terça-feira, 30 de junho de 2015

Erasure - A Little Respect

Culture Club - Karma Chameleon

Santa coca: Papa vai mastigar folhas quando visitar a Bolívia

Video: Ryan Briscoe sobrevive a grande acidente após colisão com Hunter-Reay na IndyCar

Vídeo: Os ratos que salvam vidas em África

Vídeo: Comboio descarrila e espalha pânico em estação na Índia

Facebook: 26 milhões com filtro de apoio à comunidade LBGT

segunda-feira, 29 de junho de 2015

L7 - Pretend We're Dead (Live The Word 1992)

Vídeo: Atriz pornográfica levanta… avião e deixa pilotos loucos

Fisco penhora empregado de mesa, o prato e a sobremesa

Sementes de melancia fazem bem, diz nutricionista

Sementes de melancia fazem bem, diz nutricionista
As sementes estão na moda. Altamente nutritivas e ricas em fibra, as sementes já fazem parte da dieta de muitos portugueses. Mas na hora da melancia, as pepitas pretas vão para o lixo. E não deviam porque além de reforçarem a dose de fibra que ingerimos são uma importante fonte de proteínas e minerais.
 
Os benéficos da melancia já estão comprovados em vários estudos: sabe-se pelo menos que ajuda os músculos a recuperarem após um exercício físico intenso e também contribui para reduzir a tensão arterial.  
 
Mas a nutricionista espanhola  Cristina Lafuente Gómez vai mais longe e recomenda mesmo o consumo dos caroços da melancia. "As sementes da melancia são ricas em nutrientes", afirma a especialista num artigo divulgado esta semana pelo jornal El País.
 
"A sua composição de magnésio (515 mg / 100 g) e oligoelementos como o zinco (10,2 mg / 100 g) e o magnésio (1,6 mg / 100 g) é especialmente relevante", explica Cristina Gómez, acrescentando que estas sementes tantas vezes desprezadas são também ricas em proteínas e gorduras poli-insaturadas (28,1 g/100 g).
 
A nutricionista salienta também que comer as sementes desta fruta tão apreciada no Verão "ajuda a manter a massa muscular e a regular o colesterol".
 
Cristina Lafuente avisa, contudo, que só se deve comer um punhado destas sementes por semana e as mesmas devem ser trituradas ou tostadas já que o exterior (casca) destas pevides é muito indigesto e pode agredir o estômago.

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Emprego na deficiência: Todos somos válidos

sábado, 27 de junho de 2015

Live - Dolphin's Cry

O seu carro pode tornar-se numa estrela de publicidade

Vídeo: Hulk dispara, guardião entra pela baliza e fura a rede

27 de junho, nasce Helen Keller, a mulher que viu para além da cegueira

Cozinha do futuro ajuda a fazer comida e poupa energia

Portuguesa deteta cancro de pâncreas no sangue


© Universidade do Porto - Segundo o serviço de oncologia da CUF, todos os anos surgem em Portugal cerca de 500 casos novos de doentes com cancro do pâncreas
Uma simples análise ao sangue é suficiente para detetar cancro do pâncreas, um tipo de tumor difícil de diagnosticar e que resulta numa elevada mortalidade. A nova técnica foi desenvolvida por uma equipa liderada pela portuguesa Sónia Melo, da Universidade do Porto.

Sónia Melo, licenciada em Bioquímica pela Universidade do Porto, desenvolveu o seu estudo no Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da mesma universidade (Ipatimup), demonstrando que as células tumorais do pâncreas produzem exossomas que possuem a proteína glypican-1 (GPC1).

O estudo revela que a deteção de exossomas positivos para a proteína GPC1, que circulam no sangue de pacientes com cancro do pâncreas, serve para diagnosticar a doença, de forma não invasiva. Esta ferramenta permite detetar fases iniciais de cancro do pâncreas, uma vez que basta uma simples análise de sangue, permitindo um diagnóstico mais precoce.

Sónia Melo conseguiu verificar que através da presença de exossomas com esta proteína no sangue é possível distinguir indivíduos sem doença ou com doença benigna do pâncreas, de doentes com cancro de pâncreas.

Os exossomas são nanovesículas produzidas por todas as células do corpo humano, que contêm em si mesmas, material genético e molecular, que representam as células que lhe deram origem. Depois de serem produzidas, estas nanovesículas podem ser libertadas na circulação sanguínea, chegar a órgãos distantes e alterar as células desses órgãos, explica o comunicado da Universidade do Porto.

Durante a investigação liderada por Sónia Melo, intitulado "Glypican-1 identifies cancer exosomes and detects early pancreatic cancer", publicada na revista "Nature", foi possível demonstrar, através de uma experência com ratinhos de laboratório, que a deteção de exossomas positivos para GPC1 se correlaciona com a presença de lesões pancreáticas iniciais, não detetáveis por ressonância magnética.

Este ano a investigadora da Universidade do Porto já foi distinguida pela L'Oréal Portugal, que lhe atribuiu uma medalha na 11ª edição do evento "Medalhas de Honra L'Oréal Portugal para Mulheres na Ciência", devido ao seu estudo realizado sobre os exossomas e a sua aplicação no surgimento de novas maneiras de diagnosticar e tratar o cancro, não tão invasivas como as convencionais.

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Coldplay - Yellow

The Verve - Gravity Grave

Carro 'caranguejo' cabe em qualquer cantinho

Jovens criam preservativo que deteta doenças sexuais


© TeenTech
Um grupo de adolescentes britânicos criou um preservativo que muda de cor quando deteta alguma doença sexualmente transmissível.

Os estudantes da Isaac Newton Academy criaram um preservativo, à primeira vista convencional, mas que tem a capacidade de detetar, durante a relação sexual, doenças sexualmente transmissíveis (DST). Quando isso acontece, o preservativo muda de cor para alertar os utilizadores.

O inovador produto foi batizado de S.T. Eye e tem como principal função combater as crescentes taxas de infeção provocadas pelas DSTs.

"Criámos o S.T.Eye como uma nova forma de deteção de DST, para tornar o o futuro da próxima geração melhor. Acreditamos que vamos fazer com que as pessoas ajam de uma forma muito mais responsável", diz Daanyaal Ali, de 14 anos.

O preservativo S.T. Eye contém, em si mesmo, uma camada de moléculas que ficam fluorescentes quando entram em contacto com bactérias ou vírus associados às DSTs, como por exemplo, sífilis, clamídia, herpes genital e Papiloma Vírus Humano (HPV).

Se for detetado herpes, o preservativo ficará amarelo, se for detetada sífilis ficará azul, se for clamídia, ficará verde e no caso do Papiloma vírus humano (HPV), o preservativo ficará roxo.

Este ano, o preservativo S.T. Eye venceu o Prémio TeenTech na categoria de Saúde, num concurso que consiste em distinguir jovens entre os 11 e os 16 anos que tenham construído, em equipa, projetos inovadores.

Neste momento, o grupo de adolescentes já foi abordado por um fabricante de preservativos, garante o site oficial da TeenTech, de forma a estudar a comercialização do produto.
boasnoticias.pt

IBM dá 15 mil euros a português 'génio' da computação


Dar a máquinas e computadores as competências visuais dos humanos, para depois aplicar essas capacidades em áreas como a navegação e o mapeamento de território, é a aposta do investigador Ricardo da Silveira Cabral. O jovem açoriano, acaba de receber 15 mil euros da IBM para avançar na sua investigação.

Ricardo da Silveira Cabral foi distinguido com o Prémio Científico IBM 2014 pelo trabalho que tem desenvolvido na área da computação cognitiva e da visão computacional. O prémio IBM celebra nesta edição os seus 25 anos.

O investigador, que neste momento se encontra a trabalhar nos laboratórios da Apple, é um açoriano de 29 anos, doutorado em Engenharia Electrónica e de Computadores através do programa conjunto entre o IST e a Carnegie Mellon University, em Pittsburgh (EUA), refere o Instituto Superior Técnico em comunicado ao Boas Notícias.
 
Através do seu trabalho desenvolvido na área da visão computacional, com o título "Unificação de modelos low-rank para problemas de aprendizagem visual", o português tem contribuído para a aproximação entre os computadores e os humanos.  

Duas estratégias de aprendizagem numa só 
 
"Estudámos modelos de aprendizagem "low-rank", que procuram a explicação mais simples possível para um conjunto de dados. No problema de aprendizagem "low-rank" existem dois modelos principais propostos, um tradicional que foi descoberto há 30 anos, e outro que foi recentemente proposto como um substituto há 5 anos. Neste trabalho, descobrimos um modelo que engloba as duas estratégias e permite unificar as vantagens de ambos", explicou o vencedor.
 
O projeto procura, assim, contribuir para que haja uma melhoria dos resultados em aplicações da área da visão à robótica, arquitetura, realidade virtual, efeitos especiais ou navegação e mapeamento de território.
 
No dia 20 de Junho, o júri do Prémio Científico IBM, constituído por um grupo de elevado prestígio nacional e internacional, decidiu premiar o trabalho de Ricardo da Silveira Cabral, com o prémio de 15 mil euros.
 
O Prémio Científico IBM existe desde 1990 e tem como fim último distinguir trabalhos nos mais diversos domínios do conhecimento, aplicados às Ciências da Computação, servindo de motivação aos jovens investigadores, como é o caso de Ricardo da Silveira Cabral.

boasnoticias.pt

Judo: Telma Monteiro sagra-se campeã da Europa


© Comité Olímpico
 É a nona medalha para Portugal nestes Jogos Europeus, a terceira de ouro, a que se juntam mais quatro de prata e duas de bronze. Telma Monteiro sagrou-se campeã da Europa de Judo, conquistando o mais alto lugar do pódio nos Jogos Europeus na categoria de -57Kg.

A segunda medalha feminina para Portugal foi conquistada esta quinta-feira, em Baku, por Telma Monteiro. O judo entrou em competição, com o interesse acrescido de se disputaram simultaneamente os Jogos Europeus e o Campeonato da Europa desta modalidade, razão pela qual os melhores judocas europeus se encontram em Baku.

Telma Monteiro fez uma final de campeã frente à 11.ª do mundo, a húngara Hedvig Karakas. Bastou 1 minuto e 49 segundos para a conquista do Ouro.

Depois de um Waza-ari ao fim de um minuto e meio de combate, prosseguiu uma sequência de ataques implacáveis que culminaram num Ippon, menos de trinta segundos depois do Waza-ari. Numa fantástica projeção da húngara, que conseguiu virar-se antes de tocar no chão, seguiu-se uma chave de braço, que garantiu a vitória a Telma Monteiro.

"É uma medalha muito especial, primeiro porque são os primeiros Jogos Europeus, e depois porque ser pentacampeã europeia não podia ter acontecido em melhor momento pois aqui juntavam-se duas competições. É por isso um orgulho conseguir esta conquista para Portugal e uma benção ser a pessoa que o conseguiu. Por isso não posso esquecer todas as pessoas que trabalham comigo e os que aqui estiveram a apoiar-me", diz Telma num comunicado do Comité Olímpico.

Com esta conquista, Telma Monteira mantém a liderança do raking mundial -57kg, sendo a melhor judoca portuguesa que o país já teve.  Em 11 presenças nos Europeus de Judo, Telma Monteiro soma assim 11 medalhas: cinco de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

A conquista do ouro da melhor judoca portuguesa conduz Portugal para o 16.º lugar do medalheiro em Baku, com 9 medalhas arrecadadas durante a competição que começou no dia 12 e que verá o seu fim já no próximo dia 28 de Junho. 
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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Ville Valo feat. Natalia Avelon - Summer Wine

Chinesa compra 100 cães para os salvar da panela

Aurora Boreal rara registada a partir do Espaço


© Scott Kelly
No passado dia 22 de Junho, segunda-feira, uma aurora boreal rara iluminou os céus da América do Norte e Europa do Norte, proporcionado um verdadeiro espetáculo de luzes. Scott Kelly, um astronauta norte-americano, conseguiu capturar imagens surpreendentes desse momento.

O astronauta capturou imagens inéditas a partir da Estação Espacial Internacional desta aurora boreal rara que resultou de três ejeções de massa coronal (ou seja, erupções da coroa solar).

Este fenómeno causou uma tempestade geomagnética que atingiu o campo magnético da Terra dando origem às famosas "luzes do norte", traduzidas numa explosão de cores mais intensas e roxas do que o habitual.

O astronauta Scott Kelly aproveitou a vista privilegiada da Estação Espacial Internacional para registar o momento em fotografias e num vídeo que partilhou no seu Twitter pessoal.

Na legenda do post de Scott Kelly pode ler-se: "Eu não acredito que vá ver alguma coisa parecida algum dia", deixando transparecer a consciência, por parte do astronauta, de que aquele era um fenómeno único.

Para além das imagens e do vídeo captado por Scott kelly, o fotógrafo e programador Jeff McGrath também conseguiu capturar imagens do fenómeno, em Utha (EUA).

O fotógrafo, que segue os alertas de auroras boreais há vários anos, confessa que foi a primeira vez que conseguiu ver este fenómeno a olho nu. "O céu ficou completamente iluminado", refere Jeff.


O fotógrafo conseguiu captar com a sua câmara fotográfica cores que só um dispositivo fotográfico pode alcançar, uma vez que a visão humana é limitada relativamente à perceptibilidade das cores.

Jeff MaGrath estima que o fenómeno tenha durado cerca de 20 a 30 minutos antes de se dissipar por completo.  "Foi simplesmente fantástico", confessa o fotógrafo.

Apesar da tempestade geomagnética ainda estar ativa, já não é tão provável que se consiga observar o fenómeno novamente.

boasnoticias.pt

Viseu: Família com quatro cancros vai receber casa


A história de uma família portuguesa de cinco pessoas em que quatro - a mãe, o pai e dois filhos - têm cancro e que estava à beira de ficar sem teto está a desencadear uma enorme onda de solidariedade por todo o país. A melhor notícia chegou da parte do município de Viseu, onde residem, que anunciou ir assegurar-lhes uma nova casa.
 
O caso foi avançado, no domingo, pelo Jornal de Notícias (JN) e chamou, de imediato, a atenção dos portugueses, que se uniram através do Facebook para saber como ajudar e têm contribuído com donativos para a conta da família.

"Recebi muitos telefonemas de gente que quer ajudar", disse Fátima Galega, de 39 anos, que está a recuperar de um cancro estomacal, àquela publicação.
 
À semelhança de Fátima, também o marido, de 57 anos, um filho de 14 e uma filha de nove anos têm cancro. Devido à doença, o casal, que vive em Vildemoinhos, distrito de Viseu, acabou por perder os dois empregos, o que levou à acumulação de rendas em atraso pela necessidade de dar prioridade à alimentação.
 
"Tenho três meses de renda em atraso, porque precisamos do dinheiro para comer, mas já fomos ameaçados de despejo", confessou Fátima Galega, em entrevista exclusiva ao JN.
 
A história comoveu a população portuguesa, mas não foram apenas os cidadãos a manifestar vontade de apoiar a família. De acordo com o jornal, a autarquia de Viseu anunciou que está à espera que seja concluído um bloco de apartamentos de habitação social no bairro municipal para atribuir uma casa a Fátima, ao marido e aos filhos.
 
O JN adianta ainda que "fonte oficial do município" assegurou já ter pago "rendas à família em 2014" e que, já este ano, este apoio foi, igualmente, prestado pela Cáritas e Segurança Social, que têm também ajudado a pagar medicamentos e transportes.
 
A câmara viseense revelou, igualmente, que "a Cáritas fornece uma das refeições diárias" e que "as conferências de São Vicente de Paulo contribuem com bens alimentares". 

boasnoticias.pt

Vinho tinto ajuda a transformar gordura "má" em "boa"


Beber vinho tinto (com moderação, claro) pode ajudar a controlar o peso. A conclusão é de um novo estudo norte-americano, que revela que um composto presente nesta bebida alcoólica e em várias frutas como as uvas, as framboesas ou as maçãs é capaz de transformar o excesso de gordura branca - a chamada gordura "má" - em gordura bege, que queima calorias.
 
De acordo com uma equipa de investigadores da Washington State University, nos EUA, esta descoberta pode significar o desenvolvimento de novas estratégias para a prevenção e o tratamento da obesidade, corroborando estudos prévios que apontavam para uma capacidade protetora do composto em causa, o resveratrol, contra esta doença.
 
Trata-se de um polifenol, ou seja, um tipo de antioxidante, que, além de presente no vinho tinto, é fácil de encontrar na maioria das frutas, em especial os mirtilos, os morangos, as framboesas, as uvas e as maçãs. Cerca de duas ou três porções diárias, revelam os cientistas, são o suficiente para evitar chegar a um peso excessivo.
 
"Usámos o resveratrol como um 'representante' de todos os outros polifenóis. Estamos a estudá-lo na sua forma pura para sermos consistentes com um estudo que saiu há 20 anos na revista científica 'The Lancet' e que mostrava que o resveratrol no vinho tinto tinha efeitos benéficos", explica, em comunicado, Min Du, um dos autores da nova investigação.

Composto "trava" o aumento excessivo de peso
 
No âmbito do estudo, Du e os colegas alimentaram um conjunto de modelos animais (ratinhos adultos) com uma dieta rica em gorduras, administrando-lhes, também, resveratrol em diferentes quantidades.
 
Aqueles que receberam o composto numa quantidade equivalente a duas a três porções de fruta por dia (para humanos) "ganharam cerca de 40% menos peso do que os do grupo de controlo", revelam os cientistas.
 
Os ratinhos cuja dieta continha resveratrol conseguiram, também, transformar a gordura branca que tinham em excesso no organismo em gordura bege, um tipo de gordura "ativa" que queima energia e cuja existência foi apenas descoberta há alguns anos. Até aí, os investigadores acreditavam que só havia duas "gorduras": a branca e a castanha.
 
Segundo Min Du, a gordura bege situa-se entre estas duas, sendo gerada a partir da gordura branca que, quando em excesso, pode ser prejudicial ao organismo. "O resveratrol é capaz de acelerar e melhorar esta conversão da gordura branca em bege e, em última instância, prevenir parcialmente a obesidade", afirma o investigador.

Benefícios da fruta são mais diretos que os do vinho
 
Min Du, cujo estudo foi publicado na revista científica Journal of Obesity, explica que "os polifenóis na fruta, incluindo o resveratrol, aumentam a expressão dos genes que melhoram a oxidação das gorduras absorvidas pela dieta de forma a que o organismo não fique sobrecarregado".
 
Estes compostos convertem, portanto, "a gordura branca em gordura bege, que elimina os lípidos sob a forma de calor, ajudando a manter o corpo em equilíbrio e prevenindo a obesidade e as disfunções metabólicas". 
Os investigadores chamam, porém, a atenção dos apreciadores de vinho tinto, já que as quantidades de resveratrol existentes na bebida são muito inferiores às que existem, por exemplo, nas frutas frescas, que são uma opção mais recomendável.
 
"O conteúdo polifenóico é o que é verdadeiramente importante. Acreditamos que é possível aumentar a ingestão total destes compostos através de um aumento direto do consumo de fruta", salienta Min Du, acrescentando que vinhos como o 'Merlot' ou o 'Cabernet Sauvignon' contém apenas uma fração do resveratrol e de outros compostos presentes nas uvas.
 
"Muitos dos polifenóis mais benéficos são insolúveis e acabam por ser filtrados durante o processo de produção do vinho", destaca o investigador, sugerindo aos consumidores que queiram acrescentar à dieta mais fibras e uma série de compostos bioativos que optem pela fruta com mais frequência.
 
Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).
boasnoticias.pt

Dor: Investigadores nacionais recebem 15.000 euros

Dor: Investigadores nacionais recebem 15.000 euros
A influência da dor na aprendizagem e na memória e a gestão e avaliação da dor em doentes com Alzheimer foram as duas investigações portuguesas premiadas pela Fundação Grünenthal. Cada grupo de investigadores recebeu um prémio de 7.500 euros.

Um dos dois prémios principais, no valor de 7.500 euros, foi atribuído a uma investigação que estabeleceu uma relação entre a dor prolongada e dificuldades de aprendizagem ou de memorização.

Hélder Cruz, Margarida Dourado, Clara Monteiro, Mariana Matos e Vasco Galhardo, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e do Instituto de Biologia Molecular e Celular, foram os autores do estudo.

"De futuro, estes resultados poderão ajudar a compreender como a dor interage com outros circuitos do cérebro de forma a reverter essas perturbações", acrescenta Hélder Cruz.

A investigação "Dor em Doença de Alzheimer: pesquisa de um biomarcador para solucionar o problema da sua subavaliação", foi premiada pela Fundação Grünenthal na categoria de Investigação Clínica. Miguel Castanho, Sónia Sá, Isaura Tavares e Sara Matos Santos foram os investigadores que integraram o estudo, galardoado também com um prémio no valor de 7.500 euros.

Esta investigação contribuiu para o estudo da substimação da Dor e consequente sofrimento em pacientes que sofrem de Alzheimer, sendo que estes têm em dificuldade em expressar-se relativamente àquilo que sentem, em comparação com indivíduos considerados saudáveis.

"É urgente conseguir um método de medir suscetibilidade à Dor que não passe apenas pela queixa do doente", refere Miguel Castanho, investigador principal do estudo vencedor na categoria de Investigação Clínica.

O investigador acrescenta, ainda, que o estudo em questão "identifica uma molécula analgésica que no futuro poderá contribuir para o entendimento da relação entre Dor crónica e Doença de Alzheimer, além de ser ela própria candidata a molécula que em análises clínicas pode servir de indicador objetivo de suscetibilidade à dor".

10 por cento da população com lombalgia crónica 

Para além dos prémios atribuídos a estes dois estudos a Fundação  Grünenthal atribuiu ainda uma menção honrosa ao trabalho "Lombalgia crónica: consumo de analgésicos e outros modeladores da dor na população adulta portuguesa - resultados de um estudo de base populacional (EpiReumaPt)" na área da investigação clínica.

A portuguesas Nélia Gouveia, autora do estudo, é  membro da Equipa EpiReumaPt/ Sociedade Portuguesa de Reumatologia e do Centro de Estudos de Doenças Crónicas da NOVA Medical School/Universidade Nova de Lisboa. O estudo revelou que cerca de 10.4% da população portuguesa sofre de lombalgia crónica, sendo que 71.4% são mulheres.

"Além dos aspetos referidos concluiu-se também que a lombalgia crónica é uma condição que provoca pior qualidade de vida e um grau elevado de incapacidade, em idades profissionalmente ativas o que, por consequência, afeta os níveis de produtividade dos indivíduos, podendo levar a reformas antecipadas, e acarreta também elevados consumos em saúde", explica a investigadora em comunicado enviado ao Boas Notícias.

Desde 1999 que a Fundação Grünenthal, instituição sem fins lucrativos que se interessa pela temática da dor e respetivo tratamento, atribui prémios a investigações que contribuem para o atenuar deste problema. Os prémios serão entregues numa cerimónia oficial que decorre dia 01 de Julho na Fundação Calouste Gulbenkian.


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quarta-feira, 24 de junho de 2015

HIM Wicked Game Official Video

Vídeo: Viu o Prolongamento na TVI? Não sabe o que perdeu

Vídeo: Alunos da China enfrentam fogo real nas simulações de incêndio

Boccia: Portugueses ganham cinco medalhas na Polónia


© FPDD
A Seleção Nacional de Boccia conquistou três medalhas de ouro e duas de bronze no World Open 2015 da modalidade que decorreu, recentemente, em Poznan, na Polónia. Os atletas portugueses chegaram ao pódio em todas as vertentes da competição, desde as provas coletivas (pares e equipas) às individuais.
 
As primeiras duas medalhas de ouro foram arrecadadas pelos pares BC3 (Armando Costa, José Macedo e Eunice Raimundo) e BC4 (Domingos Vieira, Pedro Clara e Carla Oliveira). Já em equipas, a equipa BC1-BC2 (António Marques, Abílio Valente, Cristina Gonçalves, Fernando Ferreira e João Paulo Fernandes) conquistou o primeiro bronze para Portugal
 
Na fase de grupos, o par BC3 somou duas vitórias, derrotando, primeiro, os Estados Unidos por 14-0 e, depois, a Rússia por 8-0. Embora perdendo com a Espanha (2-3), Portugal qualificou-se para os quartos-de-final no 1.º lugar do grupo, assegurando, posteriormente, a passagem às "meias" com um triunfo de 3-2 sobre a França.
 
Nas meias-finais, Armando Costa, José Macedo e Eunice Raimundo venceram a Suécia por 4-1 e à chegada à final derrotaram a atual campeã paralímpica, a Grécia, ganhando por 3-2, revela a Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência (FPDD), em comunicado.
 
O par BC4 assegurou, também, o 1.º lugar no seu grupo. Após ter ganho o primeiro jogo por falta de comparência de Macau e derrotado a Hungria por 9-0, Portugal passou, diretamente, às meias-finais graças a uma desqualificação da Grécia motivada por procedimentos regulamentares incorretos.
 
O par composto por Domingos Vieira, Pedro Clara e Carla Oliveira venceu, então, a Rússia, "um opositor muito difícil", por 3-2 nas "meias", saltando para a final, onde, com uma "concentração, consistência de jogo e estratégia irrepreensíveis", venceu o Canadá (5.º do 'ranking' mundial) por 4-1, obtendo, além da medalha, pontos importantes para a qualificação portuguesa para os Jogos do Rio 2016.
 
A equipa BC1-BC2, por seu lado, conseguiu duas vitórias, primeiro sobre a Polónia, por 8-3, e, depois, sobre a Espanha (6.ª do 'ranking'), por 7-4, qualificando-se em primeiro lugar para os quartos-de-final, em que levou de vencida a Eslováquia por 4-3. Nas meias-finais, a equipa "defrontou um Japão super motivado", que tinha acabado de eliminar a atual n.º 1 do 'ranking' (Grã-Bretanha) e que derrotou Portugal por 8-5.
 
Na disputa do 3.º lugar, Portugal venceu a Rússia por 6-2, terminando o torneio "com uma prestação muito positiva" e a primeira medalha de bronze nacional.

Duas medalhas nas competições individuais
 
As duas outras medalhas nacionais - uma de ouro e uma de bronze - obtidas no Boccia World Open 2015 foram conquistadas nas competições individuais por Domingos Vieira (BC4) e José Macedo (BC3), respetivamente.
Na competições de BC4, Domingos Vieira venceu, na final, a canadiana Alison Levine por 7-2, depois de ter derrotado nas meias-finais o brasileiro Marcelo Santos (3-2).
 
Em BC3, José Macedo conquistou a medalha de bronze através de uma vitória por 3-2 perante o britânico Scott McCowan. Nas meias-finais, acabou por ser eliminado pelo grego Grigorios Polychronidis, atleta que viria a vencer a prova.
 
A participação de Portugal no Open, que contou com a participação de 143 provenientes de 31 países, saldou-se num total de cinco medalhas.

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Portugueses avançam no tratamento da fibrose quística


Equipa responsável pela descoberta foi liderada pelo investigador Paulo Matos (na foto). © Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge
Uma equipa de investigadores portugueses do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e do BioISI da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa acaba de anunciar a descoberta de uma forma de melhorar em até sete vezes a eficácia de um medicamento que, em breve, vai passar a ser utilizado no tratamento da fibrose quística, uma doença genética rara.
 
A descoberta, publicada na revista científica internacional Sience Signaling, onde foi capa, foi feita quando a equipa, liderada por Paulo Matos, investigador do Departamento de Genética Humana do Instituto Ricardo Jorge, estudava o mecanismo molecular do gene responsável pela doença.
 
Em causa está o gene CFTR, que "codifica uma proteína transmembranar que regula a hidratação e a viscosidade do muco nas vias respiratórias", revela o instituto português em comunicado.
 
 "Ao estudarmos o mecanismo molecular que mantém a proteína CFTR na superfície das células, descobrimos uma maneira de melhorar até sete vezes o resgate funcional do canal CFTR mutante, mediado pelo medicamento lumacafator, aumentando assim a eficácia deste fármaco, que está prestes a ser comercializado para o tratamento desta doença", conta o cientista.
 
A fibrose quística é uma doença genética rara, de evolução progressiva, que se caracteriza pela disfunção das glândulas exócrinas. Devido a uma anomalia no funcionamento das trocas de água e sal, são produzidas secreções mais espessas do que o normal que provocam obstruções a vários níveis do organismo.
 
Apesar dos avanços nos tratamentos dos sintomas e infeções, ainda não existe cura para esta doença e a maioria dos seus portadores acaba por morrer entre os 20 e 40 anos, geralmente por insuficiência respiratória.

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Lisboa reforça apoio a refugiados


Para assinalar o dia 20 de Junho, Dia Mundial do Refugiado, a Câmara Municipal de Lisboa assinou, dia 22, um protocolo com o Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS), a fim de garantir um maior apoio aos refugiados que chegam à cidade.
 
A cedência de espaços municipais para a habitação das populações refugiadas, o acesso a serviços e equipamentos da CML para atividades, a concertação de ações e eventos a desenvolver com vista à promoção da integração das populações refugiadas e o desenvolvimento de iniciativas de formação e educação são algumas das áreas a reforçar.

Formação, trabalho e reconhecimento de competências

Entre os ?esforços da autarquia? está ainda definido que ?esta acolherá em situação da formação prática e contexto de trabalho ou estágios, os utentes, jovens e adultos, enviados pelo JRS, em função da sua disponibilidade e capacidade técnica? e que apoiará no diagnóstico das qualificações dos refugiados e dará início ao processo de reconhecimento e validação de competências escolares e profissionais.
 
Este protocolo, rubricado pelo vereador dos Direitos Sociais, João Afonso, e o presidente da JRS, André Jorge, realça o trabalho que a CML tem desenvolvido junto dos refugiados através do Programa Nacional de Reinstalação em Portugal e ao qual a autarquia aderiu em dezembro de 2014.
 
Lisboa tem tido um papel fundamental no que toca a este tipo de questões, uma vez que tem tentado inovar e cumprir o Programa Nacional de Reinstalação em Portugal, ao qual a autarquia aderiu em Dezembro do ano passado, sendo a única autarquia no país que dá apoio, por exemplo, a crianças refugiadas, salienta a autarquia numa nota enviada à imprensa.

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terça-feira, 23 de junho de 2015

Love and Theft - Angel Eyes

Casal que leva tudo demasiado à letra /Luís Filipe Borges/ 5 Para a Meia Noite

66 pessoas numa prancha surfam a onda do Guinness

"Skinny jeans" apresentam riscos para a saúde

Chão inteligente português localiza peões e objetos



© Universidade de Aveiro - A tecnologia foi pensada também para ser utilizada em bengalas para cegos funcionando como ?copilotos? dos utilizadores
Um novo "chão inteligente", desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro, tem sensores incorporados no revestimento que permitem saber, a cada momento, a localização exata de quem o pisa.

Em hospitais, aeroportos, centros comerciais, por exemplo, bastaria apenas um clique no smartphone para o peão saber onde está e visualizar, no écran, o caminho que teria de percorrer até ao destino desejado. A tecnologia foi pensada também para ser utilizada em bengalas para cegos funcionando como 'copilotos'  dos utilizadores.

O segredo, explica a Universidade de Aveiro num comunicado enviado ao Boas Notícias, está nos retransmissores de RFID colocados nos ladrilho. "O sistema usado é equivalente ao dos sistemas de acesso a edifícios ou nos transportes públicos", refere Ricardo Gonçalves, o responsável da investigação.

No entanto, acrescenta o investigador, "no chão inteligente é o dispositivo leitor que se move, enquanto que os tags [os cartões de acesso RFID] estão estáticos pois são dispositivos totalmente passivos, que não dependem de nenhum tipo de bateria para funcionar".

Assim, "ao embeberem-se os tags no chão estes não requerem manutenção nem trocas de bateria, o que se podia revelar uma tarefa difícil ao ponto de inviabilizar a aplicação desta tecnologia".

A energia é enviada para os tags, através do leitor, quando este se encontra por cima do "chão inteligente". Esta transferência de energia é feita mediante indução magnética, em que o leitor gera um campo magnético através de uma bobine, que em torno do tag, capta e transforma em eletricidade.

Por sua vez, esta corrente tem como função alimentar o 'tag' durante o tempo da operação, que durará uns milisegundos, e que são suficientes para enviar a mensagem com o respetivo número de identificação para o leitor.

Desta forma o pavimento inteligente fica preparado para reecaminhar os dados através de comunicações de rádio para um computador ou telemóvel.

Isto "pode ser especialmente útil para serviços de localização de pessoas e objetos com a precisão de alguns centímetros", especialmente em cenários onde a navegação seja mais difícil, refere Nuno Borges Carvalho, investigador e orientador do Doutoramento de Ricardo Goonçalves, o responsável do projeto.

"Pode ser utilizado por cegos para melhor navegarem em sítios públicos, em lares de terceira idade ou numa casa normal onde os habitantes queiram criar interações como entrar na sala e a luz desse compartimento ligar-se automaticamente", diz o investigador, referindo-se às diversas aplicações que este chão inteligente pode vir a ter.

Para além disso, os investigadores da Universidade de Aveiro garantem que esta tecnologia é barata e fácil de ser aplicada nos revestimentos, adiantando que pretendem fazer parcerias com a indústria cerâmica de forma a poder comercializar esta solução.   
boasnoticias.pt

Nova dieta afasta doenças e atrasa envelhecimento


© University of Southern California
Praticar, uma vez por mês, uma dieta baixa em calorias ajuda a atrasar o envelhecimento e afasta o risco de doenças cardiovasculares ou diabetes. A conclusão é de um estudo da University of Southern California publicado este mês no jornal 'Cell Metabolism'.

A dieta testada pelo investigador Valter Longo, da University of Southern California (EUA), foi aplicada em ratinhos e em humanos. A dieta - baseada no conceito FMD (fast metabolism diet) - simula o jejum já que impõe uma redução de calorias na ordem dos 34 a 53 por cento, apostando num aumento do consumo de proteínas e micronutrientes.

Este jejum mensal simulado provoca a diminuição da hormona IGF-I, que é necessária, na juventude, para o processo de crescimento mas que também promove o envelhecimento e tem sido associada a uma maior susceptibilidade de ter cancro.

Os testes em ratinhos demonstraram que esta dieta baixa em calorias, aplicada durante 4 a 5 dias uma vez por mês, aumenta a esperança de vida, reduz a incidência de cancro, impulsiona o sistema imunológico, reduz as doenças inflamatórias, além de atrasar a perda de densidade mineral óssea, melhorando as capacidades cognitivas dos ratos mais velhos monitorizados no estudo.

Num ensaio piloto realizado a humanos, aplicou-se a mesma dieta em três ciclos (uma vez por mês, durante 5 dias), a 19 indivíduos. Para comparar os resultados, foi usado um grupo de control que não seguiu a dieta mas consumiu o mesmo número total de calorias por mês.

Os resultados demonstraram que, nos participantes que praticaram a FMD, os sinais de envelhecimento baixaram, bem como os factores de risco relacionados com diabetes, doenças cardiovasculares e cancro, sem apresentar efeitos adversos, diz o investigador Valter Longo num comunicado de imprensa.

"O jejum rigoroso é muito difícil de manter e também pode ser perigoso, foi por isso que desenvolvemos uma dieta complexa que consegue desencadear os mesmo efeitos no organismo", refere Edna M. Jones, professora de Biogerontologia  e Diretor do Instituto de Longevidade da University of Southern California (EUA). "Eu própria experimentei os dois métodos e o jejum através da dieta é muito mais fácil e seguro", acrescenta.

Ajuda na prevenção e no tratamento do cancro

Valter Longo demonstrou, através da dieta, que o jejum simulado pode ajudar a "matar à fome" as células cancerígenas, protegendo simultaneamente as células saudáveis e aquelas que fazem parte do sistema imunitário, uma vez que pode evitar que se chegue ao tratamento por quimioterapia.

"É uma espécie de reprogramação do corpo para que ele entre em modo de envelhecimento mais lento, mas também é capaz de rejuvenescê-lo através da regeneração provocada pelas células estaminais", disse Longo.

O especialista considera que para obter os benefícios desta dieta, um indivíduo normal não precisa de praticar a FMD mais do que uma vez de seis em seis meses. Pessoas obesas ou com outros problemas de saúde a dieta pode ser recomendada de duas em duas semanas.

"Se os resultados permanecerem tão positivos como os atuais, creio que esta dieta representará a primeira intervenção segura e eficaz para promover mudanças positivas associadas a longevidade, podendo ser recomendada por um médico", disse Longo.

Apesar dos efeitos positivos já demonstrados, os investigadores avisam que esta dieta não deve ser auto-aplicada sem antes consultar um médico, sobretudo no caso de pessoa com problemas de saúde como a diabetes.


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segunda-feira, 22 de junho de 2015

DEF LEPPARD - "Have You Ever Needed Someone So Bad" (Official Music Video)

"Joaquim Barreiro" - Pedro Fernandes - 5 Para a Meia Noite

Carro "voa" e aterra dentro de camião

Trampolins: Portugal soma 8.ª medalha nos Jogos Europeus


Ana Rente e Beatriz Martins foram as primeiras mulheres portuguesas medalhadas em Baku. © Comité Olímpico de Portugal
Portugal conquistou, no sábado, a sua 8.ª medalha na primeira edição dos Jogos Europeus, que estão a decorrer em Baku, no Azerbaijão. As ginastas portuguesas Ana Rente e Beatriz Martins garantiram o Bronze na prova de Trampolim Sincronizado Feminino, subindo ao terceiro lugar do pódio.
 
Depois do apuramento para a final no 6.º (e último) lugar decisivo de acesso à final, a dupla nacional apresentou-se em "grande nível, superando três pares concorrentes e terminando no 3.º lugar e a apenas uma décima da prata, conquistada pela França", conta, em comunicado, o Comité Olímpico de Portugal (COP), acrescentando que a Rússia foi a vencedora da modalidade.
 
As duas atletas portuguesas, que tinham somado 83.000 pontos nas eliminatórias, realizaram, na final, "uma série de nível elevadíssimo com uma qualidade técnica notável, conseguindo subir para o terceiro lugar graças a um exercício pontuado com 44.500 pontos", destaca o COP no mesmo documento.
 
Por serem uma dupla recém-formada, as ginastas tinham ambições realistas, mas as expetativas acabaram por ser amplamente superadas. "Só após o apuramento para os Jogos nos tornámos uma dupla. Por isso, o objetivo era prepararmo-nos e fazermos o melhor possível. Mas obviamente depois de estarmos na final começamos a pensar em conseguir algo mais", revela Beatriz Martins.
 
"É uma sensação ótima chegar aos primeiros Jogos Europeus e conseguir uma medalha. Ficamos a apenas uma décima do 2.º lugar, o que nos dá ainda mais motivação para continuar o bom trabalho", confessa, por outro lado, Ana Rente, salientando que é "um enorme orgulho" que ambas tenham sido "as primeiras mulheres [portuguesas] a conseguir uma medalha em Baku".
 
Com o 3.º lugar assegurado por esta dupla, Portugal aumentou para oito o número de medalhas nos Jogos Europeus de Baku 2015. Esta é a segunda medalha de bronze nacional, que se junta às quatro de prata e às duas de ouro já conquistadas pela representação portuguesa no Azerbaijão.

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Cérebro: Portugueses avançam no tratamento de tumores


Uma equipa de investigadores portugueses do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra (UC) acaba de anunciar o desenvolvimento de uma nova nanopartícula capaz de entregar moléculas terapêuticas a tumores cerebrais malignos e que poderá aumentar a eficácia da quimioterapia.
 
A nanopartícula foi criada no âmbito de uma investigação, liderada pela cientista Conceição Pedroso de Lima, do CNC, e realizada ao longo dos últimos quatro anos, que visou o desenvolvimento de uma nova terapia para o glioblastoma, uma forma altamente maligna de tumor cerebral que reduz a vida dos doentes para 12 a 15 meses após o diagnóstico.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias, Pedro Costa, primeiro autor do estudo, explica que a equipa conseguiu demonstrar que estas nanopartículas "entregam de forma eficiente às células tumorais pequenas moléculas terapêuticas (ácidos nucleicos que são macromoléculas localizadas no núcleo das células)".
 
Trata-se, explica o investigador cujo trabalho acaba de ser publicado na revista científica Journal of Controlled Release, de nanopartículas "compostas por moléculas de gordura (lípido) às quais se junta uma proteína que reconhece especificamente células cancerígenas".
 
"A entrega destas moléculas terapêuticas após administração intravenosa em ratinhos com glioblastoma, combinada com quimioterapia, resultou em significativa morte das células malignas e redução do tumor cerebral", congratula-se Pedro Costa (à direita).

Nanopartícula aumenta eficácia da quimioterapia
 
Segundo Conceição Pedroso de Lima, líder da investigação, as conclusões do estudo evidenciam que "uma das limitações no tratamento dos tumores cerebrais, que está relacionada com a dificuldade em entregar moléculas terapêuticas aos tumores, pode ser ultrapassada através da utilização de 'veículos de transporte' direcionados especificamente para os mesmos".
 
A criação desta nanopartícula é, portanto, "um passo importante", ainda que "inicial", no desenvolvimento "de uma abordagem terapêutica que se espera poder chegar a ensaios clínicos", afirma a cientista da UC.
 
De acordo com a investigadora, a "utilização das nanopartículas desenvolvidas" poderá, também, "contribuir para aumentar a eficácia da quimioterapia e reduzir os efeitos secundários associados" que, por norma, afetam os órgãos saudáveis durante o combate ao cancro.

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Vídeo: Gata recebe prémio por salvar vida de menino

domingo, 21 de junho de 2015

K's Choice - Not An Addict (European version)

Manic Street Preachers - Motorcycle Emptiness

Video: O susto de Gustavo Menezes na Fórmula 3 em Spa-Francorchamps

Vídeo: Divorciado leva partilha de bens à letra. E faz isto

Neste bordel, houve sexo grátis em protesto contra o Estado

21 de junho, nasce Bhutto, a mulher aclamada e morta pelos muçulmanos

Top Gear regressa para episódio final a 28 de Junho

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Nada de Nada -João Pedro Pais

Taekwondo: Português conquista ouro nos Europeus


© Facebook Federação Portuguesa de Taekwondo
O português Rui Bragança sagrou-se campeão absoluto dos Jogos Europeus, na modalidade de Taekwondo. O feito ocorreu esta terça-feira na competição que está a decorrer até dia 28 em Baku, capital do Azerbaijão.

Depois da equipa masculina de Ténis de mesa ter subido ao lugar mais alto do pódio, foi Rui Bragança quem alcançou o mesmo feito, arrecadando a segunda medalha de ouro para Portugal nos Jogos Europeus.

Rui Bragança, natural de Guimarães, disputou quatro combates no mesmo dia, sendo que o último estava inserido na final, estando em disputa o título de Campeão de Taekwondo dos Jogos Europeus.

Na final, o atleta português enfrentou o espanhol Jesus Tortosa Cabrera, num combate marcado pela constante vantagem do atleta português. Apesar do espanhol ter tentado "reentrar" na luta, a experiência de Rui Bragança falou mais alto, fazendo com que o jovem atleta português conseguisse vencer.

Com a conquista desta medalha de ouro, Portugal ocupa o 11º lugar no ranking dos países com mais medalhas ganhas, à frente de potências desportivas como o Reino Unido ou Itália. A competição terminará no próximo dia 28 e até agora Portugal já obteve medalhas em canoagem, ténis de mesa, tiro (pistola de ar comprimido) e taekwondo.

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Abacate pode ser o segredo para tratar a leucemia

Abacate pode ser o segredo para tratar a leucemia
© Light Imaging/Universidade de Waterloo
O segredo para o tratamento da leucemia mielóide aguda (LMA) pode estar nos abacates. Investigadores canadianos descobriram a existência, neste fruto, de um tipo específico de gordura que atua sobre as células estaminais da doença e que, no futuro, poderá aumentar a esperança de vida dos pacientes.
 
A descoberta foi feita por uma equipa da Universidade de Waterloo, no Canadá, que concluiu que este lípido - denominado "avocatina B" - pode ser utilizado para o desenvolvimento de um fármaco que aumente a sobrevivência e a qualidade de vida dos doentes com LMA.
 
"As células estaminais são as que, de facto, conduzem a doença e são largamente responsáveis pelo seu desenvolvimento e, muitas vezes, pelas reincidências", explica, em comunicado, Paul Spagnuolo, cientista daquela universidade e principal autor do estudo publicado, esta semana, na revista científica Cancer Research.
 
Segundo Spagnuolo, os investigadores fizeram "uma série de testes para determinar de que forma este novo fármaco funciona a nível molecular" e confirmaram "que o mesmo ataca, seletivamente, as células estaminais, deixando intactas as células saudáveis".
 
A equipa está, neste momento, à procura de parceiros comerciais que possam ajudar a iniciar ensaios clínicos com a "avocatina B", que, além de eliminar a verdadeira raiz da doença, tem um efeito "direcionado" que a torna menos tóxica para o organismo do que os tratamentos convencionais, destaca o investigador.
 
Embora alerte que será preciso esperar vários anos até à aprovação do composto para uso na oncologia clínica, Spagnuolo está já a realizar experiências para o preparar para um ensaio clínico de fase I, durante o qual os pacientes diagnosticados vão poder começar a ter acesso ao novo medicamento.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês). 

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Solução apaga emails enviados antes de serem lidos

Novo aparelho deteta doenças através da respiração



Aparelho pode tornar a deteção de doenças muito mais simples e rápida, facilitando o diagnóstico
Uma empresa japonesa desenvolveu o protótipo de um dispositivo capaz de detetar doenças através da respiração. De acordo com a companhia, o aparelho poderá, no futuro, tornar a deteção de diversas patologias muito mais simples e rápida, facilitando o diagnóstico.
 
A notícia é avançada pelo jornal nipónico Nikkei, citado pela agência de notícias EFE, que conta que esta solução inovadora está a ser desenvolvida pela empresa produtora de cristais de quartzo NDK - Nihon Dempa Kogyo, com sede no Japão, em colaboração com a Universidade de Kitakyushu, no mesmo país.
 
O dispositivo, que já conseguiu identificar, com sucesso, a presença de cirrose hepática em vários pacientes através da respiração (detetando vestígios de gás de amónia no organismo, um indicador da patologia), funciona graças a um conjunto de osciladores de quartzo cujos elétrodos estão cobertos com membranas "especiais".
 
Ao serem expostos ao ar expelido pelos indivíduos, os osciladores reagem e indicam se determinada substância está ou não presente no seu corpo. Segundo a NDK, o sistema é particularmente eficaz porque os cristais de quartzo têm "mais sensibilidade" na deteção de odores do que os semicondutores ou sistemas microeletromagnéticos utilizados noutros tipos de diagnóstico.
 
Neste momento, o protótipo necessita de um tempo de 20 minutos para recolher uma "amostra" da respiração dos pacientes com recurso a uma máscara e para, posteriormente, reduzir a humidade desta amostra e proceder à análise.
 
A empresa pretende, agora, estabelecer parcerias com fabricantes de equipamento médico para acelerar o processo e melhorar o sistema atual, em especial o funcionamento das membranas.

O objetivo, adianta a NDK, é "tornar possível para os pacientes respirar diretamente para os osciladores, permitindo um diagnóstico imediato".
 
De acordo com a companhia, o aparelho deverá, também, ser uma alternativa mais barata às ferramentas usadas, hoje em dia, para diagnóstico, já que a tecnologia tem o quartzo, um material comum e fácil de encontrar, como principal matéria-prima. 

boasnoticias.pt

quinta-feira, 18 de junho de 2015

The Cult - Painted On My Heart

Vídeo: A queda de Tânia Ribas de Oliveira em direto… grávida

Vídeo: 800 cabras vieram à cidade, na Califórnia

Chocolate pode prevenir AVC e ataque cardíaco


Benefícios parecem ser comuns ao chocolate preto e de leite, acreditam os cientistas
É uma boa notícia para os mais gulosos: o chocolate está associado a uma redução do risco de doenças cardiovasculares, podendo contribuir para prevenir, por exemplo, ataques cardíacos ou AVC's. A conclusão é de um novo estudo escocês, que revela que os benefícios são comuns ao chocolate preto e de leite.
 
Investigadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, analisaram um grupo de cerca de 21.000 homens e mulheres adultos que participaram num censo (o "EPIC-Norfolk Study") que está a acompanhar o impacto da dieta na saúde a longo-prazo baseando-se em questionários sobre alimentação e estilo de vida.
 
Os cientistas levaram ainda a cabo uma análise sistemática de todos os dados disponíveis a nível internacional acerca da associação entre o chocolate e a doença cardiovascular, envolvendo quase 158.000 voluntários, e concluíram que "um maior consumo de chocolate está relacionado com um menor risco futuro de eventos cardíacos", afirma, em comunicado, um dos principais autores do estudo, Phyo Myint.
 
Segundo o professor de Medicina, os resultados da investigação, publicados, recentemente, na revista científica "Heart", indicam que o chocolate de leite, muitas vezes considerado menos "saudável" que o chocolate preto, foi o mais consumido pelos participantes no estudo, pelo que os benefícios podem ser extensíveis a este tipo de guloseima.
 
"[Estas conclusões] podem sugerir que os benefícios não se devem apenas aos flavonóides [do chocolate preto], mas a outros compostos, provavelmente associados aos constituintes do leite, como o cálcio e os ácidos gordos", aponta o investigador, acrescentando que "não parece haver quaisquer evidências de que o consumo moderado de chocolate aumente o risco de doença cardiovascular".

Estudo não permite ainda "conclusões definitivas"
 
No âmbito do estudo, um maior consumo de chocolate apareceu associado a indivíduos com idades mais jovens, maior consumo energético e uma dieta com mais gorduras e hidratos de carbono e menos proteínas e álcool, observando-se, geralmente, em pessoas "com um perfil favorável em termos de risco de doença cardiovascular".
 
Segundo os especialistas, a investigação demonstrou que, "em comparação com os que não comiam chocolate, aqueles que ingeriam cerca de 100 gramas diários apresentavam um risco 11% inferior de doença cardiovascular e 25% menor de morte associada", bem como menos 9% de probabilidade de serem hospitalizados ou falecerem em consequência de doença arterial coronária.
 
"Um maior consumo de chocolate apareceu, também, associado a um risco 23% inferior de acidente vascular cerebral, mesmo quando foram tidos em conta outros fatores", acrescentam os investigadores em comunicado.
 
A equipa da Universidade de Aberdeen alerta, porém, que está em causa "um estudo observacional, pelo que não podem ser retiradas conclusões definitivas sobre causa e efeito", até porque os questionários, preenchidos pelos próprios voluntários, nem sempre são suficientemente precisos.
 
"O facto de aqueles com maior risco de doença cardiovascular ingerirem menos chocolate e alimentos que o contenham do que os mais saudáveis também pode ajudar a explicar os resultados", sublinham ainda.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).
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Crianças: Contacto com a Natureza melhora cognição


Há muito que os especialistas acreditam que o contacto com a Natureza desempenha um papel crucial no desenvolvimento do cérebro das crianças. Agora, um novo estudo internacional acaba de comprovar esta teoria, demonstrando que aquelas que crescem rodeadas de espaços verdes tendem a apresentar um melhor desempenho cognitivo.
 
Investigadores do Centre for Research in Environmental Epidemiology (CREAL), em Barcelona, Espanha, liderados por Payam Dadvand, quiseram testar a associação entre a maturação cognitiva e a exposição aos espaços verdes em casa, na escola e durante as viagens até aos dois locais.
 
Entre Janeiro de 2012 e Março de 2013, Dadvand e os colegas avaliaram, a cada três meses, as alterações cognitivas no cérebro de cerca de 2.600 crianças do ensino primário com idades entre os 7 e os 10 anos e residentes naquela cidade da Catalunha. Os resultados foram publicados, este mês, na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
 
Ao fim de um ano de estudo, os especialistas do CREAL constataram que um maior contacto com a Natureza quer dentro, quer fora da escola se traduzia "em melhores habilidades cognitivas e de manipulação e atualização da informação", contribuindo, também, para aumentar a concentração.
 
Segundo a equipa, os benefícios desta proximidade dos espaços verdes observaram-se "independentemente da etnia, educação materna ou emprego dos pais". "Descobrimos, também, que a poluição do ar causada pelo tráfego automóvel influencia negativamente (em 20% a 65%) a associação entre os espaços verdes e o desenvolvimento cognitivo", explica Dadvand, em comunicado.
 
De acordo com o investigador, "uma parte da influência dos espaços verdes no desenvolvimento cognitivo poderia ser mediada através do seu aumento, já que estes espaços ajudam a reduzir a poluição, problema que contribui, muitas vezes, para atrasar a progressão infantil".
 
Para Jordi Sunyer, outro cientista do CREAL que também participou no estudo, face ao enorme aumento dos processos de urbanização, "a expansão dos espaços verdes nas escolas pode conduzir a melhorias no desenvolvimento cognitivo das crianças do ensino primário, o que, em última instância, acabará por traduzir-se numa vantagem em termos de capital mental da população".

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês). 
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Cancro: Europa aprova nova vacina contra o HPV

Cancro: Europa aprova nova vacina contra o HPV
Nova vacina é eficaz na prevenção de sete tipos do vírus do papiloma humano
A Comissão Europeia acaba de autorizar a introdução do mercado de uma nova vacina contra o Vírus do Papiloma Humano (HPV, na sigla em inglês) destinada a homens e mulheres para prevenção de lesões pré-cancerosas e cancros que afetam o colo do útero, a vulva, a vagina ou o ânus.
 
O anúncio foi feito pela farmacêutica Sanofi Pasteur MSD, que vai distribuir, na Europa Ocidental, a vacina, que pode ser administrada a partir dos nove anos de idade e previne, também, o condiloma acuminado (as chamadas "verrugas genitais") causado por determinados tipos do vírus.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias, a Sanofi revela que esta nova vacina nonvalente contra o HPV demonstrou uma eficácia de 97% na prevenção de lesões lesões pré-cancerosas de alto grau do colo do útero, vagina e vulva causadas pelos cinco tipos de HPV oncogénicos adicionais (31, 33, 45, 52, 58).
 
Além disso, acrescenta a farmacêutica, "a vacina demonstrou induzir respostas de anticorpos contra os tipos de HPV 6, 11, 16 e 18 não-inferiores às induzidas com a vacina quadrivalente contra o HPV, a vacina mais utilizada e que integra o Programa Nacional de Vacinação em Portugal".
 
"Estamos muito satisfeitos com a aprovação da Comissão Europeia para esta importante vacina que oferece uma oportunidade extraordinária para aumentar a prevenção do cancro em homens e mulheres por toda a Europa", afirma Jean-Paul Kress, presidente da Sanofi Pasteur MSD.
 
Para Kress, "esta vacina representa um avanço significativo para a saúde pública", já que "vacinando rapazes e raparigas" será possível "prevenir não só 90% dos casos de cancro do colo do útero, mas também implementar programas de vacinação eficazes para prevenir outras doenças associadas ao HPV, tais como o cancro do ânus, da vulva e da vagina, para os quais não há, atualmente, um rastreio sistemático".
 
A vacina nonavalente contra o HPV inclui um total de sete tipos de HPV (HPV 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58)) - mais do que qualquer outra vacina contra o HPV disponível até ao momento -, responsáveis por cerca de 90% dos casos de cancro do colo do útero, 90% dos casos de cancro do ânus e cerca de 80% das lesões de alto grau do colo do útero (lesões pré-cancerosas do colo do útero, definidas como CIN2, CIN3 e AIS) em todo o mundo.

Programas de vacinação já reduziram prevalência do vírus
 
De acordo com a Sanofi, a autorização de introdução no mercado é suportada por um vasto programa de desenvolvimento clínico iniciado em 2007, constituído por sete ensaios nos quais foram incluídos mais de 15.000 indivíduos em 30 países.
 
A vacina nonavalente contra o HPV vai ser comercializada nos países da Europa Ocidental pela Sanofi Pasteur MSD (uma joint venture entre a MSD e a Sanofi Pasteur), nos Estados Unidos e no Canadá pela Merck e nos restantes países (incluindo Europa Oriental) pela MSD.
 
A implementação de programas de vacinação contra o HPV em todo o mundo já demonstrou a redução da prevalência do HPV e do numero de casos de lesões de alto grau do colo do útero e de condilomas genitais. Com base nos estudos de efetividade na vida real, espera-se que, no futuro, estes programas contribuam para a redução do número de casos de cancro associado ao vírus.
 
Após esta autorização de introdução no mercado, as autoridades de saúde em toda a Europa vão avaliar o papel desta nova vacina nos seus programas de vacinação. Até lá, a vacinação com as vacinas atualmente disponíveis, em conjunto com os programas de rastreio, continuam a ser o padrão para a proteção da população contra os cancros associados ao HPV.

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terça-feira, 16 de junho de 2015

Ana Carolina, Seu Jorge - É Isso Aí (The Blower's Daughter)

Filipinos marcam competição com saltos desastrosos

Camionista "ocupado" com prostituta causa acidente com dois mortos

Procura-se estagiário para gerir hotel com apoio do Estado

Vídeo: Um tanque de luxo para destruir o tédio

Coimbra: Estudo abre novo caminho para tratar cancro

Coimbra: Estudo abre novo caminho para tratar cancro
Investigadores da Universidade de Coimbra descobriram que, ao contrário do de que pensava até agora, a origem das células estaminais cancerígenas é multifacetada e algumas podem mesmo surgir devido à ação da quimioterapia.

O estudo analizou a origem de células estaminais tumorais e provou que há uma grande plasticidade intratumoral, ou seja, dentro do tumor há um vasto conjunto de subpopulações celulares que mediante determinados estímulos se convertem em células estaminais cancerígenas, cujo potencial maligno acrescido assegura a sobrevivência, invasão e metastização dos tumores.

Segundo estudos anteriores, as células estaminais tumorais são extremamente resistentes aos tratamentos convencionais contra o cancro, como a quimioterapia ou a radioterapia, e são as principais responsáveis pela reincidência de diversos tipos de tumores.

As experiências realizadas pela equipa de Coimbra permitiram ainda identificar três citocinas, moléculas que estão envolvidas no processo de transmissão entre células, como potenciais promotoras desta conversão celular maligna.

"Transmitem propositadamente informação que leva à mudança de fenótipos das células assegurando, consequentemente, a sua sobrevivência", simplifica a coordenadora do estudo, Maria Carmen Alpoim, em comunicado, referindo-se às citocinas identificadas durante a investigação.

"Estas evidências determinam a implementação de novas abordagens nos tratamentos oncológicos para aumentar a sua eficácia. O recurso a cocktails de medicamentos direcionados às várias subpopulações tumorais, inclusive em doentes submetidos a radioterapia, permitirá maximizar a sua eficiência", refere a coordenadora do estudo.

"As estratégias terapêuticas têm de ser multifacetadas e não somente direcionadas à diminuição da massa do tumor porque a interconversão entre as subpopulações celulares cancerígenas permite manter e, inclusivamente, aumentar o potencial maligno", conclui Maria Carmen Alpoim, docente de Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

O estudo intitulado "Cancer stem cells and tumor progression: from molecular mechanisms to clinical consequences" foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e realizado por uma equipa de investigadores do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra, dedicada ao estudo dos mecanismos envolvidos na carcinogénese.

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Frutos secos previnem cancro e outras doenças


A ingestão diária de frutos secos pode reduzir o risco de morte precoce ao contribuir para prevenir o desenvolvimento de cancro, diabetes ou doenças cardíacas e respiratórias. A conclusão é de um novo estudo holandês, que revela que os amendoins e as nozes podem esconder o segredo para uma vida mais longa e saudável.
 
A investigação, da responsabilidade de uma equipa da Universidade de Maastricht, na Holanda, e cujos resultados foram publicados, a semana passada, na revista científica Journal of Epidemiology, sugere uma associação entre o consumo regular de amendoins e nozes e um menor risco de morte por múltiplas doenças.
 
Para chegar a esta associação, os cientistas analisaram dados do censo "Netherlands Cohort Study", que, desde 1986, avaliou o consumo (em porção e frequência) de amendoins e outros frutos secos (nozes) e de manteiga de amendoim por parte de mais de 120.000 homens e mulheres holandeses com idades entre os 55 e os 69 anos.
 
De acordo com o estudo, os homens e mulheres que comiam, no mínimo, 10 gramas de nozes ou amendoins por dia apresentavam um risco inferior de vir a morrer precocemente do que os restantes. O maior potencial de prevenção observou-se, indica a investigação, ao nível das doenças respiratórias e neurodegenerativas, seguindo-se-lhes o cancro e as doenças cardiovasculares.
 
Segundo os especialistas, coordenados por Piet van den Brandt, professor da universidade holandesa, os benefícios dos frutos secos são amplos e iguais em homens e mulheres. "É assinalável que se tenha constatado uma queda substancial no risco de mortalidade só com o consumo de aproximadamente 15 gramas de amendoins e nozes por dia (metade de uma mão cheia)", destaca, em comunicado, o investigador.
 
No entender de Brandt e dos colegas, os benefícios dos frutos secos para a saúde podem dever-se ao facto de estes serem ricos em compostos como os ácidos gordos monoinsaturados e poliinsaturados, vitaminas, fibras, antioxidantes "que, possivelmente, contribuem para uma menor taxa de mortalidade".
 
De realçar que, ao contrário do que aconteceu com os amendoins, "não se observou qualquer associação entre o consumo de manteiga de amendoim e o risco de mortalidade", até porque esta "contém ingredientes adicionados como o sal e os óleos vegetais" que inibem um possível efeito protetor.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês). 

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segunda-feira, 15 de junho de 2015

R.E.M. - Losing My Religion (Video)

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Noivo bebe demais e dá cabo da cerimónia. Veja como

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15 de junho, Dia Mundial de Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa

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domingo, 14 de junho de 2015

Mãe (Que Saudade)

Nem Tudo o que Brilha…

Vídeo: Motorista de autocarro ‘varre’ atletas em Baku

Video: ‘Voo’ assustador em corrida de Indy Lights em Toronto

14 de junho, o Dia Mundial do Dador de Sangue

Land Rover mostra sistema de detecção de buracos nas estradas

sábado, 13 de junho de 2015

Everything by Lifehouse

Vídeo: Boeing antecipa exibição de Paris com manobra arrepiante

O biquíni com sensores que a vai proteger dos raios UV

13 de junho, o dia em que Portugal viu nascer e morrer grandes nomes

Bonecos alertam crianças para perigo dos escaldões

Portugal é o 2.º melhor país na integração de imigrantes



© MIPEX
Portugal revalidou, esta semana, a sua posição enquanto 2.º melhor país do mundo ao nível das políticas de acolhimento e integração de imigrantes. Apesar da crise económica, o nosso país subiu na classificação na mais recente edição do índice MIPEX - Migrant Integration Policy Index, apresentado esta sexta-feira.
 
Os números sobre Portugal, dados a conhecer num encontro realizado na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, revelam que o emprego, a luta contra a discriminação, o acesso à nacionalidade e a reunião de famílias são os indicadores nacionais com melhor desempenho.
 
Em relação ao último estudo do género, feito em 2010, Portugal subiu um ponto, alcançando, agora, uma pontuação de 75, graças, indica o site oficial do MIPEX, à melhoria ao nível dos sistemas de proteção a vítimas de violência doméstica e aos programas de incentivo ao emprego.
 
O acesso à saúde é, por outro lado, uma das áreas em que os imigrantes mais encontram dificuldades: Portugal ocupa a 22.ª posição entre os 38 países avaliados, já que, com a crise económica, há "mais obstáculos administrativos" e "menos respostas" por parte dos serviços de saúde.
 
O mesmo se passa ao nível do acesso à educação e à habitação permanente, parâmetros em que a vida dos residentes estrangeiros também não está facilitada, adianta o estudo.

Ainda assim, Portugal sobressai no sucesso conseguido na integração dos imigrantes no mercado de trabalho: em 2011 e 2012, só cerca de 28% dos cidadãos não oriundos da União Europeia estavam desempregados no nosso país (uma percentagem inferior à média europeia: 33%).

Portugal em subida no Índice
 
"Apesar da crise e da austeridade, Portugal manteve o investimento na integração e trabalhou até para aumentar o seu alcance e eficácia", pelo que "continua a subir no MIPEX", destaca o relatório de 2015, que aponta que "as políticas portuguesas de integração têm recebido uma atenção renovada".
 
Nas conclusões do documento salienta-se ainda que "os imigrantes residentes em Portugal continuam a beneficiar da 2.ª política de integração mais favorável do mundo, [o que coloca o país] à frente dos países nórdicos e de outros países tradicionais de imigração".
 
Tal prende-se, explica o MIPEX, com "as políticas de 'amigas das famílias' e com o modelo de reforma da cidadania de 2006, que ajudaram mais imigrantes a reunir-se com os seus familiares e a tornarem-se cidadãos portugueses".
 
Apesar do sucesso português, o índice alerta que são necessárias "políticas mais eficazes e dirigidas a nível global e local para identificar e alcançar muitos potenciais beneficiários com necessidades, em particular em áreas desfavorecidas", o que terá de passar por melhorias ao nível, por exemplo, do emprego, educação e saúde.

Clique AQUI para consultar, em detalhe, todos os números da avaliação feita a Portugal na edição de 2015 do MIPEX (em inglês).

boasnoticias.pt

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