terça-feira, 31 de março de 2015

Hello - Lionel Richie (HQ Audio)

Futsal: Português eleito o melhor jogador do mundo

Futsal: Português eleito o melhor jogador do mundo
© Ricardinho10.com
O português Ricardinho acaba de ser, pela segunda vez, eleito o melhor jogador de futsal do mundo. O futsalista foi distinguido pelo seu desempenho durante a época de 2014/15 pelo site internacional "Futsal Planet", que atribui, anualmente, este título, considerado o equivalente à 'Bola de Ouro' do futebol. 

Ricardinho, de 29 anos, que joga, atualmente, pelo clube espanhol Inter Movistar, de Madrid, tinha já conquistado o mesmo galardão em 2010 e voltou, agora, a repetir a proeza, posicionando-se como o jogador de futsal mais votado pelos 217 especialistas que integram o painel de jurados do "Futsal Planet".
 
Na edição mais recente dos AGLA Futsal Awards, que são entregues há 15 anos, o atleta português ficou à frente do brasileiro "Falcão", do Sorocaba Futsal, e do italiano Gabriel Lima, que joga pelo El Pozo de Murcia, também em Espanha, somando um total de 846 pontos contra os 680 e 459 dos adversários.
 
Numa breve nota divulgada no seu site oficial, Ricardinho admite "que não quer parar por aqui" e que vai "trabalhar arduamente para corresponder à responsabilidade que é ser o melhor jogador na sua modalidade".
 
O atleta agradece ainda "todo o apoio do seu clube, colegas de equipa, família, amigos e, claro, dos fãs", para os quais diz "trabalhar todos os dias".
 
Ricardinho, ou "O Mágico", como é conhecido pelos adeptos da modalidade, começou a jogar futsal no Gramidense, iniciando, depois, o seu percurso profissional no Miramar, de Vila Nova de Gaia.
 
Acabou, em 2003, por conquistar a atenção do Sport Lisboa e Benfica, clube onde atuou durante sete anos e ao qual regressou em 2012, por empréstimo. Pelo caminho, passou pelo Nagoya Oceans, do Japão, e pelo CSKA Moscovo, da Rússia, sendo, também, internacional pela seleção portuguesa de futsal.

boasnoticias.pt

Chocolate "do futuro" vai ser mais nutritivo (e doce)

Chocolate "do futuro" vai ser mais nutritivo (e doce)
O chocolate "do futuro" poderá ser mais saboroso e benéfico para a saúde. Um grupo de cientistas africanos descobriu como tornar esta guloseima mais doce e nutritiva, conseguindo fazer com que, ao ser transformado numa barra de chocolate, o cacau preserve as suas qualidades naturais.
 
Tradicionalmente, este fruto tem de passar por diversas fases antes de dar origem ao chocolate que todos conhecemos: as vagens de cacau são colhidas, abertas e fermentadas em casca de banana durante vários dias, ficando a secar ao sol até à altura de assar os grãos, o que lhes garante o sabor.
 
Porém, muitos dos seus benefícios - em particular, os associados aos polifenóis, antioxidantes bons para a saúde - perdem-se durante este processo, razão pela qual os investigadores da Universidade do Gana se dedicaram a desenvolver um novo método que permitisse, por um lado, preservar estes polifenóis e, por outro, garantir o melhor sabor possível.
 
"Decidimos introduzir, neste processo, uma nova fase de armazenamento dos grãos, que acontece antes de estes serem fermentados, de forma a perceber se a alteração teria efeitos em termos da riqueza em polifenóis", explica, em comunicado, Emmanuel Ohene Afoawkwa, investigador daquela universidade, acrescentando que a equipa investigou, também, as consequências de assar os grãos de cacau, que ainda não eram conhecidas.
 
A equipa dividiu 300 vagens de cacau em quatro grupos: parte delas não foi armazenada, ao passo que outras estiveram em armazém durante três, sete ou 10 dias antes do processamento, sendo, depois, submetidas à fermentação e à secagem normais.
 
Os investigadores recolheram ainda amostras de cada um dos grupos de vagens, assando os grãos à mesma temperatura durante diferentes períodos de tempo e constatando que prolongar o processo e assar os grãos mais lentamente (durante cerca de 45 minutos em vez de 10 a 20, como é costume) aumenta a atividade dos antioxidantes.

Técnica resultou em chocolate mais saboroso e antioxidante
 
De acordo com a equipa, que apresentou o estudo a semana passada durante a 249.ª Conferência Anual da Sociedade Americana de Química, nos EUA, os grãos armazenados durante mais tempo e assados durante 45 minutos mantiveram uma maior quantidade de polifenóis e de atividade antioxidante do que os que não estiveram guardados antes da fermentação.
 
Segundo Afoakwa, tal deve-se, "provavelmente, ao facto de o processo ter permitido que a polpa doce que envolve os grãos dentro da vagem alterasse os seus constituintes químicos e biofísicos antes da fermentação", o que a melhorou, intensificando "a capacidade antioxidante dos grãos, bem como o sabor".
 
Para o cientista, a nova técnica poderá ser particularmente útil nos países produtores de cacau da América Latina e do Sudeste Asiático, onde os grãos tendem a ter um sabor mais fraco a chocolate e menor riqueza em termos de polifenóis. 

boasnoticias.pt

Bosch vai recrutar 250 engenheiros em Portugal

Bosch vai recrutar 250 engenheiros em Portugal
A Bosch quer contratar 250 novos engenheiros em Portugal até 2020. Já este ano, a multinacional ambiciona recrutar 12.000 novos colaboradores em todo o mundo e os desejos de expansão vão fazer duplicar, no nosso país, o número de profissionais que trabalham para a marca nos próximos cinco anos.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias pela Bosch Portugal, a empresa revela que, além das vagas para engenheiros, haverá também oportunidades pelo mundo "especialmente favoráveis" para licenciados em Tecnologias de Informação.
 
"Estamos a aumentar o número de colaboradores nas áreas do 'design' e desenvolvimento de software. A conectividade tem ganho cada vez mais importância nas áreas de negócio, das Soluções de Mobilidade à Tecnologia Industrial, e a importância do 'software' acaba por aumentar", justifica Christoph Kübel, membro do Conselho de Administração e Diretor das Relações Industriais na Robert Bosch GmbH.
 
A empresa afirma ver Portugal como um país "extremamente competitivo ao nível da produtividade, das infraestruturas e da mão-de-obra qualificada" e, no âmbito do alargamento do número de colaboradores, já anunciou um plano para a duplicação do número de engenheiros alocados a projetos de investigação e desenvolvimento no nosso país até 2020, o que vai implicar "a passagem dos atuais 250 para 500".
 
A Bosch Portugal adianta ainda que o processo de recrutamento em Portugal "já está aberto" e que, atualmente, há "34 vagas de emprego e estágios profissionais" disponíveis, que serão divulgadas no Encontro Nacional de Engenharia Mecânica a decorrer entre os dias 26 e 30 de Março, na Universidade de Aveiro.
 
Além disso, dentro de cinco anos, a multinacional pretende "aumentar em 20% a quota de mulheres em cargos de liderança no mundo". Em alguns países como a China, esta meta já foi superada e, em Portugal, 18% dos colaboradores em cargos de chefia já são, também, do sexo feminino. 

boasnoticias.pt

Estados Unidos distinguem laboratório da U. Porto

Estados Unidos distinguem laboratório da U. Porto
O Laboratório de Hidrobiologia e Ecologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), no Porto, foi, recentemente, distinguido pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças CDC Atlanta, agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.
 
A entidade atribuiu ao laboratório da Universidade do Porto (U.Porto) um "Certificado de Desempenho", que distingue a participação portuguesa em vários exercícios de intercalibração realizados, durante o ano de 2014 no âmbito do programa "Ensuring the Quality of Urinary Iodine Procedures" (2014EQUIP).
 
Numa nota publicada no site de notícias da Universidade do Porto, a instituição explica que a distinção reconhece o laboratório portuense "como parceiro capaz de realizar, com sucesso, o doseamento de iodo em urina humana através de um dos métodos certificados para o efeito".
 
Segundo a U. Porto, o doseamento de iodo na urina "é o método mais expedito para a avaliação do estatuto em populações humanas", sendo particularmente importante porque "a deficiêcia em iodo pode conduzir a atrasos no desenvolvimento físico e mental das crianças e, mais tarde, ao bócio".
 
Liderado por Adriano Bordalo e Sá, o Laboratório de Hidrobiologia e Ecologia do ICBAS, que entrou em atividade em 1993, faz parte de um restrito grupo entre 183 laboratórios mundiais que participaram no programa.

boasnoticias.pt

Portugueses doam 91 mil euros para estudo da diabetes

Portugueses doam 91 mil euros para estudo da diabetes
Através da iniciativa "Maratona da Saúde" e do espetáculo televisivo solidário promovido pela RTP e dedicado a esta causa que decorreu na passada sexta-feira, os portugueses doaram mais de 91 mil euros para a investigação científica sobre a diabetes, doença à qual foi dedicada a segunda edição do evento.
 
Durante oito horas de emissão, lideradas por Jorge Gabriel, embaixador da iniciativa, e Catarina Furtado, os telespectadores ligaram para um número de valor acrescentado criado especificamente para o efeito, o 760 20 60 90 (0,60 euros + IVA), que vai manter-se ativo durante todo o ano, permitindo a quem o desejar continuar a contribuir para esta causa.
 
Segundo António Coutinho, presidente da Maratona da Saúde, citado num comunicado enviado ao Boas Notícias, o evento tem como objetivo "acelerar a investigação científica de forma a possibilitar uma melhor prevenção, um melhor diagnóstico e melhores tratamentos para as principais doenças que ainda não têm cura definitiva, como é o caso da Diabetes."
 
“É com uma enorme satisfação que vemos os resultados obtidos nesta segunda edição da Maratona da Saúde. Conseguimos realmente impactar e alertar os portugueses para a causa da Diabetes e esse era um dos nossos principais objetivos", congratulou-se o responsável no final do espetáculo.
 
Através do entretenimento, a iniciativa pretendeu sensibilizar os portugueses para a doença da Diabetes, com testemunhos e histórias de vida não só de anónimos como também de figuras conhecidas do grande público.
 
Além do contributo através das chamadas telefónicas, a Maratona da Saúde recebeu igualmente donativos por parte de algumas empresas, nomeadamente a HMS Sports, a Saúde CUF, a Changing Diabetes®Novo Nordisk, a MSD e a Roche Diabetes Care.
 
Esta última vai ainda financiar um dos Prémios Maratona da Saúde em Investigação Biomédica referentes ao tema deste ano, a Diabetes, cujo concurso tem início no segundo semestre de 2015.
 
Durante o espetáculo de sexta-feira foram, também, entregues os Prémios Maratona da Saúde em Investigação Biomédica referentes à primeira edição do evento, dedicada ao Cancro.
 
Das mais de 80 candidaturas submetidas, um júri internacional distinguiu os quatro projetos vencedores que vão receber 25 mil euros cada um para desenvolver a investigação científica na área do cancro. Conheça-os AQUI.

boasnoticias.pt

segunda-feira, 30 de março de 2015

Peaches - The Presidents of the United States of America

Um avião da Air Canada não parou na pista e 23 pessoas ficaram feridas (com vídeo)

Sem-abrigo condenado a prisão domiciliária

Um tribunal de Vigo decretou a prisão domiciliária de Miguel Domínguez, condenado pelo furto de uma bicicleta e outros objetos. Mas este espanhol é um sem-abrigo e tem por ‘casa’ o pequeno passeio junto a uma caixa multibanco.
A justiça espanhola condenou um sem-abrigo a prisão domiciliária: Miguel Ángel Moya Domínguez, de 42 anos, teria de cumprir a pena num albergue municipal onde nunca pernoita.
O caso remonta a 29 de dezembro de 2013, o dia em que este espanhol roubou uma bicicleta (no valor de 200 euros), umas luvas de futebol (17,50 euros) e uns óculos de sol Rayban (150 euros), em Baiona.
Apanhado pela Guarda Civil, o homem foi levado a um juiz de instrução, que determinou o julgamento. A 21 de novembro, um tribunal de Vigo condenou Miguel Domínguez a quatro dias de prisão domiciliária.
Só que o tribunal entendeu que o homem, por ser sem-abrigo, pernoitava no albergue municipal da rua Marqués de Valterra, o que deu origem a dois problemas: primeiro, o regulamento não permite que uma pessoa esteja 24 horas no albergue; depois, o condenado nem sequer utiliza aquele espaço.
A ‘casa’ de Miguel Domínguez é o pequeno passeio junto a uma agência do BBVA, um pouco mais alto do que o normal para que as pessoas possam aceder a uma caixa multibanco.
“No [albergue] da rua Marqués de Valterra come-se muito bem, mas na hora do banho aquilo é uma mancha para a Humanidade”, referiu o acusado, salientando ainda que a estrutura seria incapaz de alimentar todos os sem-abrigo da zona sem o auxílio de alguns restaurantes próximos.
Agora, onde vai Miguel Domínguez cumprir os quatro dias de prisão domiciliária? “Quando posso, passo a noite numa pensão, mas se não tenho casa não me podem condenar. Se querem que eu cumpra, então paguem-me um hostel, são apenas 12 euros por noite”, sugeriu o sem-abrigo.
“A vida na rua é dura”, comentou ainda o sem-abrigo: “Às vezes passamos frio, mas o pior é quando as pessoas nos chamam nojentos. Nós tomamos banho todos os dias em Érguete”.
ptjornal.com

Marcou encontro no Facebook para roubar

Uma jovem argentina foi presa, depois de ter combinado um encontro no Facebook para roubar um homem que tinha conhecido na Internet.
 
DR

Sofía Dávila tem 21 anos e julgou que iria conseguir o golpe perfeito. Durante um encontro combinado através do Facebook com um homem de 39 anos, a jovem da periferia de Buenos Aires drogou a vítima para a fazer adormecer e, com a ajuda de dois amigos, roubou o apartamento onde se encontrava.
O homem foi amarrado a uma cadeira e esfaqueado várias vezes pelos criminosos, que conseguiram fugir com duas televisões, uma aparelhagem de som e cerca de 830 euros.
O erro aconteceu quando Sofia chamou a polícia, para denunciar a invasão da casa, mas não conseguiu manter uma história coerente no momento de relatar o caso às autoridades. O caso levantou suspeitas e a "viúva negra" foi detida. Para fazer adormecer o homem com quem tinha marcado o encontro, Sofía terá utilizado um comprido soporífero misturado num cocktail com cola.

jn.pt

Idosa é declarada morta e acorda dentro do caixão


Uma mulher de 92 anos foi dada como morta e transportada para ser enterrada, na Alemanha. Acordou dentro do caixão, a perguntar onde estava. O cangalheiro desmaiou quando a ouviu a falar.
 
LEONEL DE CASTRO / ARQUIVO"Onde raio estou eu?", perguntou, causando o desmaio do cangalheiro que a viu de olhos abertos e a murmurar.
A mulher, de 92 anos, tinha sido declarada como morta horas antes no lar onde se encontrava a viver, na cidade alemã de Gelsenkirchen, a semana passada. Segundo o jornal "Daily Mail", uma empregada do lar encontrou-a sem respirar e chamou o médico, que declarou o seu falecimento, ordenando o envio do corpo para a funerária de Munstermann.
O diretor do lar onde vivia a idosa garantiu que não percebe o que se passou. "Isto é terrível e inexplicável. Estamos a ser muito criticados. Estamos a ser devorados pela imprensa", diz.
A polícia está a investigar o que terá levado os intervenientes no caso a declarar a morte da senhora.
Depois de ter sido encontrada de olhos abertos e com pulso, uma ambulância foi, imediatamente, chamada pelo diretor da funerária e os familiares da mulher foram avisados. A idosa ainda foi transportada para o hospital local, mas acabou por ficar doente e morrer esta segunda-feira.

jn.pt

Desporto universitário português ganha prémio europeu

Desporto universitário português ganha prémio europeu
A federação académica portuguesa recebeu o galardão em Zagreb, na Croácia, no passado sábado. © FADU
A Federação Académica de Desporto Universitário (FADU) conquistou o prémio de Federação Europeia mais Ativa atribuído pela European University Sports Association (EUSA). O galardão foi entregue durante uma gala da associação europeia que se realizou no sábado em Zagreb, na Croácia.
 
Uma vez mais, a federação portuguesa sobressaiu entre os mais de 40 membros associados da EUSA, tendo sido distinguida pela organização de eventos, mas também pela participação e desempenho dos seus clubes nas provas europeias, afirma um comunicado enviado pela FADU ao Boas Notícias.
 
"É um prazer receber novamente este prémio, especialmente num ano de comemoração dos 25 anos", confessa Filipa Godinho, presidente da FADU, que, em Abril de 2014, já tinha subido ao palco da EUSA para receber o mesmo reconhecimento e a oportunidade de organizar, em Coimbra, os Jogos Europeus Universitários 2018.
 
De acordo com a dirigente, o prémio é um reflexo do esforço e trabalho de todos os clubes, associações académicas e de estudantes e dos próprios atletas, técnicos e dirigentes. "Em Portugal, trabalhamos como um grupo, como uma equipa, como uma família e, quando assim é, quando conseguimos trabalhar todos para um objetivo comum, vemos o desporto universitário português reconhecido", congratula-se Filipa Godinho.
 
De realçar que a EUSA premiou, também, este ano, o fotógrafo português Nuno Gonçalves, que acompanhou a comitiva de Andebol masculino da Universidade do Minho, com o prémio de "Melhor Fotografia do Concurso da Comissão de Estudantes da EUSA".
 
É uma grande honra não só para mim, como também para Portugal. Quero agradecer todo o apoio da FADU e da Universidade do Minho. O desporto universitário português está de parabéns por este prémio, pois foi conquistado graças aos Campeões Europeus Universitários de Andebol da Universidade do Minho", considera Nuno Gonçalves, que é também professor de judo.
 
Há quatro anos consecutivos que as universidades portuguesas se veem, também, destacadas pela sua participação e resultados em provas europeias: em 2011, a Associação Académica de Coimbra ganhou o prémio de "Melhor Universidade Europeia em Desporto Universitário" e, em 2014, foi a vez da Universidade do Minho.
 
Recorde-se que, em Julho de 2014, a comitiva portuguesa participante nos Jogos Europeus Universitários que decorreram em Roterdão, na Holanda, contou com mais de 300 participantes, 25 equipas de 11 clubes/instituições de ensino superior, que regressaram a Portugal com uma medalha de ouro, uma de prata e três de bronze.
 
A Gala da EUSA realiza-se anualmente no âmbito da Conferência e premeia os seus membros pelos seus contributos e desempenhos no desporto universitário.

boasnoticias.pt

domingo, 29 de março de 2015

Vídeo: Uma campa no meio da estrada

Trepam as paredes da escola para os filhos fazerem ‘batota’ nos exames (com vídeo)

Semisonic - Closing Time

Sugar Ray - When Its Over (Official Music Video)

Cinderella - Coming Home

Oficina da Psicologia: Correu mal? Ainda bem!


Oficina da Psicologia: Correu mal? Ainda bem!
Como o melhor na nossa vida pode ser o que corre menos bem
por Filipa Jardim Silva, psicóloga

Filipa Jardim SilvaA vida é o que de melhor temos e ao mesmo tempo consegue ser também o pior. Todas as coisas vivas são imperfeitas, ainda assim persistimos em busca de uma vida perfeita, com uma juventude eterna, sem fim. Procuramos pelos lados cor-de-rosa, querendo colocar de lado o que dói, o que é feio, o que é efémero. Mas tudo é efémero, todos os seres vivos, mais cedo ou mais tarde, conhecem um fim. Tudo o que nasce acaba por morrer, é uma questão de mais ou menos tempo.

Ainda assim, é precisamente na mortalidade que capturamos a beleza. Tudo o que é transitório, tudo o que tem um fim marcado embora imprevisto, tende a ser mais valorizado, mais cuidado, mais apreciado, precisamente porque a um qualquer dia e hora pode desaparecer. 
 
Mas se o corpo físico desaparece, a experiência e a memória ficam, e essas sim, nunca morrem. O ser humano terá muitos defeitos, mas certamente consegue em alguns momentos viver de forma plena, com todos os sentidos ativos, retirando o máximo partido de cada segundo.

E quando vivemos assim, sintonizados connosco e com tudo aquilo que nos habita, erramos, mudamos de direção, voltamos a redirecionar o nosso caminho, mudamos de opinião, julgamos os outros e somos julgados. Cometer erros é uma parte essencial da nossa vida; não só podemos aprender com eles, como nos aproximam de nosso verdadeiro Eu. 

Em alguns momentos aceitar esta parte da vida humana pode tornar-se mais desafiante. Aceitar e aprender com os nossos erros pode constituir uma tarefa verdadeiramente olímpica, pode tornar-se uma dificuldade grande nas nossas vidas, sobretudo naquelas vidas que por si só são mais difíceis. Por outro lado, que vidas não são difíceis ou o que torna uma vida mais fácil? Se considerarmos que a dificuldade é uma perceção individual, uma atribuição pessoal, então essa perceção é subjetiva e pode ser também desenvolvida e fortalecida, influenciando então o que se considera uma vida fácil ou uma vida difícil.

Importante é ter em mente que a beleza, o sucesso e a prosperidade são apenas bons quando acompanhados pelos seus lados complementares, neste caso, a ausência de beleza, de sucesso e de prosperidade. É precisamente o vazio que em alguns momentos sentimos, enquanto percorremos o nosso caminho na vida, que nos permite verdadeiramente apreciar de forma plena aquilo que vai surgindo. 

Neste jogo da dialética, é não ter nada que permite apreciar verdadeiramente o ter, é a dor que possibilita reconhecer o conforto, é a experiência de tensão que leva à identificação do relaxamento. As verdadeiras mudanças, os reais encontros connosco mesmos, dão-se apenas após momentos de enorme crise e desconforto, as maiores convicções surgem após períodos de dúvidas esvaziantes, os maiores sucessos ocorrem após derrotas sucessivas. É precisamente aceitar surfar as ondas que aparecem, desde as mais calmas às mais agitadas, aproveitando o mar que vai existindo cada dia, lutando sempre por apanhar uma onda melhor mas sabendo esperar quando ela não aparece, que nos conduz a níveis de satisfação e bem-estar elevados.

Tudo na nossa vida teve de acontecer de forma a sermos quem somos, não é possível retirarmos cirurgicamente alguns momentos de dor, falhas, derrotas, traições, e desilusões, e chegarmos ao mesmo Eu. E mesmo se esses momentos não tivessem acontecido outros semelhantes ter-se-iam dado, uma vez que tudo na vida carece deste equilíbrio desequilibrado, em que todos os lados têm necessariamente pares complementares. Não é possível vivermos sem ser nesta dialética.

Assim, é precisamente através da dor que encontramos felicidade, é na escuridão de algumas etapas que tomamos decisões que nos levam a fases paradisíacas da nossa vida. Por isso quando olhar para trás sorria, e conclua que tudo foi necessário, tudo teve o seu papel, tudo teve a sua beleza.

E esse é o momento que recordará a sua infância difícil como necessariamente difícil para ser a pessoa que é, que se relembrará que se não se tivesse sentido miserável não teria aprendido a sua maior lição, que olhará para o seu coração despedaçado ou para o coração de outro que despedaçou como um momento de viragem, que se rirá por o seu emprego de sonho ter-se revelado um pesadelo e que precisamente por isso o permitiu descobrir o verdadeiro dream job. Ficamos então eternamente agradecidos aos amigos que afinal revelaram não ser amigos, porque só assim descobrimos o que é a verdadeiramente amizade. Recordamos o momento em que o nosso mundo se partiu em mil e um pedacinhos e que mesmo assim nos mantivemos inteiros. 

A vida é incrivelmente complexa, a vida no seu todo e as nossas vidas dentro da vida. Existem tantas aspetos e particularidades que fazem de nós o que somos, a cada momento, que não é possível mantermos tudo rigidamente equilibrado, sempre. Os momentos de perda, vazio, destruição são inevitáveis. E por vezes a destruição poderá ser proporcional ao desvio das vidas que devíamos estar a levar em relação às vidas que realmente vivemos…só assim é possível começar de novo. E nesse instante, em que descobrimos que é possível nos mantermos em movimento sempre, mesmo na tristeza, no desespero, na zanga, no medo, no vazio, na descrença, é o momento em que nos tornamos perfeitamente imperfeitos. 

boasnoticias.pt

5 (boas) razões para comer chocolate

5 (boas) razões para comer chocolate
Comemorou-se, esta quinta-feira, 26, o Dia Mundial do Chocolate. Para assinalar a data, o Boas Notícias reuniu os resultados de um conjunto de estudos científicos que comprovam os benefícios associados a esta que é uma das mais apreciadas "guloseimas".

Renda-se às evidências e ceda à tentação!

1. Comer mais chocolate ajuda a emagrecer

Consumir uma pequena porção de chocolate negro com regularidade pode permitir emagrecer mais facilmente do que, simplesmente, evitá-lo, garantiu, em 2012, uma equipa de investigadores da Universidade da California, em San Diego (UC San Diego), EUA.Investigadores espanhóis chegaram, um ano depois, à mesma conclusão, avançando que o chocolate tem a capacidade de ajudar o metabolismo a desempenhar as suas tarefas mais difíceis, queimando mais energia e compensando a gordura que podia vir a ficar acumulada no corpo.

Consulte os estudos (em Inglês) AQUI e AQUI.

2. Cacau ajuda a evitar perda de memória

Os antioxidantes presentes no cacau, a partir do qual é feito o chocolate, em espodem reverter o declínio da memória associado ao envelhecimento em adultos saudáveis.

A conclusão é de um estudo norte-americano, que revela que a introdução deste ingrediente na dieta é capaz de atenuar as alterações responsáveis pela degeneração de uma região específica do cérebro.
Clique AQUI saber mais (em inglês).

3. Chocolate preto previne obesidade e diabetes

O chocolate preto pode ajudar a prevenir a obesidade graças aos seus elevados níveis de antioxidantes, que ajudam a baixar o açúcar no sangue. As conclusões são de um estudo da Universidade de Virginia, nos EUA, segundo o qual a forte presença de flavonóides no chocolate impede o aumento de peso e diminui o risco de diabetes.
 
Aceda à investigação completa, em inglês, AQUI.

4. Cacau ajuda a baixar a pressão arterial

Um composto do cacau pode ajudar a baixar a pressão arterial, de acordo com uma análise de um conjunto de estudos liderada por investigadores australianos. Os grandes responsáveis por estes benefícios do cacau são, uma vez mais, os flavonóides, que ajudam a dilatar as veias, facilitando a circulação do sangue.

Os investigadores atribuem este efeito ao facto de os flavónoides produzirem uma substância química conhecida por óxido nítrico, que "relaxa" os vasos sanguíneos facilitando a circulação do sangue e diminuindo a pressão arterial.

Clique AQUI para aceder ao estudo.

5. Chocolate reduz doenças cardíacas

O chocolate reduz em mais de 30% o risco de doenças cardiovasculares, concluiu a Universidade de Cambridge. Os pacientes que comem mais chocolate têm, também, um risco 29% inferior de sofrer acidentes vasculares cerebrais.

Clique AQUI para aceder ao estudo publicado no British Medical Journal (em Inglês).

boasnoticias.pt

Cientistas descobrem pistas para origem do autismo

Cientistas descobrem pistas para origem do autismo
Uma equipa de cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriu uma variante genética rara que afeta as sinapses dos neurónios, e que traz uma nova luz sobre as causas do autismo.

Os cientistas, liderados pelo professor Aravinda Chakravarti, analisaram a sequência genética de pacientes autistas, oriundos de 13 famílias, cujas sequências foram comparadas com a informação retirada de uma base de dados.

A equipa identificou quatro genes potencialmente responsáveis pela doença. As famílias foram escolhidas tendo em conta o número de mulheres afectadas por este síndrome.

As mulheres são menos propícias a sofrer de autismo, embora quando a tenham os seus sintomas são mais graves, pelo que os cientistas assumiram que as mulheres têm fortes variantes genéticas da doença, especialmente quando há outra mulher na sua família também afetada.

Dos quatro genes ligados ao autismo, a equipa de investigadores focou-se no gene CTNND2, uma vez que está situado numa região do genoma associada a outros problemas inteletuais, descobrindo que as mutações neste gene alteram as sinapses neuronais.

O estudo, publicado esta semana na revista Nature, destaca o método de trabalho, que se focou em famílias mais afetadas pelo autismo.

"Para criar novos tratamentos, é preciso ter um bom entendimento de como surge a doença", sendo a genética "um caminho fundamental", explica Aravinda, citado no comunicado.

Neste momento, o investigador, juntamente com a restante equipa, está a tentar descobrir as funções dos outros três genes que poderão estar associados ao autismo.

boasnoticias.pt

Tecnologia lusa permitirá ver interior do corpo em 3D

Tecnologia lusa permitirá ver interior do corpo em 3D
Um consórcio internacional liderado pelo Instituto Superior Técnico (IST) prepara-se para desenvolver uma tecnologia que vai permitir ver o interior do corpo humano a três dimensões (3D) através do uso de uma quantidade mínima de raios-x.

De acordo com um comunicado enviado pelo IST ao Boas Notícias, esta tecnologia constitui-se como uma alternativa à radiografia tradicional e vai aplicada em áreas como a medicina dentária ou a traumatologia e para o diagnóstico de doenças como o cancro.

A tecnologia em que o projeto se baseia já existe para a luz vísivel, denominada por imagem plenóptica, que consiste em usar um sensor especial de fotografia capaz de registar a imagem e a direção dos raios de luz, esclarece o IST.

Através do novo método, porém, depois do uso deste sensor, a informação é processada para reconstruir uma imagem em profundidade, passando de um pixel a duas dimensões para um elemento de volume, ou voxel, a três dimensões.

“Esta nova tecnologia permitirá realizar imagens com menor dose[de raios-x], contrariamente às tecnologias utilizadas atualmente, que pelo risco associado à radiação ionizante, são reservadas aos casos mais graves”, explica Marta Fajardo, coordenadora do projeto e investigadora do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear do IST.

A equipa que vai desenvolver o projeto VOXEL inclui especialistas neste tipo de sensores, líderes da comunidade de raios-x, especialistas em metrologia e tomografia, bem como especialistas numéricos em reconstrução de imagem tridimensionais, aliando profissionais de seis centros de investigação europeus e uma empresa de alto valor acrescentado.

O consórcio em que participa o instituto nacional vai receber um financiamento de 3,99 milhões de euros, dos quais 760.000 vão ser entregues a portugal Portugal para serem usados durante os próximos quatro anos.

O dinheiro foi conseguido através dos projetos FET (sigla em inglês para Tecnologias Emergentes e Futuras) do programa Horizonte 2020, que tem como objetivo premiar o pensamento visionário, abrindo novas possibilidades tecnológicas com soluções radicalmente inovadoras. Nesta edição do concurso, concorreram cerca de 643 projetos, dos quais 26 foram selecionados.
boasnoticias.pt

Descoberto tratamento revolucionário para a epilepsia

Descoberto tratamento revolucionário para a epilepsia
Um grupo de investigadores japoneses descobriu um medicamento que reproduz o efeito que a dieta cetogénica (baixa em hidratos de carbono) tem no cérebro e reduz os surtos de epilepsia, mesmo em pacientes resistentes aos medicamentos. A descoberta, publicada esta semana na revista Science, abre caminho a novos tratamentos para a cura da doença.

A equipa verificou que a dieta cetogénica inibe a enzima lactato desidrogenase (LDH), fundamental na comunicação metabólica entre os astrócitos e os neurónios, bloqueando a excitação neuronal e evitando as convulsões.

O medicamento desenvolvido atua da mesma forma tornando o metabolismo mais eficiente e fazendo com que o cerébro deixe de usar a glicose como principal fonte de energia recorrendo em vez disso às cetonas, o que promove um melhor funcionamento neuronal.

Durante o estudo, realizado com ratos epiléticos, a equipa de investigadores testou cerca de 20 medicamentos antiepiléticos, chegando à conclusão de que existe apenas um - o estiripentol-, que é capaz de inibir ligeiramente a LDH.

Os investigadores foram mais longe e criaram uma nova estirpe de estiripentol capaz de suspender a produção desta enzima .

Dois terços dos pacientes são resistentes à medicação 

A epilepsia é uma doença cerebral que afeta cerca de 1% da população mundial. Contudo, os medicamentos tradicionais apenas são eficazes em cerca de 2/3 dos doentes.

A investigação, publicada esta semana na revista científica Science, ficou a cargo dos cientistas Nagisa Sada, Takashi Katsu e Tsuyoshi Inoue, da Universidade de Okayama, e Suni Lee e Takemi Otsuki, da Universidade Yasuda Women's, ambas no Japão.
boasnoticias.pt

sábado, 28 de março de 2015

Raimundos - Mulher de Fases

Lidl cria 18 novos postos de trabalho em Matosinhos

Lidl cria 18 novos postos de trabalho em Matosinhos
A cadeia de supermercados alemã Lidl acaba de investir cinco milhões de euros no Norte do país. A nova loja da empresa, que chegou há 20 anos a Portugal, foi inaugurada esta quinta-feira em Matosinhos Sul e criou quase duas dezenas de novos postos de trabalho.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias, o Lidl Portugal revela que a loja, que apresenta uma área comercial de 1.000m2 e está localizada junto à praia, permitiu gerar 18 novos empregos.
 
Além de uma padaria "self-service" e de uma cafetaria, o supermercado, localizado na Rua Roberto Ivens, disponibiliza também aos clientes um parque de estacionamento próprio.
 
Este é o terceiro espaço comercial do Lidl em Matosinhos (depois da abertura das lojas da Senhora da Hora, Monte dos Burgos e Leça da Palmeira) e o 240.º inaugurado em Portugal pela cadeia alemã, que já investiu no nosso país mais de mil milhões de euros.
 
De realçar que a empresa germânica tem, atualmente, disponíveis no seu site várias oportunidades de emprego para diferentes zonas de Portugal - do Norte ao Sul, passando pelo Oeste - e para áreas diversas como o Marketing, as Finanças, as Vendas ou os Recursos Humanos.
 
Clique AQUI para conhecer as vagas existentes. 

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Demências: Beber leite pode proteger o cérebro

Demências: Beber leite pode proteger o cérebro
O consumo de leite pode ajudar a proteger o cérebro de patologias neurodegenerativas como a doença de Alzheimer ou Parkinson. A conclusão é de um novo estudo norte-americano, que descobriu uma associação entre esta bebida e a produção, no organismo, de um antioxidante benéfico para aquele órgão em adultos saudáveis.
 
A investigação, desenvolvida por especialistas do Centro Médico da Universidade de Kansas, nos EUA, e cujos resultados foram publicados, em Fevereiro, na revista científica American Journal of Clinical Nutrition, sugere que pode haver mais vantagens associadas ao leite do que as que já eram conhecidas.
 
"Há muito tempo que acreditamos que o leite é muito importante para os ossos e os músculos e este estudo indica que pode ser igualmente importante para o cérebro", afirma, em comunicado, Debra Sullivan, uma das investigadoras envolvidas no estudo, no qual participaram 60 voluntários.
 
Os participantes responderam a um questionário acerca da sua dieta e, poucos dias depois, foram submetidos a ressonâncias magnéticas que avaliaram os níveis de um antioxidante poderoso, a gluationa, nos tecidos cerebrais.
 
No âmbito do estudo, os investigadores descobriram que aqueles que indicaram ter bebido leite recentemente apresentavam uma quantidade superior de glutationa no cérebro, o que pode contribuir para afastar o 'stress' oxidativo e os danos por ele causados, associados a uma série de doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer ou de Parkinson.
 
"Podemos pensar nestes danos no cérebro como pensamos na acumulação de ferrugem no nosso carro. Se a deixarmos progredir, vai aumentar e vai afetar o seu funcionamento", explica Sullivan, que acrescenta que o ideal para a obtenção dos níveis ótimos de glutationa será beber três copos de leite por dia.

O próximo passo dos investigadores deverá ser a realização de um ensaio clínico controlado e aleatório que é necessário para determinar os efeitos precisos do consumo de leite no cérebro. 

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês). 

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EUA: Café dá emprego a jovens sem-abrigo


EUA: Café dá emprego a jovens sem-abrigo
Jenna Williams tem 23 anos e viveu na rua desde os 15 mas, graças à oportunidade que lhe foi dada pelo Purple Door Coffee, está a reconstruir a sua vida © Purple Door Coffee/Facebook (Reprodução)
Nos EUA, há um café que apenas emprega jovens sem-abrigo. OPurple Door Coffee, em Denver, nasceu há cerca de dois anos e dá uma oportunidade de trabalho a quem se viu forçado a viver na rua mas não perdeu o amor próprio e o sonho de construir um futuro melhor.
 
Em entrevista à cadeia de televisão local KUSA-TV, Madison Chandler e Mark Smesrud, os fundadores do café, contam que o Purple Door Coffee emprega três jovens de cada vez e lhes oferece contratos de trabalho de um ano, ajudando-os a encontrar um local para viver e proporcionando-lhes a hipótese de reencontrar a estabilidade.
 
"Os jovens que vivem na rua têm uma cultura muito distinta e precisavam de algo que fosse muito específico", explica Smesrud, que diz ter percebido, no contacto com estas pessoas, que, apesar das desventuras da vida, todos eles partilham um grande sentido de esperança, razão que o levou, em conjunto com Chandler, a fundar este estabelecimento sem fins lucrativos.
 
Embora, por vezes, o progresso seja lento e difícil, os dois empreendedores e filantropos tentam incentivar os funcionários - muitos deles que tinham, também, problemas com drogas - até durante as recaídas.
"Sempre que corrigimos um comportamento menos bom, nunca dizemos: 'és mau, portanto fizeste uma coisa má'. O que dizemos é: 'és melhor do que isto e mereces melhor, lembra-te disso e deixa-nos ajudar", revela Smesrud, que disponibiliza também à equipa, durante o processo, um programa de formação em diversas áreas, desde a saúde à gestão do orçamento.

Os jovens Madison Chandler e Mark Smesrud (à direita) são os rostos por detrás do Purple Door Coffee © Purple Door Coffee/Facebook (Reprodução)
 
Jenna Williams é um dos casos de sucesso do Purple Door Coffee. A jovem de 23 anos, que viveu na rua desde os 15, terminou, recentemente, o seu contrato e já encontrou um novo emprego como "barista" num dos cafés da rede Starbucks.
 
"A família do Purple Door Coffee deu-me a oportunidade que mais ninguém me daria. Eles compreenderam-me. Nunca me senti tão em casa. É uma missão que funciona e que tenho muito orgulho em ter experienciado", confidenciou, em declarações à KUSA-TV.
 
Jenna, que, em Outubro, quase perdeu o emprego depois de ter voltado ao ex-namorado e às drogas pesadas, garante que o apoio e orientação que recebeu durante aquele período foram fundamentais.
 
"Em parte, o programa ajudou-me a afastar-me dessa situação, porque um dos conselhos que me deram foi lembrar-me de que tenho a liberdade de sair de circunstâncias que não sejam saudáveis para mim", recorda.
 
Até ao momento, os funcionários do Purple Door Coffee registam "uma taxa de sucesso de 50%", mas Mark Smesrud assegura que mesmo aqueles que não concluem a experiência beneficiam, até certo ponto, de tudo o que vão aprendendo durante o processo. 

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sexta-feira, 27 de março de 2015

Billy Idol - Dancing With Myself

NASA encontra nitrogénio em Marte

NASA encontra nitrogénio em Marte
O Curiosity (na imagem) descobriu azoto na atmosfera de Marte, um dos principais indícios da existência de seres vivos no planeta
O 'Curiosity', sonda que explora a superfície de Marte, descobriu novas provas de que, em tempos, terá existido vida naquela planeta. Em causa está a descoberta de uma forma de nitrogénio em algumas das explorações feitas pelo equipamento.

O nitrogénio marciano foi encontrado sob a forma de óxido nítrico e foi obtido a partir do aquecimento de sedimentos do planeta. As moléculas deste gás são usadas por todas as formas de vida na formação do código genético.

Contudo, para serem usadas pelos seres vivos, como as plantas, estas moléculas precisam de ser libertadas, o que neste momento não acontece em Marte já que o nitrogénio está 'fechadas' em sedimentos num formato que não pode ser consumidos pelos seres vivos.
 
Os investigadores da NASA acreditam que esta descoberta reforça a tese de que já houve vida em Marte. Como explica a agência emcomunicado de imprensa, o nitrogénio é um componente chave do DNA e dos aminoácidos, o que reforça a possibilidade de existência de seres vivos no planeta.

A  descoberta de carbono orgânico também é determinante na confirmação da existência de vida semelhante à do Planeta Terra, uma vez que ajuda a produzir nutrientes.

Estas descobertas, publicadas na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), têm por base análises feitas pelo Curiosity a sedimentos captados em três locais diferentes. A equipa está agora a tentar perceber de que forma as partículas de nitrogénio se terão formado.

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PJ abre concurso para 120 inspetores estagiários

PJ abre concurso para 120 inspetores estagiários
A Polícia Judiciária (PJ) acaba de anunciar que vai recrutar cerca 120 inspetores estagiários. Os interessados deverão formalizar a sua candidatura nos termos divulgados em Diário da República até ao dia 13 de Abril.

Os selecionados vão ter a seu cargo funções associadas à prevenção e investigação criminal, entre elas realização de operações, ações, diligências e atos de investigação criminal, vigilâncias, capturas, e pesquisa e recolha de informação criminal.

Nacionalidade portuguesa, vacinas em dia, cumprimento do serviço militar obrigatório e idade inferior a 30 anos (e que não completem essa idade até à data do prazo de candidatura), são alguns dos requisitos obrigatórios pedidos pela PJ.

Entre as exigências estão também ter carta de condução e possuir uma licenciatura em áreas que vão das Engenharias à Contabilidade, Administração, Ciências Sociais, Criminologia, Gestão ou Psicologia.

Os candidatos vão ser escolhidos de acordo com vários critérios de seleção, entre os quais uma prova escrita que visa avaliar os seus níveis de conhecimento e competências de escrita, provas físicas, bem como exames médicos e psicológicos.

Clique AQUI para conhecer todas as condições de candidatura eAQUI para consultar mais informações. 

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Austrália escolhe portugueses para projeto de saúde oral

Austrália escolhe portugueses para projeto de saúde oral
© CEB
Uma clínica dentária australiana escolheu os investigadores portugueses do Centro de Engenharia Biológica (CEB) da Universidade do Minho, em Braga, para o desenvolvimento de um projeto inovador com o objetivo de tratar a doença periodontal, um dos principais problemas associados à saúde oral.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias, o CEB explica que a escolha foi feita pelo fundador da clínica Mark Peddey Pty Ltd., com sede em Melbourne, que optou pelo centro português depois de ter analisado instituições de investigação de vários pontos do mundo em busca da que melhor correspondia aos seus objetivos.
 
O CEB foi considerado o mais adequado e o grupo de investigação em Biotecnologia e Bacteriófagos do centro vai agora desenvolver, com financiamento da clínica australiana, um tratamento inovador que atue contra as bactérias patogénicas envolvidas na doença periodontal.
 
O propósito final do trabalho é a criação de um produto à base de bacteriófagos - vírus portadores de bactérias - que combata, de forma eficaz, a periodontite criada por infeções bacterianas, esclarece o centro português. 
"Esta doença oral é muito comum e ocorre em 30% a 50% da população, podendo até levar à perda do dente infetado se não for tratada a tempo", revela Joana Azeredo, uma das investigadoras responsáveis pelo projeto.
 
Segundo a cientista, "hoje em dia, o tratamento da doença é feito com antibióticos e recurso à cirurgia", mas tal poderá mudar graças a esta investigação portuguesa, já que "a utilização de bacteriófagos no controlo da doença representa uma forma segura e não invasiva de tratamento, não apresentando os problemas de resistência provocados pelos antibióticos".
 
Apesar de o projeto estar ainda fase inicial, a equipa de investigadores do CEB tem "uma vasta experiência no isolamento e caraterização do tipo de vírus utilizados no projeto", pelo que a equipa estima ter os primeiros resultados já dentro de um ano.

Centro vai receber seis milhões de euros nos próximos seis anos
 
Em atividade desde 1995, o Centro de Engenharia Biológica (CEB) da Universidade do Minho é um centro de investigação altamente tecnológico que opera nas principais áreas da Biotecnologia e Bioengenharia.
 
O centro tem como principal objetivo a integração entre a engenharia e as ciências da vida de forma a potenciar o desenvolvimento de bioprocessos industriais inovadores.
 
Por ter sido considerado, repetidamente, desde 2002, "Excelente" pelos avaliadores externos da Fundação para a Ciência e Tecnologia, o CEB vai vai receber um financiamento público de mais de um milhão de euros por ano nos próximos seis anos, o maior financiamento já obtido por um centro da Universidade do Minho.

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Descoberto biomarcador que prevê evolução de melanomas

Descoberto biomarcador que prevê evolução de melanomas
Dermatologistas do Hospital do Mar de Barcelona, em Espanha, identificaram um novo biomarcador dos melanomas malignos, prevendo a sua evolução e ajudando a definir um prognóstico para este tipo de cancro e novas formas de tratatamento.

A equipa descobriu que uma proteína denominada 'NCoR', que regula o processo de transferência da informação do ADN, tem um papel importante na evolução dos melanomas.

O estudo, publicado na revista Oncotarget, mostra ainda que a distribuição da 'NCoR' dentro das células indica uma previsão da evolução do melanoma, mesmo quando analisado em fases iniciais, explica o comunicado da instituição.

De acordo com Fernando Gallardo, chefe de seção do serviço de Dermatologia do Hospital do Mar, até ao momento ainda não havia nenhum marcador de prognósticos a nível molecular que fosse indicativo da evolução do melanoma malígno.

Contudo, os especialistas indicaram que as diferenças no processo de transformação da informação genética em proteínas necessárias para o funcionamento e desenvolvimento das células neste tipo de cancro fazem com que o seu comportamento mude consoante os pacientes, mesmo estando na mesma fase da doença.

"É muito importante detetar o melanoma em fases iniciais para o poder tratar, mas também há que dispor de marcadores fiáveis que nos permitam prever a sua evolução", explica Fernando, citado pelo mesmo comunicado.

O investigador acrescenta que a identificação da proteína como biomarcador "abre a porta para a existência de uma ferramenta que permita prever como evoluirá a doença em cada paciente, mas também identificar que pessoas podem beneficiar de futuras terapias baseadas no controlo desta proteína".

Os melanomas são cancros na pele e todos os anos são a causa de mais de 20 mil mortes na Europa e 50 mil no resto do mundo.

Quando localizado apenas na pele, o índice de cura é elevado, ao contrário de quando se estende a gânglios ou metástases alargadas.

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Criado vinho que diminui os sintomas da ressaca

Criado vinho que diminui os sintomas da ressaca
Uma equipa de cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, anunciou, esta semana, a descoberta de uma receita para o fabrico de um vinho que evita os sintomas da ressaca e que tem mais valor em termos nutritivos.

O truque é alterar o ADN da levedura que entra na fermentação maloláctica. Os investigadores usaram a enzima Cas9  para 'cortar' o ADN, modificando as estirpes de levedura.

A equipa descobriu ainda que os fabricantes de vinho podem clonar a enzima para melhorar a fermentação maloláctica, processo que ajuda a tornar o vinho mais suave, explica a equipa num comunicadoda universidade.

Esta fermentação, acrescentam, permite reforçar os antioxidantes do vinho, como o resveratrol, sem prejudicar a sua qualidade. A equipa de investigação sublinha que, assim, ficam reforçados os benefícios que o vinho traz à saúde, como por exemplo ao coração.

Esta pesquisa descobriu também, que desta forma, se pode melhorar os valores nutritivos dos alimentos feitos com recurso à fermentação, como é o caso da cerveja, pão e pickles.

“O vinho contém o componente resveratrol. Com a levedura alterada podemos melhorar a quantidade de resveratrol numa variedade de vinho, em dez ou mais vezes. Mas também podemos introduzir compostos bioativos de outros alimentos, como o ginseng”, explicou o professor Yong-Su Jin, líder da investigação, citado pelo mesmo comunicado.

A equipa salienta que esta transformação pode tornar os organismos geneticamente modificados (OGM) "menos censuráveis", pode ler-se no mesmo comunicado.

O documento acrescenta ainda que “no passado, os cientistas tiveram de usar marcadores antibióticos para indicar o local da alteração genética no organismo, e muitas pessoas censuraram a sua utilização em alimentos, devido ao perigo de desenvolver uma resistência aos antibióticos”, explicou Yong-Su.

Com este 'corte' no genoma, que é feito de uma forma "precisa e eficiente", deixa de ser necessário usar marcadores antibióticos para a confirmação de eventos genéticos, salienta o professor.

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quinta-feira, 26 de março de 2015

Crowded House - Don't Dream It's Over

Avião comercial faz voo alimentado a óleo de cozinha


Avião comercial faz voo alimentado a óleo de cozinha
Uma companhia aérea chinesa completou, no sábado, o primeiro voo comercial do país movido a biocombustível produzido a partir de óleo alimentar usado. O avião de passageiros da Hainan Airlines, um Boeing 737-800, ligou, com sucesso, as cidades de Xangai e Pequim.
 
De acordo com um comunicado da Boeing, fabricante norte-americana de aviões, o voo, que seguiu o seu horário e rota habitual, foi "alimentado" com uma mistura de combustível tradicional e biocombustível ecológico produzido pela empresa Sinopec a partir de óleo de cozinha usado recolhido em restaurantes da China".
 
"Sentimo-nos honrados por ter visto o nosso avião voar com biocombustível ecológico entre Xangai e a capital do nosso país", afirma, no mesmo comunicado, o vice-presidente da Hainan Airlines, Pu Ming, que pilotou a aeronave durante a viagem, considerada histórica para a aviação chinesa.
 
"Sendo uma companhia que está a crescer rapidamente a nível nacional e internacional, a Hainan Airlines está a demonstrar o seu compromisso para com o ambiente, provando que este biocombustível é uma alternativa segura e eficaz para o sistema de transporte aéreo chinês", acrescenta Ming.
 
Segundo a Boeing, este "biocombustível produzido de forma sustentável" é capaz de reduzir "as emissões de carbono em 50% a 80% em relação ao petróleo e deverá vir a desempenhar um papel fundamental no crescimento futuro da aviação contribuindo, ao mesmo tempo, para o alcance de metas ambientais".
 
"A Boeing está orgulhosa por ver avançar a sua parceria de várias décadas com a China e por colaborar de perto com a Hainan Airlines e a Sinopec para alcançar esta meta importante", realça Ian Thomas, presidente da Boeing China, que considera que este compromisso para com a aviação sustentável está a ajudar "a melhorar a indústria e, a longo-prazo, o ambiente".
 
O primeiro voo do mundo alimentado a 100% por biocombustível realizou-se em 2012, tendo partido, à data, de Otava, capital do Canadá. Entretanto, vários outros aviões comerciais de companhias como a Air Canada e a australiana Qantas têm testado com sucesso misturas de biocombustíveis e petróleo em voos de passageiros.

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Os "beijos" do seu cão podem ser bons para a saúde


Os "beijos" do seu cão podem ser bons para a saúde
Todos sabemos já que os cães são bons companheiros e um autêntico "elixir" para o tratamento dos males emocionais, mas os benefícios de partilhar o dia-a-dia com um destes animais podem, afinal, ser superiores ao que se pensava: segundo cientistas norte-americanos, além de serem os melhores amigos do homem, os cães são, também, os melhores aliados da sua saúde.
 
Um grupo de investigadores da Universidade do Arizona, nos EUA, acredita que a convivência com os cães pode atuar, no nosso organismo, como um "probiótico" que melhora o funcionamento das bactérias intestinais responsáveis por uma percentagem decisiva da saúde física e mental à medida que envelhecemos.
 
A equipa está, atualmente, a recrutar participantes para testar esta hipótese e a preparar-se, com a ajuda destes voluntários, para desenvolver um estudo que vai focar-se, em particular, no efeito dos cães na saúde de adultos com idade a partir dos 50 anos.
 
"Temos evoluído a par dos cães há vários milénios, mas ninguém entende, de facto, qual a razão pela qual nos sentimos tão bem perto deles", afirma, em comunicado, Kim Kelly, doutoranda de Antropologia e uma das principais investigadoras envolvidas no estudo da iniciativa "Human-Animal Interaction Research", destinada a explorar os benefícios mútuos da interação entre humanos e animais.
 
"Será que é só porque são macios e porque gostamos de lhes fazer festas ou passa-se algo mais para lá da superfície? A questão que se coloca é: será que a relação entre os cães e os humanos 'migrou' para debaixo da pele? Nós acreditamos que sim", adianta a antropóloga da Universidade do Arizona.

Convivência pode incentivar crescimento de bactérias "boas"
 
Os cientistas explicam que o sistema digestivo humano alberga mais de 500 tipos diferentes de bactérias "boas" e "más". Entre as chamadas bactérias "boas" estão os probióticos (presentes, por exemplo, nos iogurtes), que trabalham para manter o intestino saudável e auxiliam na digestão dos alimentos, ajudando, ao mesmo tempo, a fortalecer o sistema imunitário.
 
Agora, a equipa vai trabalhar em parceria com outras universidades norte-americanas, entre elas a Universidade de San Diego, na Califórnia, para compreender se viver com um cão também encoraja o crescimento destes microorganismos positivos no intestino humano, contribuindo para melhorias ao nível da saúde física e mental.
 
"Achamos que os cães podem funcionar como probióticos e melhorar a saúde das bactérias que vivem no intestino. Estas bactérias, que formam a chamada 'microbiota', são consideradas cada vez mais importantes para a saúde física e mental, em especial ao longo do envelhecimento", esclarece Charles Raison, professor de psiquiatria que vai coordenar a investigação.
 
No âmbito do estudo, cada participante vai "acolher" um companheiro canino na sua casa durante três meses e os investigadores vão avaliar, de forma não invasiva, fatores como as bactérias intestinais, a dieta, os níveis de atividade física e as funções imunitárias dos voluntários, bem como dos cães.
 
Os cientistas vão também procurar "alterações na saúde mental e emocional dos humanos e dos animais", acrescenta a universidade, que procura pessoas com mais de 50 anos, com boa saúde e que não tenham tomado antibióticos nem vivido com um cão nos últimos seis meses.
 
No final da investigação, os participantes terão a hipótese de adotar o animal que acolherem nas suas casas se assim o entenderem e, durante o processo, a universidade vai financiar todos os cuidados veterinários necessários, bem como a alimentação dos cães.

Clique AQUI para saber mais sobre este estudo (em inglês).

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Estudo: Ar livre ajuda a prevenir a miopia nas crianças

Estudo: Ar livre ajuda a prevenir a miopia nas crianças
Investigadores australianos descobriram que deixar as crianças passarem mais tempo ao ar livre diminui as hipóteses dos mais novos serem míopes no futuro. O estudo, publicado a semana passada na revista científica 'Nature', revela que expor os olhos à luz natural pode reduzir o risco de desenvolvimento deste problema de visão.

Quanto maior for o grau de luminosidade, menores serão as chances de desenvolver miopia. Ou seja, se os olhos estiverem expostos à luz solar (com intensidade a rondar os 10 mil lux), as possiblidades de se ter miopia são significativamente menores do que numa exposição a uma intensidade de 500 lux, o valor médio da luz artificial.

No entanto, a equipa responsável pelo estudo afirma que não é apenas a intensidade da luz que determina a probabilidade de se ter miopia ou não. A distância a que os objetos estão do olho é outro fator que contribui para desenvolver (ou não) o problema.

"Dizer que a luminosidade é a explicação para a miopia é simplificar muito um processo complexo", explica Ian Flitcroft, especialista em miopia do Hospital Universitário Infantil de Dublin, citado pela Nature. As causas da miopia eram atrbuídas a fatores genéticos, que agora estes cientistas revelam não ser a causa principal.

Este não é o primeiro estudo que relaciona a falta de luz natural com o surgimento de miopia. Já em 2013, dois estudos realizados na China já davam conta da importância do sol na prevenção dos problemas oculares na crianças. De acordo com a Nature, cerca de 90% da população adolescente e adulta desse país já tem miopia, contra os 10% a 20% registados há 60 anos atrás.

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Adoçante comum poderá tratar cancros agressivos

Adoçante comum poderá tratar cancros agressivos
A sacarina, usada commumente como adoçante artificial, pode ter propriedades anticancerígenas. De acordo com um estudo norte-americano, este substituto do açúcar tem potencial para vir a ser utilizado no desenvolvimento de fármacos destinados ao combate de cancros agressivos e difíceis de tratar com menos efeitos secundários que os tratamentos convencionais.
 
A descoberta é da responsabilidade de um grupo de investigadores da Universidade da Flórida, nos EUA, que vai apresentar, esta quinta-feira, as suas conclusões durante o 249.º  Encontro Nacional da Sociedade Americana de Química (ACS, na sigla em inglês), a maior sociedade científica do mundo.
 
Os cientistas concluíram que a sacarina é capaz de desativar a anidrase carbónica IX, uma proteína presente nos tipos de cancro mais agressivos e que contribui para que doenças como o cancro da mama, do pulmão, do fígado, do rim, do pâncreas e do cérebro cresçam e se espalhem pelo organismo.
 
De acordo com os investigadores, esta proteína ajuda a regular o pH das células cancerígenas, permitindo o crescimento dos tumores e, potencialmente, o aparecimento de metástases.
 
Agora que se sabe que a sacarina consegue "anular" o seu funcionamento, a equipa quer desenvolver fármacos baseados neste substituto do açúcar para atrasar a progressão do cancro e, em última instância, torná-lo menos resistente à quimioterapia e às terapias de radiação.
 
"É fascinante o facto de uma simples molécula, a sacarina - algo que muitos de nós colocam no café diariamente - poder ter aplicações ainda desconhecidas e ser, até, uma possibilidade no tratamento de cancros agressivos", afirma, em comunicado, Robert McKenna, principal autor do estudo.
 
Segundo McKenna, "este resultado abre caminho ao desenvolvimento de novos medicamentos contra o cancro derivados deste substituto comum do açúcar e que podem ter um impacto no tratamento de várias doenças oncológicas a longo-prazo".

Composto testado em células de cancro da mama e do fígado
 
Uma vez que a anidrase carbónica IX não é, habitualmente, encontrada em células humanas saudáveis, existindo apenas no tracto gastrointestinal, os investigadores consideram-na "uma arma privilegiada para a criação de fármacos que causem poucos ou nenhuns efeitos secundários nos tecidos saudáveis à volta dos tumores".
 
O único obstáculo que se colocava, até ao momento, para os cientistas era o facto de esta proteína ser semelhante a outras de que o nosso organismo necessita para funcionar, pelo que o tratamento teria de ser altamente direcionado à anidrase carbónica IX de forma a não "atacar" as restantes.
 
As novas descobertas norte-americanas permitiram, porém, determinar o modo como a sacarina se "liga" a esta proteína e de que forma outros compostos baseados no substituto do açúcar podem ser "modificados" para melhorar  esta ligação e incrementar o seu potencial anticancerígeno.
 
Neste momento, McKenna e os colegas estão a testar os benefícios da sacarina e dos seus derivados em células do cancro da mama e do fígado e, caso a experiência seja bem-sucedida, a equipa deverá avançar para estudos com animais.

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Português cria 'software' para estúdios de Hollywood

Português cria 'software' para estúdios de Hollywood
© IP Leiria
O português Nuno Fonseca desenvolveu uma nova tecnologia áudio que está, neste momento, a ser testada em seis estúdios de cinema de Hollywood, nos EUA. O 'software' tem capacidade para lidar com milhares e até milhões de sons em simultâneo, sendo vocacionado para grandes produções cinematográficas.
 
A solução criada por Nuno Fonseca, docente na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) do Instituto Politécnico de Leiria (IP Leiria), utiliza sistemas de partículas, uma técnica bastante utilizada na área da imagem, em especial em efeitos visuais e computação gráfica, que, assim, é aplicada à área do som.
 
"Atualmente, se for preciso realizar uma cena de guerra com 10.000 soldados, o 'sound designer' irá, provavelmente, criar de forma manual algumas dezenas de pistas de áudio para tentar recriar o som ambiente. Com esta nova tecnologia, o computador consegue criar e gerir milhares de sons em simultâneo, conseguindo um resultado muito mais realista e com muito menos trabalho", exemplifica o português em comunicado enviado ao Boas Notícias.
 
Segundo Nuno Fonseca, o 'software' distingue-se também pela capacidade de tirar partido dos sistemas mais recentes de som para cinema, como o Dolby Atmos ou o Auro-3D, alguns dos quais ainda não chegaram às salas de cinema portuguesas.
 
Atualmente, a tecnologia está a ser testada nos prestigiados estúdios 20th Century Fox, Disney, Paramount Pictures, Sony Pictures, Universal e Warner Bros, em Hollywood, bem como de outras organizações como a Playstation Santa Monica Studios, a BBC, a Turner Broadcasting, a RadioFrance e a Universidade de Stanford, nos EUA.

Português divulgou o seu novo 'software' nos EUA
 
Nuno Fonseca divulgou a sua nova aplicação nos Estados Unidos, onde deu várias palestras na Paramount Pictures, na 20th Century Fox e na Universal, em Los Angeles, e participou já em reuniões com executivos e profissionais de outros estúdios.
 
Na sua visita aos EUA, o docente do IP Leiria passou pelos famosos Pinewood Studios, nos arredores de Londres, onde foram gravados os filmes da saga “Harry Potter” e “007”, e onde está, nest momento, a ser rodado o novo filme da “Guerra das Estrelas”.

Nestes estúdios, conta o IP Leiria, apresentou a tecnologia inovadora aos diversos elementos da equipa de pós-produção áudio, incluindo Glenn Freemantle, vencedor do Óscar para melhor "Sound Editing" do ano passado, com o filme "Gravidade".
 
De salientar, porém, que estes não são os primeiros contactos de Nuno Fonseca com indústria cinematográfica internacional. O português já colaborou, por exemplo, diversas vezes com a empresa Eastwest, de Los Angeles, ao criar um 'software' que permite colocar o computador a cantar como um coro sinfónico, utilizado por diversos compositores de bandas sonoras de cinema, de TV e de jogos de todo o mundo. 
 
Nuno Fonseca dá aulas no departamento de Engenharia Informática da ESTG/IPLeiria e coordena, igualmente, a nova licenciatura em Jogos Digitais e Multimédia daquela instituição. É ainda professor convidado da Escola Superior de Música de Lisboa e membro do “Technical Committee on Sound for Digital Cinema & Television” da Audio Engineering Society, e membro da Society of Motion Pictures & Television Engineers.

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Blur - Song 2

Guia da Nutrição: Quiche - boa, má ou vilã?

Guia da Nutrição: Quiche - boa, má ou vilã?
Muitas vezes as quiches podem ser confundidas com uma refeição saudável e pouco calórica. Quem já não já não preferiu optar por uma sopa e uma fatia de quiche só porque o recheio era aliciante e aparentemente 'light'?

por Lillian Barros, nutricionista clínica
 

Pois bem a quiche é o que costumo chamar de "lobo em pele de cordeiro". Parece realmente muito inofensiva mas é uma pequena bomba calórica.

Percebo - em contexto de consulta mas também atráves das redes sociais onde partilho dicas, sugestões e receitas - que por vezes a imaginação para cozinhar algo saudavel e saboroso é a grande limitação de quem procura tornar-se mais fit e por isso faço questão de inspirar quem me segue.

As dúvidas e os mitos alimentares continuam a existir e é importante percebermos as limitações de algumas receitas e as potencialidades de alguns ingredientes. 
 
Uma quiche tradicional leva massa folhada ou quebrada (cheia de gorduras e de má qualidade, sobretudo quando comprada pré-feita), natas, por vezes bacon, para não falar de outros ingredientes pouco recomendados para um consumo diário, muito menos para quem pretende perder peso.
 
O que venho desta vez partilhar é uma receita quiche "aldrabada" (claro!), onde retiramos estes ingredientes hipercalóricos, mantendo os sabores desta refeição simples, leve e prática, que pode levar consigo para o trabalho ou preparar para um jantar em que não quer ter trabalho mas sem prescindir de todo o sabor.

Não podemos esquecer que este fim de semana chegou a primavera e que logo a seguir vem o verão. O calor e as roupas curtas estão aí mesmo mesmo a bater à porta e para manter a linha não precisa de passar fome, apenas de escolher os ingredientes certos.
 
A quiche é fácil de fazer e está sempre pronta a servir, quente ou fria, como preferir. Basta ter ovos em casa e uma lista de ingredientes baixos em gorduras e calorias. Com eles poderá fazer uma quiche no forno, com os sabores que mais aprecia. Perfeito para quem deseja perder uns quilinhos ou simplesmente manter uma dieta saudável e um peso estável.
 
Deixo uma sugestão de receita que pode fazer ao almoço como refeição principal ou a seguir à sua sopa de legumes sem batata à hora do jantar. 
 
QUICHE VERDE ALDRABADA
 
INGREDIENTES:
 
- 5-6 claras
- 2 gemas
- 1 mão cheia de espinafres (folha)
- 1 iogurte natural magro sem açucar
- 3 cogumelos frescos laminados
- 1 fatia de fiambre de aves (pedir uma fatia mais grossa e cortar em pequenos cubinhos)
- 5 tomates cherry ou tomate secos Outros Montes
- 2 tiras de pimento vermelho/verde/amarelo
- Sal e pimenta q.b.
- Açafrão q.b.
- Ervas aromáticas a gosto (manjericão, salsa, orégãos ou coentros)
 
PREPARAÇÃO:
 
1. Parta os ovos para um recipiente, rejeitando as gemas (mantenha apenas 2 das 6 gemas ou prepare uma quiche só de claras).
2. Bata os ovos com uma pitada de sal, pimenta preta e açafrão a gosto.
3. Junte os espinafres e triture com uma varinha mágica.
4. Lamine os ingredientes para rechear a sua quiche.
5. Coloque os ingredientes na forma de silicone ou forma de outro material, desde que anti-aderente e preencha com os ovos batidos.
6. Leve ao forno pré-aquecido a 180º C até ficar cozinhado.
7. Desenforme e sirva em fatias individuais.

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