situação possa ser mais complicada em países como a Alemanha, que, atualmente, obtém mais de um quarto da eletricidade consumida a partir de fontes renováveis.
 

O eclipse solar acontece quando a Lua se atravessa diretamente entre a Terra e o Sol e "lança" uma sombra sobre a superfície terrestre (como mostra a animação ao lado, divulgada pela NASA).

Mesmo em casos de eclipse total, é a localização geográfica que determina a aparência do Sol durante a ocorrência do fenómeno.
 
O último grande eclipse do Sol teve lugar em Agosto de 1999 e o eclipse de Março será o último eclipse total visível na Europa durante mais de uma década, já que o próximo deverá ocorrer somente a 12 de Agosto de 2026.
 
De realçar que não é recomendável olhar diretamente para o Sol durante o eclipse. Os curiosos que queiram observar o fenómeno devem utilizar óculos de proteção especiais e nunca optar por alternativas como binóculos, óculos escuros convencionais ou telescópios sem filtros apropriados sob pena de danificar permanentemente a visão.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O Elevador da Glória @ Radio Macau

UPorto cria sapatos para pessoas com paralisia cerebral

UPorto cria sapatos para pessoas com paralisia cerebral
Foto © Design Includes You

Melhorar a mobilidade e a qualidade de vida dos portadores de paralisia cerebral é o objetivo do projeto 'RITA.RED.SHOES', lançado no Porto esta segunda-feira. Para isso, elementos das Faculdades de Engenharia e de Belas Artes da Universidade do Porto (FEUP e FBAUP) vão lançar uma linha de calçado especial que já começou a ser desenhada.

A ideia, que surgiu no âmbito da Unidade Curricular 'Projeto Design Industrial' do mestrado em Design Industrial e de Produto da FEUP/FBAUP, terá como principal finalidade oferecer um calçado prático, sem esquecer a componente estética.

O projeto foi apresentado no Porto, esta segunda-feira, num evento onde estiveram presentes diversas personalidades, como por exemplo a cantora Rita Redshoes, que é madrinha da iniciativa.


A cantora Rita Redshoes (à direita) é a madrinha do projeto que foi oficialmente lançado esta segunda-feira

Os portadores de paralisia cerebral mostram-se entusiasmados com a ideia, como é o caso de Mariana Machado. "Excelente projecto! Sou portadora de paralisia cerebral e sempre tive muita dificuldade em encontrar sapatos que fossem confortáveis e esteticamente agradáveis. Fico à espera dos resultados", comentou a jovem na página de Facebook da 'Design Includes You', uma rede de designers que lutam pela inclusão social.

Estes sapatos, que serão comercializados por uma empresa de calçado português, começaram a ser desenhados durante um 'workshop' que decorreu esta segunda e terça-feira, na FEUP. Durante estes dois dias, os estudantes integraram equipas de projeto multidisciplinares, que contaram com a participação de pessoas com paralisia cerebral.

O projeto 'RITA.RED.SHOES' vai ser coordenado pelos designers Lígia Lopes (FEUP) e Matt Dexter (da Sheffield Hallam University, no Reino Unido). Contará também com a participação da arquiteta Lia Ferreira, Provedora do Deficiente da Câmara Municipal do Porto.

Os protótipos e resultados do desenvolvimento deste projeto vão estar expostos primeiro em Sheffield, no âmbito da Conferência Design4Health 2015, que decorrá em Julho, voltando depois para o Porto, onde farão parte do programa do BIN@PORTO.
 
boasnoticias.pt

Natação adaptada: Português bate recorde mundial

Natação adaptada: Português bate recorde mundial
Foto © Futebol Clube Ferreiras

O atleta algarvio Filipe Santos, bateu um novo recorde mundial nos 50 metros mariposa, no Campeonato Nacional de Inverno de Natação Adaptada, que se realizou em Vila Franca de Xira no último domingo.

O nadador do FC Ferreiras, portador de Síndrome de Down, registou a marca de 32,68 segundos, superando os 34 segundos do italiano Paolo Manauzzi, registados em 2012. Filipe Santos venceu nos 50 metros mariposa, na categoria S21, revelou a Federação Portuguesa de Natação (FPN).


Filipe Santos superou o recorde de Paolo Manauzzi, registado em 2012

Nesta competição também se destacou João Pina, que garantiu os mínimos para os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, que se irão realizar no próximo ano.

O atleta da Gesloures registou um tempo de 5.50,53 nos 200 livres. João Pina torna-se assim no primeiro atleta de natação adaptada a obter mínimos para a competição do Rio de Janeiro.

De acordo com a mesma informação, foram ainda obtidos sete mínimos para os Mundiais de Glasgow, que se realizarão naquela cidade entre 10 a 20 de Julho. Os vencedores são Amadeu Cruz, Nelson Lopes, Gino Caetano, Ivo Rocha, David Grachat e David Carreira.

Nesta competição, que foi organizada pela FPN e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, estiveram presentes cerca de 123 atletas (88 masculinos e 35 femininos) de 27 equipas.
 
boasnoticias.pt

Emprego: EDP procura eletricistas para todo o país

Emprego: EDP procura eletricistas para todo o país
A EDP - Energias de Portugal está a recrutar eletricistas para todo o país. A empresa tem diversas vagas a nível nacional para funcionários com as competências necessárias ao exercício de funções na área da manutenção de instalações elétricas e afins, mas há, também, outras oportunidades disponíveis.
 
De acordo com a EDP, os candidatos às vagas de eletricistas devem ter, no mínimo, o 9.º ano (com experiência profissional) ou, preferencialmente, o 12.º ano dos cursos tecnológicos ou profissionais de Eletricidade, Eletrotécnica ou Eletrónica e devem ter carta de condução.
 
A empresa procura tanto trabalhadores "com experiência na sua área de formação" como recém-formados, admitindo considerar finalistas do 12.º ano desde que terminem a formação até Julho de 2015.
 
Os interessados podem candidatar-se online até dia 9 de Março e a EDP promete aos selecionados "formação profissional inicial e contínua", "vencimento compatível com a função" e "possibilidade de integrar os quadros do Grupo".
 
Além de eletricistas, a EDP está também à procura de Arquitetos de Sistemas para Lisboa com licenciatura pré-bolonha ou mestrado integrado em Engenharia Informática, Engenharia Eletrotécnica e Computadores, Engenharia de Sistemas e Computadores ou Informática de Gestão e com sólidos conhecimentos na área de Business Intelligence.
 
Há ainda oportunidades para gestores de canais comerciais em Portugal e Espanha com formação académica ao nível de Mestrado em Economia, Gestão de Empresas, Engenharia ou Marketing e com um mínimo de um ano de experiência profissional, bem como vagas para estágios profissionais remunerados nas áreas da Economia e Gestão.
 
Clique AQUI para conhecer todas as ofertas disponíveis.
 
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Sonhar acordado faz bem ao cérebro

Sonhar acordado faz bem ao cérebro
O hábito de sonhar acordado serve, afinal, para mais do que afastar o tédio e imaginar cenários fantásticos. De acordo com um novo estudo internacional, deixar a mente divagar pode trazer vantagens cognitivas, contribuindo mesmo para tornar o cérebro mais eficiente.
 
Investigadores da Universidade de Bar-Ilan, em Israel, conseguiram demonstrar que estímulos elétricos externos de baixa voltagem alteram o modo como pensamos, medindo, com precisão, a frequência com que o cérebro nos leva a sonhar acordados ou a ter pensamentos espontâneos.
 
No âmbito do trabalho publicado, este mês, na revista científica Proceedings of National Academy of Sciences, a equipa descobriu que, além de oferecer um "escape mental" durante a realização de tarefas aborrecidas, o ato de sonhar acordado tem um "efeito positivo e simultâneo" no desempenho do cérebro.
 
Para chegar a estas conclusões, os cientistas submeteram um grupo de voluntários a um procedimento de estimulação transcraniana por corrente direta ("tDCS", na sigla inglês), uma técnica "não invasiva e indolor" que estimula partes específicas do cérebro.
 
Durante o procedimento foi pedido aos participantes que seguissem e respondessem a números que apareciam num ecrã de computador e, periodicamente, que relatassem - numa escala de um a quatro - a frequência com que experienciavam pensamentos espontâneos não associados à tarefa durante a sua realização.
 
"Concentrámos a estimulação elétrica na área dos lobos frontais porque esta região do cérebro já tem sido associada à divagação da mente e porque é, também, um ponto central da rede cerebral de execução de tarefas que nos permite organizarmo-nos e prepararmo-nos para o futuro", explica, em comunicado, o investigador Moshe Bar, um dos autores do estudo.
 
Além de não prejudicar o desempenho dos indivíduos na realização de uma determinada tarefa, a experiência provou que sonhar acordado contribui mesmo para uma maior eficácia.

Segundo Bar, este "resultado surpreendente" pode estar relacionado com o facto de convergirem, numa única região do cérebro, os mecanismos de execução de uma função e o pensamento livre.
 
"Este envolvimento duplo do cérebro parece estar relacionado com a criatividade e o humor e contribui para a capacidade de uma pessoa se manter concentrada na tarefa que tem em mãos mesmo que a mente divague", finaliza o investigador.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês). 
 
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Microsoft vai remover Google Talk e Facebook Messenger do Outlook.com

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Ugly Kid Joe - Cats In The Cradle

Soja produz proteína capaz de combater HIV

Soja produz proteína capaz de combater HIV
Um novo estudo vem demonstrar que as sementes de soja geneticamente modificadas podem ser uma biofábrica de uma proteína eficaz no combate à SIDA, a cianovirina, com baixos custos de produção.

O estudo baseia-se na introdução desta proteína em sementes de soja geneticamente modificadas. O objetivo é ampliar e facilitar a produção desta proteína que impede a multiplicação do vírus HIV no corpo humano, para criar um gel que será utilizado durante a relação sexual, como forma de prevenção do contágio.

De acordo com Elíbio Rech, coordenador da investigação na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, nesta pesquisa foram também testadas outras biofábricas, como plantas de tabaco, bactérias e leveduras, explica o comunicado divulgado no site desta empresa.

Contudo, a única biofábrica que se mostrou eficaz ao nível da produção da cianovirina foi a soja, uma vez que as suas sementes permitem subdividir a cianovirina em quantidades escaláveis mantendo as suas propriedades.

A principal vantagem do uso da soja na produção desta proteína extraída da alga azul-verde é o baixo custo do processo de produção. Para combater o vírus da SIDA, este composto liga-se a açúcares, impedindo a multiplicação do HIV.

"Se a soja for plantada numa estufa mais pequena do que um campo de basebol (com cerca de 98 metros), é possível produzir cianovirina suficiente para proteger uma mulher 365 dias por ano, durante 90 anos seguidos", explicam os investigadores, citados pelo mesmo comunicado.

Biofábricas podem reduzir custos até 50 vezes

De acordo com a mesma fonte, o uso de biofábricas pode reduzir os custos de produção de proteínas até 50 vezes menos. Estes compostos são idênticos aos originais e não têm quaisquer perigos para o consumidor, uma vez que não estão sujeitas à contaminação e purificação de organismos que causam doenças em seres humanos.

O próximo passo é a produção de sementes de soja em larga escala para isolar a cianovirina e começar os estudos pós-clínicos do gel. Em breve, os cientistas vão contar também com a colaboração de cientistas do Conselho de Pesquisa Científica e Industrial da África do Sul.

Esta descoberta vai permitir o combate à SIDA em países com altas taxas de infeção, como é o caso de alguns países africanos, que desta foram, vão passar a ter uma licença de produção de cianovirina, livre do pagamento das taxas das patentes. Só na África existem mais de 24 milhões de pessoas infetadas com este vírus.

Elíbio Rech explica que estas sementes geneticamente modificados não serão plantadas no campo, mas sim em condições controladas dentro de casas de vegetação ou estufas. Os resultados desta investigação foram publicados na revista norte-americana Science.

A investigação, que começou em 2005, foi realizada em parceria entre a empresa brasileira Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF), o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, sigla em inglês) e a Universidade de Londres.

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Há talento português num filme vencedor dos Óscares

Há talento português num filme vencedor dos Óscares
Há talento português nos cenários do filme "The Grand Budapest Hotel" que conquistou, este domingo, quatro Óscares da Academia, um deles para "Melhor Cenografia". Gonçalo Jordão, muralista alentejano de 41 anos, fez parte da equipa técnica que decorou as paredes da entrada do hotel.
 
"Junto com centenas de talentosos profissionais, estou feliz por estarmos todos a concorrer ao grande prémio da Academia com uma comédia fantástica de Wes Anderson. De Mourão para o Grand Budapest Hotel", escreveu, ainda antes da cerimónia, Gonçalo Jordão, natural de Mourão, no Alentejo, na sua página no Facebook.
 
Numa entrevista recente à revista Sábado, o português contou que foi responsável pela reprodução de uma paisagem de um quadro do pintor alemão Caspar David Friedrich, que foi fazendo à medida que era filmada uma das duas partes da película nos estúdios Babelsberg, na Alemanha.


 
"Foi engraçado, porque o filme é passado em duas épocas distintas. Eles filmaram primeiro a parte da época dos anos 60 e 70, penso eu, e, por trás do cenário, estava eu a fazer os painéis nas paredes que iam ser da época original do princípio do filme, dos anos 20 e 30", recordou Gonçalo Jordão em declarações à Sábado.
 
O muralista português confessou, ainda, que Adam Stockhausen, diretor artístico do filme, mostrou, desde o início, grande confiança no seu trabalho, pedindo-lhe que trabalhasse com dedicação nos mais ínfimos detalhes e encomendando, até, uma cópia muito pormenorizada do quadro quando Gonçalo Jordão lhe disse que a imagem em que estava a basear-se não era clara o suficiente.
 
"Eles confiam muito. Eu ali senti esse peso, [a noção de] está nas minhas mãos isto sair bem feito. Porque, se isto não sair bem feito, eles não vão pôr aqui nenhuma impressão, nenhuma impressão, nenhuma fotografia colada na parede. Há esse peso", confidenciou, admitindo que o trabalho foi muito gratificante.
 
Gonçalo Jordão, de 41 anos, formou-se em Arte Decorativa na Fundação Espírito Santo e, desde então, tem trabalhado em pintura decorativa, sempre com o desejo de chegar ao cinema.

Trata-se, aliás, de um desejo que já realizou anteriormente noutras duas outras ocasiões ao colaborar na cenografia dos filmes "A Bela e o Monstro", de Vincent Cassel, e "O Quinto Poder", filme sobre o fundador da Wikileaks.
 
"The Grand Budapest Hotel" é uma comédia baseada em dois livros do escritor austríaco Stefan Zweig, que narra as aventuras do famoso gerente de um hotel europeu e do seu melhor amigo, um jovem empregado, aventuras que vão desde o roubo de um quadro do Renascimento às transformações históricas da primeira metade do século XX.
 
Além do Óscar de "Melhor Cenografia", o filme de Wes Anderson arrecadou ainda, durante a 87.ª cerimónia de entrega dos Óscares, os troféus de "Melhor Banda Sonora Original", "Melhor Caraterização" e "Melhor Guarda-Roupa".

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Empresa portuguesa cria biocarvão que não faz fumo

Empresa portuguesa cria biocarvão que não faz fumo
O biocarvão é produzido com madeiras de espécies infestantes da floresta nacional, acácia austrália e mimosa e de podas resultantes da limpeza das florestas
A partir de agora, fazer churrascos ou assar sardinhas com carvão vai ser mais fácil. A Ibero Massa Florestal anunciou, esta semana, o lançamento de um biocarvão 100% ecológico, que não faz fumo nem faíscas. O produto já está disponível nas pequenas e grandes superfícies.

Ao contrário do carvão convencional, o Biopower não contamina os alimentos com gases tóxicos, como é o caso do enxofre ou alcatrão. Para além de ser amigo do ambiente e dos alimentos, este produto acende mais rápido e mantém as temperaturas uniformes, o que se traduz num carvão mais económico do que o tradicional.

Isto permite usar a mesma quantidade de carvão para assar mais alimentos, explica Nuno Costa, diretor comercial da Ibero Massa Florestal, num comunicado enviado ao Boas Notícias.

Este biocarvão, que demorou um ano a ser desenvolvido, está disponível à venda sob a forma tradicional, mas também em briquetes (pequenos blocos de carvão), que tal como o primeiro, é produzido com base na pirólise lenta, que não liberta gases de efeito estufa para a atmosfera.

"Não precisamos de fazer biocarvão a partir de floresta nativa, não precisamos de poluir para o fazer e ele não precisa de ser mais caro do que o tradicional", explica ainda o responsável.

Carvão feito de plantas e detritos de floresta

O biocarvão é produzido com madeiras de espécies infestantes da floresta nacional, acácia austrália e mimosa e de podas resultantes da limpeza das florestas.

Esta tecnologia, desenvolvida pela Ibero Massa Florestal, situada em Oliveira de Azeméis, pode representar um "enorme avanço" no setor das fontes de nergia renováveis. "Não existe nada igual em toda a Península Ibérica e talvez apenas cinco empresas em todo o mundo estejam a começar a trabalhar nesta área", explica fonte da empresa, citada pelo mesmo comunicado.

Para além do Biopower, a Ibero Massa tem também outros produtos amigos do ambiente, como por exemplo o Ecochar, um produto de reestruturação dos solos agrícolas e florestais, e que reduz o uso de água e fertilizantes em cerca de 40%, bem como as emissões de CO2.

Neste momento, a empresa, fundada em 2011, está a desenvolver outros produtos sustentáveis, juntamente com as Universidade de Aveiro e Trás-os-Montes e Alto Douro.

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11 mil vagas de emprego no Serviço de Saúde britânico

11 mil vagas de emprego no Serviço de Saúde britânico
O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido tem, neste momento, 12 mil vagas de emprego. A maioria das oportunidades são na área da enfermagem e da medicina mas há também centenas de empregos, por exemplo, na área administrativa.  
 
Na página de recrutamento do NHS (National Health Service) é possível fazer uma pesquisa detalhada das ofertas, quer por valor do salário, por região, por profissão, ou tipo de contrato (permanente, provisório, estágio, entre outros). 

No caso da enfermagem, há quase 3.900 vagas disponíveis, para todas as regiões do Reino Unido. Os enfermeiros do NHS auferem salários entre os 27 mil e os 55 mil euros por ano, dependendo da experiência e do cargo que será ocupado pela candidato. Nas áreas médicas e administrativas, há mais de 2.000 mil vagas, também para vários pontos do país.  
 
As candidaturas devem ser apresentadas por email, sendo que cada anúncio do NHS fornece o contato da pessoa responsável pelo recrutamento.

Clique AQUI para consultar todas as vagas disponíveis.

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MNE abre 130 vagas para estágios remunerados

MNE abre 130 vagas para estágios remunerados
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) anunciou a abertura de 130 vagas para estágios profissionais remunerados com duração de um ano nas representações diplomáticas portuguesas. As candidaturas vão decorrer entre os próximos dias 9 e 20 de Março.
 
De acordo com informações avançadas pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e publicadas a semana passada em Diário da República, estas oportunidades inserem-se no Programa de Estágios Profissionais na Administração Central do Estado específico para os serviços periféricos externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (PEPAC-MNE).
 
Os estágios vão ter início no dia 1 de Setembro de 2015 e realizam-se nas missões e representações permanentes, embaixadas e consulados portugueses, destinando-se a jovens com idade até 30 anos com formação nas áreas de diplomacia económica, política comercial, diplomacia política e apoio consular.
 
Cada estagiário terá direito a uma bolsa, cujo valor dependerá do país onde o estágio for realizado, bem como subsídios de refeição, de viagem e seguro. O estágio integrará, também, um período a decorrer em Portugal durante o qual o valor da bolsa é de 691,71 euros mensais.
 
Segundo o IEFP, esta iniciativa "constitui uma oportunidade para os jovens prestarem apoio direto na promoção das empresas portuguesas no mercado de destino, identificarem tendências de mercado e oportunidades empresariais e aprofundarem contactos com entidades e autoridades locais".
 
Além disso, acrescenta aquele organismo, "permite-lhes apreender melhores práticas e métodos de trabalho, criar redes de contactos e identificar oportunidades, contribuindo para melhorar e diversificar as condições da sua integração no mercado de trabalho e potenciar o grau de empregabilidade futura."
 
O PEPAC-MNE é um programa de estágios que apoia a formação de jovens com qualificação superior em contexto real de trabalho em ambiente internacional nas principais áreas de atuação da política externa portuguesa.
 
O programa insere-se no Programa de Estágios Profissionais na Administração Pública Central (PEPAC) que promove a realização de estágios profissionais remunerados em serviços e organismos da Administração Pública para jovens licenciados até 30 anos.

As candidaturas aos estágios devem ser apresentadas online no formulário que vai ser disponibilizado em breve no site do PEPAC-MNE.

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

dexys midnight runners come on eileen

Cambridge cria chocolate que rejuvenesce

Cambridge cria chocolate que rejuvenesce
É a melhor notícia de sempre para os mais gulosos. Investigadores da universidade de Cambridge(Reino Unido) criaram um chocolate que melhora a microcirculação da pele, aumenta a oxigenação da mesma e promove os processos de desintoxicação, garantindo uma pele mais lisa e luminosa. 
 
Tratar da pele nunca foi tão... delicioso. Com 72% de cacau, este chocolate cosmético potencia as propriedade antioxidantes do cacau, um alimento rico em polifenois, acrescentando ao chocolate um dos mais fortes antioxidantes conhecidos: o Astaxanthin, extraído de algas.  
 
A combinação dos elementos antioxidantes naturais do cacau com o extrato de algas, garante "um alimento que nutre a pele por dentro protegendo-a de agentes agressivos e mantendo-a mais luminosa, firme e saudável", dizem os mentores deste produtos cosmético inovador no site oficial do Esthechoc.  
 
O chocolate cosmético foi desenvolvido ao longo de 10 anos e já foi testado clinicamente com patente registada. De acordo com o site oficial da empresa, as pacientes registam efeitos logo após 3 semanas de consumo. 

Apenas 38 calorias por barra
 
O produto vem numa embalagem com 21 lamelas finas de chocolate (de 7,5 gramas) embaladas individualmente, sendo que a dose recomendada é de uma lamela por dia. Além de melhorar a pele e saciar a gula, o Esthechoc ajuda a manter a linha já que possui apenas 38 calorias por barrinha.
 
Ainda não ha previsão da comercialização na Europa, mas segundo a imprensa britânica o chocolate deverá chegar as prateleiras dos estabelecimentos do reuni unido já no próximo mês. Falta saber se será vendido nas monstras de guloseimas ou nas farmácias e nas perfumarias. ou em ambos os locais. 

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Medula óssea criada em laboratório pela primeira vez

Medula óssea criada em laboratório pela primeira vez
© Tuft University
Cientistas internacionais conseguiram, pela primeira vez, criar, em laboratório, um sistema de tecidos a três dimensões que reproduz a estrutura e fisionomia da medula óssea humana, gerando, com sucesso, plaquetas sanguíneas funcionais.

O avanço inédito representa uma nova esperança para quem aguarda transplante e abre portas à possível produção de sangue viável para colmatar a falta de dadores e para solucionar eventuais rejeições.
 
Esta "medula óssea" artificial foi criada por investigadores da Universidade de Tuft, nos EUA, e da Universidade de Pavia, em Itália, sendo capaz de produzir plaquetas para uso clínico e constituindo-se, ao mesmo tempo, como uma espécie de "laboratório" experimental para estudar com mais detalhe doenças associadas à deficiência plaquetária sem necessidade de usar modelos animais.
 
Testes realizados em laboratório mostraram, entretanto, que as plaquetas produzidas são capazes de se agregarem e de coagular com eficiência. Apesar de o número de plaquetas obtido ser inferior ao que é, normalmente, produzido pelo organismo humano, a equipa acredita que os resultados constituem um avanço significativo face a técnicas anteriores.
 
"Há uma necessidade significativa de produzir plaquetas para tratar pacientes com doenças relacionadas com a falta deste componente sanguíneo", explica, em comunicado, David Kaplan, coautor do estudo e professor de engenharia biomética.
 
Segundo Kaplan, com este sistema, será possível produzir plaquetas "a pedido" e em grandes quantidades, evitando-se as complicações associadas ao seu armazenamento e melhorando-se, ao mesmo tempo, as suas caraterísticas de qualidade e controlo em termos de morfologia e função.
 
De acordo com os investigadores, a nova solução poderá, também, pôr fim aos problemas relacionados com o sangue proveniente de dadores, já que este acarreta riscos e pode ser rejeitado, bem como ajudar a tratar pacientes que tenham sido vítimas de acidentes violentos, visto que as plaquetas ajudam à coagulação do sangue, travando as hemorragias.
 
Os cientistas acreditam, também, que as plaquetas geradas em laboratório poderão vir a ser usadas para cicatrização de feridas na área da medicina regenerativa, nomeadamente no tratamento de úlceras e queimaduras, e para estimulação da regeneração dos tecidos ósseos em indivíduos com problemas dentários ou que necessitem de cirurgia maxilofacial.

Clique AQUI para aceder ao estudo que dá conta deste avanço publicado na revista científica Blood (em inglês).

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domingo, 22 de fevereiro de 2015

marillion no one can

Neve trama produtor de canábis

Noiva furiosa casou com um convidado

País Tâmega e Sousa desafia fotógrafos(seleção de 22 fotografias da paisagem natural e arquitetonica das regiões do tâmega e sousa)

Os futuristas carros futuristas soviéticos do século passado

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Eric Clapton - Wonderful Tonight (Official Live Video)

Coimbra procura voluntárias para combater obesidade

Coimbra procura voluntárias para combater obesidade
A Universidade de Coimbra está à procura de voluntárias para a segunda fase do programa BEfree. As participantes vão ter oportunidade de seguir um programa inovador de intervenção em obesidade e dificuldades no controlo alimentar, com uma duração de três meses.
 
Podem propor-se ao programa mulheres com idades compreendidas entre 18 e 55 anos, residentes no distrito de Coimbra, com obesidade ou excesso de peso e dificuldades no controlo alimentar.
 
Na primeira fase, o estudo envolveu 35 mulheres divididas por dois grupos - 15 foram sujeitas ao programa e 20 participaram como grupo de controlo (sem qualquer intervenção).

Os resultados preliminares mostram que o programa "diminuiu de forma significativa, e em alguns casos eliminou, os episódios de ingestão alimentar compulsiva, diminuição do peso e do autocriticismo", diz Sérgio Carvalho, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCE-UC).

"Estes resultados evidenciam como o programa é muito útil, não só para os problemas alimentares e obesidade, mas também para o equilíbrio emocional e melhoria da qualidade de vida das mulheres que participaram no programa", observa o investigador.
 
Com inscrições gratuitas através do correio eletrónico - cineicc@fpce.uc.pt ou do telefone: 239 851464239 851464 - o BEfree visa "promover novas formas de as mulheres que sofrem de obesidade se relacionarem com a alimentação e com as suas emoções e melhorar o controlo alimentar e a sua qualidade de vida".
 
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Vídeo: cão salva dono de assalto em bomba de gasolina

Novo teste deteta vírus do ébola em 15 minutos

Novo teste deteta vírus do ébola em 15 minutos
A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou, esta sexta-feira, o primeiro teste rápido para despistagem do vírus do ébola. Estes rastreios podem ser realizados em locais sem energia elétrica, em apenas 15 minutos.

O aparelho foi desenvolvido pela empresa Corgenix Medical e vai ser comercializado em breve. O teste tem uma margem de erro ligeiramente maior do que os testes usados atualmente, mas mesmo assim é suficientemente rigoroso (92%) para impressionar os peritos.

Além disso, por ser tão rápido e não precisar de corrente elétrica, vai facilitar os rastreios e a colocação de pessoas contaminadas em quarentena.

A empresa ainda está a resolver algumas questões administrativas mas espera-se que dentro de um ou duas semanas o teste já esteja pronto a ser lançado no mercado.

Para fazer o rastreio com esta técnica basta colocar uma gota de sangue num pedaço de papel. Em apenas 15 minutos, os resultados são conhecidos.

Este produto vai aumentar drasticamente a velocidade de deteção do vírus do Ébola, já que os testes disponíveis atualmente demoram cerca de 12 a 24 horas a fazer o despite deste vírus

Já existem várias organizações interessadas em adquirir este teste, como é o caso da Médicos Sem Fronteiras, que está na linha da frente no combate ao Ébola. Desde o último surto, o vírus já matou quase 10 mil pessoas só na África Ocidental.

Clique AQUI para aceder ao comunicado da Corgenix Medical.

Esta sexta-feira à tarde foi lançado uma alerta de uma suspeita de um caso de Ébola de um cidadão proviniente da Guiné-Conacri. Chegou a ser transferido do hospital do Barreiro para o Curry Cabral, em Lisboa.
 
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Aprende matemática com explicações (possivelmente) mais fáceis de entender

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Andres Calamaro - Flaca (Video clip)

Roche tem 45 mil euros para associações de doentes

Roche tem 45 mil euros para associações de doentes
Associações de Doentes e ONGs podem candidatar-se até 28 de fevereiro

A Roche Portugal acaba de anunciar a criação de um programa de bolsas de financiamento, no valor de 45 mil euros, que pretendem viabilizar os melhores projetos, desenvolvidos por Associações de Doentes ou outras Organizações Não Governamentais (ONG), para promover a saúde junto de doentes. 

A multinacional farmacêutica vai atribuir cinco Bolsas de Financiamento que terão os seguintes valores: 15 mil euros (uma bolsa), 10 mil euros (duas bolsas) e 5 mil euros (duas bolsas).
 
Os projetos e temas preferenciais para o ano de 2015 são os seguintes: incrementem a participação dos cidadãos e dos doentes nos processos de decisão em saúde; informem os doentes dos seus direitos de acesso à informação e ao envolvimento nas decisões individuais de tratamento; incluam vertente Digitais (web, redes sociais); abordem o tema "Cancro da Mama"; incidam sobre o tema "Inovação Terapêutica".

Os projetos candidatos a estas bolsas serão avaliados por um júri independente, do qual fazem parte personalidades como Maria de Belém Roseira (deputada e ex-Ministra da Saúde), Eurico Castro Alves (Presidente do Infarmed) e José Manuel Pereira de Almeida (Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde), entre outros, que escolherão os projetos mais originais, focados na defesa dos direitos dos doentes e na promoção da saúde na comunidade.
 
Esta iniciativa enquadra-se na Política de Responsabilidade Social da empresa e resulta do seu compromisso em assumir um papel ativo na sociedade apoiando, de forma transparente, iniciativas inovadoras e orientadas para a missão de suporte ao doente.

As candidaturas devem ser entregues online até dia 28 de Fevereiro. Para mais informações sobre o Programa de Bolsas, regulamento e formulário de candidatura, aceda ao seguinte endereço: http://www.roche.pt/bolsas .
 
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Publicação em destaque

A tosse de fumador pode esconder problemas de saúde graves

http://ptjornal.com/a-tosse-de-fumante-pode-esconder-problemas-de-saude-graves-62045